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Noticias referentes a
2008/2009: |
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.:RESULTADOS.:.CLASSIFICAÇÃO:. |
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TAÇA ILHA TERCEIRA
- 1ª ELIMINATÓRIA
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VILANOVENSE, 0 – ANGRENSE, 2
Vilanovense eliminado...
09/Novembro/2008
por: José Eliseu | DI - Paulo Mendonça
| SCV
O Vilanovense ao perder por duas
bolas a zero no seu campo diante a turma encarnada de Angra do
Heroísmo, ficou eliminada da Taça Ilha Terceira.
Foi mais um jogo em que o Vilanovense não terminou
com 11 jogadores. Já é a nona expulsão esta temporada. Ou o
Vilanovense é muito indisciplinado, o que não nos parece e conforme
comprovam os relatos da Comunicação Social dizendo que a maior parte
das expulsões tem sido injustas, ou anda "alguém" a querer
prejudicar o Vilanovense.
Angrense, Fontinhas, Lusitânia,
Marítimos, Lajense (na qualidade de vencedores), Barreiro, Belém e
Boavista (como os três
melhores
vencidos) garantiram o apuramento para a segunda ronda da Taça Ilha
Terceira, agendada para o dia 21 de Dezembro. O respectivo sorteio
decorre esta semana nas instalações da Associação de Futebol de
Angra do Heroísmo.
Recuperamos os desfechos da primeira eliminatória: Vilanovense 0 –
Angrense 2, Fontinhas 2 – “Os Leões” 0, Boavista 1 – Lusitânia 2,
Marítimos 2 – Belém 1 e Lajense 2 – Barreiro 1. Deste modo, “Os
Leões” e Vilanovense são as únicas equipas eliminadas.
Voltando ao jogo onde o Vilanovense esteve envolvido,
assistiu-se a uma sucessão de erros defensivos de ambos os
compartimentos recuados, principalmente na primeira parte. Mas neste
cenário o Angrense foi quem tirou melhor proveito. Ivo, que compensa
a falta de estatura com uma mobilidade constante, foi um elemento
que desorganizou o esquema de marcações do Vilanovense. Aliás, o
golo que ele marca, na sequência de um canto, é sintomático.
A formação da casa tinha grandes dificuldades em sair a jogar pela
pressão que a linha avançada encarnada exercia. Daí que o recurso ao
passe longo passou a ser sistemático. Além de que, no meio-campo,
Paulo César tinha como que uma obsessão em marcar individualmente
Vitória e via, assim, diminuir-se-lhe o raio de acção.
O perigo que o Vilanovense criou até ao intervalo foi quase sempre
consequência de lances de bola parada, onde Nuno Hélder se destacou.
Em lances de futebol corrido era mais difícil porque a equipa de
Angra jogou muito bem sem bola, não dando muito espaço para o
adversário pensar as jogadas. Perto do minuto 45 os anfitriões
desperdiçaram a sua melhor oportunidade. Caipira, na marcação de uma
grande penalidade, permitiu a defesa de Délcio.
Na segunda parte o Vilanovense começou bem mais perigoso com
Francisco e Valério a aproveitarem os vazios criados nas costas de
Palhito. Paulo César passou para marcação zonal e Azevedo começou a
ter mais tempo para pensar o jogo da sua equipa.
Mas quando as equipas ficaram, quase ao mesmo tempo, reduzidas a dez
foi o Angrense quem melhor se adaptou. Miguel Oliveira acertou
melhor a central do que a médio e a entrada de Magina desconsertou a
balança a favor dos citadinos. O tento que apontou é demonstrativo
de grande classe. A partir daqui o Angrense controlou o encontro e
continuou a mostrar uma enorme solidez táctica.
Eurico Garcia quis impor-se pelos cartões, mostrando-os mesmo quando
não se justificava.
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Ronaldo; Zezinho, Rui, Nuno Hélder e Cruz
(Francisco, 30); Paulo César, Azevedo, César e Pomba; Valério
(Miguel Prenda, 73) e Caipira.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Délcio; João Silveira, Gilberto, Zezinho e Palhito;
Miguel Vaz (Pedro, 57), José Isidro, Miguel Oliveira e Flávio;
Vitória (Magina, 74) e Ivo.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Ivo (12) e Magina (80).
Disciplina: amarelos para Vitória (9), Miguel Oliveira (23),
Gilberto (28 e 69), Valério (31), Palhito (34), Zezinho (42), Miguel
Vaz (43), Rui (58 e 65), Paulo César (65), João Silveira (72) e
Pedro (76). Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Rui
(65) e Gilberto (69).
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SÉRIE AÇORES - MASSAGISTA
Hélio Carvalho é o novo massagista...
05/Novembro/2008
por:
Paulo Mendonça
| SCV
Hélio Carvalho é o novo
responsável pelo departamento clínico do Sport Clube Vilanovense. O
antigo massagista da equipa de futsal da Casa da Ribeira é o
substituto de Álvaro Coelho, o anterior massagista do Vilanovense.
Hélio
Carvalho de 54 anos de idade é o novo responsável pela recuperação
clínica dos atletas alvi-negros, após o clube da Vila Nova ter
prescindido recentemente dos serviços de Álvaro Coelho. O SCV está
grato pelo trabalho efectuado pelo anterior massagista que durante a
ultima década prestou serviços no clube do Ramo Grande. Como as
exigências na III Divisão são superiores e é necessário uma maior
disponibilidade para o cargo, o Vilanovense recrutou para esta
função Hélio Carvalho já foi massagista no S. C. Praiense e nas
ultimas três temporadas foi o massagista da equipa de futsal da Casa
da Ribeira. Recorde-se que os casos no Vilanovense que inspiram
maior cuidados clínicos, são os de Capucho e Telmo. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 7ª JORNADA |
VILANOVENSE,
0 – RABO DE PEIXE, 0
Matias segura nulo...
02/Novembro/2008
por:
Daniel Costa
| DI
A boa organização
defensiva, a par de alguma sorte, permitiu aos alvi-negros segurarem
o nulo, numa partida onde tiveram de jogar sessenta e cinco minutos
com menos uma unidade.
Duas equipas de valor semelhante
proporcionaram um futebol nos primeiros minutos sem grandes recortes
técnicos, entrando
ligeiramente
melhor os micaelenses que, sobretudo através de jogadas rápidas à
linha, criavam algumas dificuldades à defensiva da Vila Nova.
Com efeito, os terceirenses não entraram muito bem no jogo,
demorando alguns minutos a encontrar-se já que o meio campo muito
forte fisicamente do adversário criava dificuldades aos criativos do
Vilanovense, sobretudo ao organizador Azevedo, que não tinha espaços
para pegar no jogo e, consequentemente, servir na perfeição o
tridente atacante.
Aos poucos esta situação foi-se alterando, os espaços foram surgindo
e os anfitriões começavam a dar trabalho a Bruno Andrade. O nulo
esteve perto de ser desfeito, depois uma rotação perfeita de
Azevedo, o passe para Valério com este a atirar cruzado, aparecendo
Fábio a atirar demasiado colocado para fora.
O Rabo de Peixe respondeu de pronto, e viria mesmo a dispor de uma
soberana ocasião para marcar, na transformação de uma grande
penalidade, a sancionar um corte com a mão de Joka quando a bola ia
entrar na baliza, o que lhe valeu a cartolina encarnada. Na cobrança
do mesmo, Emanuel Simão atira para a defesa de Matias e na recarga
não consegue fazer melhor do que atirar por cima do travessão.
A partir daqui o Vilanovense com menos uma unidade teve de repensar
estratégias e definir prioridades, passando Cris a fechar o flanco
direito. Os micaelenses com mais uma unidade carregaram mais, foram
pressionantes, mas o bom sentido colectivo do Vilanovense nunca o
fez perder o norte, e, quando não era suficiente, a sorte acabou por
estar do seu lado, quando a bola por duas vezes foi ao ferro das
redes Matias. Primeiro, no final da primeira parte, depois de Matias
com uma palmada ter desviado um remate de Valter Moniz para o poste,
e depois é Iaia no reatamento quem atira do meio da rua, levando a
bola a roçar o travessão.
Os primeiros minutos da etapa complementar trouxeram um Rabo de
Peixe empreendedor, com o seu técnico a proceder a alterações no seu
xadrez com esse intuito, mas os pupilos de Álvaro Pereira não de
intimidaram, longe disso, e aos poucos iam sacudindo a pressão do
adversário que, com o decorrer do tempo, ia perdendo discernimento.
Em consequência disso, Valério, completamente só em zona frontal,
tem nos pés uma soberana ocasião para o seu conjunto arrecadar os
três pontos, mas o remate não levou a melhor direcção, terminado o
jogo tal como começou, o que, atendendo às nuances do mesmo, acabou
por ser um bom resultado para os alvi-negros.
Arbitragem: regular.
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Campo
de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
Joaquim Lamarosa (AF Santarém).
Auxiliares:
Rodrigo Malta e Ricardo Silva. |
VILANOVENSE
Matias
Joka
Nuno Hélder
Cruz
(Paulo César, 45m)
Tequilha
(Caipira, 49m)
Azevedo (cap.)
Cris
Valério
(Jardel, 78m)
César
Narciso
Fábio Pomba
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Ronaldo, Pedro Luis, Zezinho e Miguel Prenda.
Disciplina:
cartão amarelo para Joka, Cruz
e Tequilha, aos 1, 15 e 32 minutos, respectivamente.
Encarnado directo a Joka, aos 25 minutos. |
RABO DE PEIXE
Bruno Andrade
Paulo Vigina
(Márcio Moniz, 70m)
David
Paulo Viana
Zé Manel
Luís Flor
Iaia Silva (cap.)
Mauro
Vitinha
(Bento Freitas, 60m)
Valter Moniz
(Xalana, 76m)
Emanuel Simão
Treinador:
Jaime Vieira.
Suplentes não utilizados:
Marco e Milton Vieira.
Disciplina:
cartão amarelo para Paulo
Viana, Paulo Vigina e Bruno Andrade, aos 6, 54 e 67 minutos,
respectivamente. |
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PRIMEIRA-PARTE: 0 – 0.
SEGUNDA-PARTE: 0 – 0.
RESULTADO FINAL: 0 – 0. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 6ª JORNADA |
LUSITÂNIA, 1 – VILANOVENSE, 1
Vilanovense empata
mesmo a jogar com 9
...
26/Outubro/2008
por:
Luís Almeida
| DI
O Lusitânia foi incapaz de desfazer
o empate, mesmo com mais dois elementos em campo, frente a um
Vilanovense maduro em termos tácticos. O Vilanovense entrou a ganhar
na partida e durante cerca de 20 minutos fez por merecer a vantagem.
Poucos segundos passavam do primeiro minuto quando Cris colocou o
Vilanovense na frente, carimbando o terceiro tento da sua conta
pessoal no campeonato. Um golo que conduziu a equipa para u ma
actuação extremamente agradável, principalmente pela superior
organização colectiva. Álvaro Pereira tem, de facto, o conjunto bem
estruturado. É certo que sente algumas dificuldades na construção do
processo ofensivo, mormente quando o criativo Azevedo não é capaz de
pegar no jogo, mas nem por isso deixou de criar perigo no
contra-ataque. Mas é a defender que a formação alvi-negra mais se
destaca. Pode não ser bonito, mas o comportamento táctico é
exemplar. Saliência para a sintonia perfeita da dupla do meio-campo,
Rui e César.
Além do choque inicial, o Lusitânia sentiu sérias dificuldades para
se desfazer desta teia, não obstante Bebé ter levado a bola a beijar
o ferro na transformação de um livre directo. Nem Fábio, nem mesmo
as incursões de João Melo por zonas mais centrais, foram capazes de
promover a circulação de bola nas transições, deixando o ataque
longe do esférico. Os leões só se soltaram destas amarras a partir
dos 23 minutos, altura em que o juiz da partida dá ordem de expulsão
a Márcio e assinala grande-penalidade por suposta carga
sobre Veredas (que regressa após longa paragem, devido a lesão), num
lance onde a confusão foi grande. Fábio restabeleceu
a igualdade e os verdes passaram a gozar de maior espaço para
fabricar alguns lances de inquietação para Matias.
O Vilanovense, que se via na mesma situação da última jornada,
reforçou as “áreas de combate” para a segunda-parte e deixou -se
subjugar completamente pelo Lusitânia, que dispôs, na realidade, de
excelentes oportunidades. Veredas, por três ocasiões, e Tiquilha,
com uma bola ao poste, tiveram tudo para carimbar a reviravolta. Mas
faltou objectividade, apesar do domínio. O empate premeia o labor
dos vilanovenses, que ainda ficaram privados de Rui, expulso por
acumulação.
Arbitragem fraquinha. Luís Caetano apresentou-se demasiado
autoritário e, com esta postura, perdeu critério nas avaliações.
Mesmo considerando que o árbitro terá razão no lance da
grande-penalidade, o vermelho directo é um exagero.
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Estádio João
Paulo II, em Angra do Heroísmo
Árbitro: Luís Caetano (A.
F. Viseu).
Auxiliares: Luís Castaínça e Jorge Ramos |
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LUSITÂNIA
David
Celso
Dário
Branco
Benjamim
(Tiquila, 45m)
Veredas (cap.)
Diogo Picanço
(Filipe, 45m)
Bébé
Alex
Fábio
João Melo
(Zula, 89m)
Treinador:
Manuel da Costa.
Suplentes não utilizados: Diogo, Garcia, Ivo e David
Castro.
Disciplina: amarelo para João Melo (27m.).
Suplentes não utilizados: Diogo,
Garcia, Ivo e David Castro.
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VILANOVENSE
Matias
Joka
Márcio
Cruz
Azevedo (cap.)
(Miguel Prenda, 74m)
Rui
César
Fábio Pomba
Valério
(Pedro Luís, 74m)
Cris
(Paulo César, 45 min)
Fábio Pomba
Treinador:
Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados: Ronaldo,
Zézinho, Jardel e Caipira.
Disciplina:
marelos para Tequilha (18m.), Cruz (21m.), Azevedo (23m.),
Rui (31m. e 83m.) e Paulo César (90+5). Vermelho directo
para Márcio (23m.). Vermelho por acumulação para Rui (83m.).
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Ao
intervalo: 0-1.
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
0-1 por Cris, ao1m.
1-1 por Fábio, aos 23m (g.p.).
SEGUNDA-PARTE: 0-0.
Resultado final: 1-1. |
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18/10/2008
-
SUPER TAÇA ILHA TERCEIRA
- FINAL | VILANOVENSE, 3 – BOAVISTA RIBEIRINHA, 2
Super Taça para a
Vila Nova...
18/Outubro/2008
por:
Daniel Costa
| DI
Como seria de esperar, a
equipa da Vila Nova, mais rodada e com um andamento superior, cedo
demonstrou que iria assumir as despesas do jogo que decidia a Super Taça
“Francisco Borges Pinheiro”, confirmando, deste modo, as previsões
lógicas.
Como seria de esperar, a equipa da Vila Nova, mais rodada e com um
andamento superior, cedo demonstrou que iria assumir as d espesas
do jogo que decidia a Super Taça “Francisco Borges Pinheiro”, troféu
patrocinado pela Fotaçor, confirmando, deste modo, as previsões
lógicas.
Por sua vez, os axadrezados aceitaram esse facto com grande
tranquilidade e normalidade, adoptando uma postura que privilegiava
a segurança defensiva, alicerçada num posicionamento em campo
irrepreensível, ocupando bem os espaços, deixando o adversário
desgastar-se física e psicologicamente no transporte de bola, mas
sempre longe da sua área, e tentando partir rápido para o
contra-ataque.
Isto deu azo a um prélio quase sempre de sentido único, com o
Vilanovense a tudo fazer para chegar rapidamente ao golo e o
Boavista a tentar retardar esse desejo e a jogar com o nervosismo
que daí resultava.
E a verdade é que isso veio a suceder. A seis minutos do final da
primeira-parte, o Vilanovense desfruta de uma soberana ocasião para
se adiantar no marcador, mas o capitão Azevedo, na linha dos onze
metros, desperdiça uma grande-penalidade, atirando ao poste direito
da baliza de Bruno do Ó.
Ainda nas incidências do castigo máximo, Luís Paulo, que cometeu a
infracção, vê a cartolina vermelha directa, obrigando a equipa da
Ribeirinha a jogar com menos uma unidade.
Mesmo assim, os axadrezados não se desuniram, longe disso, e tiraram
partido do tal nervosismo para se adiantar no marcador quase em cima
do intervalo, através de um golo de bonito efeito de Cláudio que
entrou rápido pela direita e, à saída de Ronaldo, picou-lhe a bola
por cima.
Inconformado com o desenrolar dos acontecimentos, Álvaro Pereira
procede a duas alterações ao intervalo, introduzindo em campo o
avançado Valério e o médio Miguel Prenda. Com estas alterações, os
alvi-negros acentuaram, paulatinamente, o seu domínio, já que o
Boavista, revelando maior debilidade física e com menos um homem em
campo, defendia cada vez mais atrás e, como tal, as dificuldade iam
aumentando.
Daí que não foi surpresa o golo da igualdade apontado por Nuno e,
pouco depois, a cambalhota no marcador, obra de Pedro, outra unidade
que saiu do banco da equipa da Vila Nova.
A vantagem ainda foi dilatada por Valério, mas Lino, de cabeça,
voltou a reduzir a pouco minutos do final, relançando a partida. Só
que, pese toda a boa vontade por parte dos axadrezados nos instantes
finais, estes não conseguiram evitar o triunfo do Vilanovense.
Arbitragem: irregular.
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Estádio João
Paulo II, em Angra do Heroísmo.
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Augusto Vieira. |
VILANOVENSE
Ronaldo
Zezinho
Nuno
Márcio
Azevedo (cap.)
César
Tequilha
Rui
(Miguel Prenda, 45m)
Fábio pOMBA
Joka
(Valério, 45m)
Jardel
(Pedro, 71m)
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Matias, Cruz, Paulo César e
Caipira.
Disciplina:
amarelos a Joka, Tequilha e
Zezinho, aos 34, 48 e 55 minutos, respectivamente. |
BOAVISTA RIBEIRINHA
Bruno do Ó
Lino
Bruno Silva
Rocha
Luís Paulo
Paulo Ribeiro
Cordeiro
(Chico, 68m)
João Paulo
Tony (cap.)
Caracol
Cláudio
(Fábio, 84m)
Treinador:
Joe Fernandes.
Suplentes não utilizados:
Rogério, Marco, Medeiros e Hélio.
Disciplina:
amarelos a Caracol, Bruno Silva
e Fábio, aos 21, 57 e 89 minutos, respectivamente |
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PRIMEIRA-PARTE:
1-0.
1-0por Cláudio, aos 43m.
SEGUNDA-PARTE:
1-3.
1-1 por Nuno, aos 61m.
1-2 por Pedro, aos 78m.
1-3 por Valério, aos 85m.
2-3 por Lino, aos 87m.
RESULTADO FINAL:
2- 3. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 5ª JORNADA |
VILANOVENSE,
0 – CAPELENSE, 5
Evitar que se repita no futuro...
12/Outubro/2008
por:
Luís Almeida |
DI
Esta é uma daquelas
goleadas que o melhor mesmo é recordar, até para que não se repita
no futuro. Aliás, o Vilanovense terá bastante trabalho de casa para
realizar durante a semana se quiser tirar as devidas ilações e
aprender com os erros cometidos. Os terceirenses passaram de
dominadores a goleados.
É claro que é da mais elementar justiça reconhecer o tremendo mérito
de Sidónio, o grande mentor do triunfo do Capelense. Saltou
do
banco e abriu o livro e a cortina dos golos. O 10 micaelense fez
gato sapato da defensiva da casa e inaugurou o marcador cinco
minutos depois de ter entrado, numa jogada individual onde passou
por tudo e por todos. Ainda teve tempo para bisar e assistir.
Depois de chegar ao segundo, da autoria de Artur Santos, os
visitantes caminharam calmamente para a mão cheia de golos,
consumada por Romicha e Ruizinho. A defesa alvi-negra baixou
completamente os braços e o desnível ainda poderia ter sido bem
maior, se bem que, convenhamos, os números finais já roçam o exagero
se atendermos ao que se passou durante os 90 minutos.
Isto porque o Vilanovense realizou uma primeira-parte de excelente
nível, dominando o jogo e o adversário. Um conjunto personalizado,
com os níveis de concentração no máximo e uma capacidade de
interpretação táctica notável. O comportamento defensivo merece
elogios e foi um dos principais responsáveis pelas debilidades que o
oponente revelou no processo ofensivo. O Capelense praticou um
futebol feio e sem criatividade.
Mesmo mais compactos em zonas recuadas do terreno, os pupilos de
Álvaro Pereira mostravam agilidade nas transições e César,
decorridos 10 minutos, falha escandalosamente quando estava na cara
do golo. Novamente os da Vila Nova a criar perigo e Cris, na
sequência de um rápido e bem gizado contra-ataque, faz a bola beijar
as malhas laterais da baliza de Armindo.
Os problemas começam na recta final dos primeiros 45 minutos, altura
em que Narciso é admoestado com um vermelho directo depois de travar
Gervásio, quando o avançado das Capelas seguia isolado. O técnico
terceirense até mexeu com sapiência no colectivo, fazendo entrar
Miguel Prenda para a zona do meio-campo por troca com Valério, que
fez dupla atacante com Jardel, ao passo que Rui foi ocupar a vaga
deixada em aberto pela expulsão de Narciso.
Mas o Vilanovense desvirtuou completamente a estratégia com que
iniciou a partida. Uma estratégia que, na verdade, parecia querer
dar pontos. Caiu na tentação de subir no terreno, mesmo com menos um
elemento, deixando a defesa em igualdade numérica com o ataque dos
forasteiros, que foi alargado para quatro unidades. É certo que Rui,
à passagem do minuto 54, ainda conquistou uma inequívoca
grande-penalidade, que Azevedo haveria de desperdiçar, mas este
adiantamento ofereceu o controlo do meio-campo ao Capelense e deixou
o sector recuado sem protecção. O resto foi obra de Sidónio.
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Campo
de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
Gaspar Fernandes (A. F. de Braga).
Auxiliares:
Joaquim Sousa e Pedro Fernandes. |
VILANOVENSE
Ronaldo
Nuno Hélder
Rui
Narciso
Azevedo (cap.)
Cris
(Pedro Luís, 65m.)
Valério)
(Miguel Prenda, int.)
César
Zézinho
Jardel
(Fábio, 65m.)
Joka
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Matias, Márcio, Tequilha e Paulo César.
Disciplina:
amarelo para Jardel (41m.). Vermelho directo para Narciso
(37m.). |
CAPELENSE
Armindo
Bagnari
Márcio Lima
(Sidónio, 56m.)
Ricardo Cardoso
Artur Santos
António Silva
Ruizinho
Eurico (cap.
Bruno Sousa
(Bolinhas, 56m.)
Romicha
Gervásio
(Nelson Faria, int.)
Treinador: Luís Pires.
Suplentes não utilizados:
Vitor Medeiros e Vitor.
Disciplina:
amarelos para Armindo (54m.), Romicha (74m.) e Eurico
(84m.). |
Ao
intervalo: 0-0.
No
Segundo tempo: 0-5.
0-1 Sidónio aos 62 minutos.
0-2 por Artur Santos aos 77 minutos.
0-3 por Sidónio aos 81 minutos.
0-4 por Romicha aos 87 minutos.
0-5 por Ruizinho aos 90 minutos.
Resultado final: 0-5. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 4ª JORNADA |
MADALENA, 5
–
VILANOVENSE,
0
Seria complicado fazer melhor...
05/Outubro/2008
por: Paulo Mendonça
|
SCV
O
Vilanovense sofreu uma pesada derrota na Ilha do Pico ao ser
derrotado por cinco bolas a zero. A derrota diante da
equipa do Madalena acaba por se aceitar, embora por números
exagerados.
Convêm recordar que os alvi-negros
perderam diante da equipa que p ossui
o maior orçamento na Série Açores, e perfila-se como o principal
candidato á vitória final.
Os terceirenses ainda mantiveram algum equilíbrio nos minutos
iniciais, mas a partir do minuto 21, altura em que Márcio Lima abriu
o marcador, os homens de Álvaro Pereira desmoralizaram e raramente
alcançaram a baliza contrária. Pouco depois Márcio Lima voltaria a
assinar mais um tento, assinalando o marcador 2-0 ao intervalo.
A recuperação era uma tarefa difícil de encetar por parte dos
jogadores da Vila Nova e mais se tornou quando Sadjó elevou a
contagem as aspirações de conseguir pelo menos empate caíram por
terra. Márcio Lima ainda haveria de voltar a fazer o gosto ao pé e
um auto-golo de Zézinho carimbou o 5-0 final. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 3ª JORNADA | VILANOVENSE,
2
– MARITIMO, 0
Aí está a primeira vitória...
28/Setembro/2008
por: Daniel Costa | DI/DSP
Após uma primeira parte
sofrida, os alvi-negros entraram determinados no segundo tempo,
alcançando, deste modo, a primeira vitória no campeonato da série
Açores.
Dando seguimento ao excelente resultado alcançado no terreno do
União Micaelense, onde arrancou um
empate
a três bolas, depois de ter estado sempre em desvantagem, a formação
da Vila Nova, agora na recepção ao Marítimo, também de Ponta
Delgada, desembaraçou-se do conjunto azul, mercê de uma entrada
fulgurante na etapa complementar, e também da experiência e sentido
de baliza do ponta-de-lança Jardel, uma vez que o atacante do Ramo
Grande apontou de forma superior o primeiro golo da tarde e esteve
na origem do segundo, da autoria de Cris.
De facto, o jogo poderia resumir-se ao arranque da etapa
complementar, mais propriamente ao seu primeiro quarto-de-hora,
período onde o Vilanovense surpreendeu e arrumou a questão a seu
favor, isto após uma primeira parte confusa, jogada aos repelões,
com demasiado contacto físico, originando muitas interrupções e
poucas oportunidades de golo, repartindo-se aqui o protagonismo
pelos dois conjuntos. Todavia, sem ser uma partida de futebol
atractiva nesta primeira parte, foram os forasteiros que tiveram
mais posse de bola, mas apenas isso.
Após o quarto-de-hora decisivo e irrepreensível por parte do
Vilanovense, a partida passou por uma fase de equilíbrio, com a
formação de São Miguel a tentar responder ao resultado adverso, mas
pela frente encontrou um Vilanovense organizado, a jogar com o
resultado a seu favor, procurando suster o ténue caudal ofensivo dos
azuis longe da sua baliza, e tentando sair para o contra-ataque, o
que de facto aconteceu em algumas situações.
Duas delas, as mais claras, refira-se, já em tempo de descontos,
período em que os atacantes da casa desperdiçaram claríssimas
situações para ampliar a contagem, primeiro por Rui que, ao segundo
poste, não conseguiu a emenda para o golo e depois é César Costa
que, completamente isolado em posição frontal, não consegue
ultrapassar Tiago.
Ficha técnica
Árbitro: Hugo Pires (AF Leiria).
Auxiliares: Tiago Domingos e David Mendes.
Vilanovense: Matias; Zezinho (Joka, 78), Nuno Hélder, Narciso
e Tiquilha; Azevedo (Capucho, 70), Cris, Valério e Rui Bettencourt;
César Costa e Jardel (Fábio Silva, 70).
Treinador: Álvaro Pereira.
Marítimo: Tiago; Nando, Fábio, Milton e Vitinha; Peixinho,
Maciel e Ruben Vitória (Marco Santos, 60); Canigia (Sardinha, 70),
Nuno e (Vítor, 53) e Narciso.
Treinador: Pedro Zeferino.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Jardel (48) e Cris (57).
Disciplina: cartão amarelo para Azevedo (33), Sardinha (76) e Criz
(82). Cartão vermelho directo para Peixinho (85).
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 2ª JORNADA
| U. MICALENSE, 3
– VILANOVENSE,
3
Hino ao futebol...
22/Setembro/2008
por: DSP
União
Micaelense e Vilanovense exibiram um hino aos golos numa partida que
conheceu grande emoção. Pela atitude evidenciada ambas mereciam
levar os três pontos mas tiveram que se contentar com apenas um.
S eis
golos num jogo é sempre algo que fica para a história e se à
alternância no marcador juntarmos a incerteza quanto ao vencedor
então temos uma partida bem salpicada e a corresponder àquilo que os
adeptos desejam: emoção e bom futebol.
Tal como lhe competia, o União Micaelense foi a equipa que procurou
assumir as despesas do encontro e logo aos cinco minutos Tiago Silva
inaugurou o marcador de livre directo. Melhor prenúncio não podia
Miguel Ferreira desejar mas logo após Álvaro Pereira pôde constatar
que também tinha motivos para pensar positivo.
O Vilanovense não demorou a reagir e Joma, isolado, não se fez
rogado e restabeleceu a igualdade, recolocando tudo na estaca zero.
O jogo, que até então ainda não estava definido em termos de domínio
territorial, conheceu uma maior supremacia por parte dos locais, mas
sem que isso se traduzisse em lances efectivos de perigo.
A formação da ilha Terceira, mais comedida mas sempre atenta ao
contra-ataque, via o tempo correu a seu favor até ao minuto 45,
altura em que sofreu um rude golpe nas suas aspirações: Lelé faz o
2-1 após alguma confusão na área e lança novos dados para a etapa
complementar.
Álvaro Pereira sabia que os seus jogadores eram capazes de reagir e
foi no arreganho que o Vilanovense restabeleceu a igualdade por
intermédio de Cris. A incerteza voltava a reinar no campo de São
Roque mas tudo pareceu ficar decidido quando Tiago Silva bisou, aos
72 minutos e aos 80 Fábio Pomba recebeu ordem de expulsão.
Porém, mesmo reduzido a dez elementos e em desvantagem no marcador,
os alvi-negros não desarmaram e no último fôlego lograram voltar a
facturar, desta feita através da marcação de uma grande penalidade
que Azevedo se encarregou de converter. Havia emoção a rodos e os da
casa só não chegaram a nova vantagem porque Lelé viu um golo anulado
por pretenso fora-de-jogo…
Ficha técnica
Árbitro: Eugénio Arez (AF Algarve).
Auxiliares: Ricardo Glória e Luís Reis.
União Micaelense: Pedro Martins; Samuel, João Mota, Rui Melo
e Guedes (Rui Costa, 58); Ruizinho, Rui Carvalho e Lelé; Tiago
Silva, Hélder Botelho (Minhoca, 57) e Quental (Leonel, 76).
Treinador: Miguel Ferreira.
Vilanovense: Tiago Matias; Nuno Hélder, Rui Bettencourt,
Bruno Narciso e Azevedo; Cris (Jardel, 67), Valério (Fábio Caipira,
67; substituído por Márcio, 86), Zézinho e Fábio Pomba; César Costa
e Joka.
Treinador: Álvaro Pereira.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Tiago Silva (5 e 72), Joma (8), Lelé (45), Cris (55) e
Azevedo (82 gp).
Disciplina: cartão amarelo para César Costa (37), Tiago Silva (70),
Fábio Pomba (72 e 80), Joka (81), João Mota (82), Tiago Matias (89).
Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Fábio Pomba (80).
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 1ª JORNADA
| VILANOVENSE,
1 – ANGRENSE, 2
Arbitragem pouco esclarecida...
07/Setembro/2008
por:
Luís Almeida | DI/DSP
Excelente
espectáculo de futebol na Vila Nova. Competitivo, com velocidade e
muitas oportunidades de golo.
Angrense
perdulário na primeira parte viu o Vilanovense assustar na segunda
metade. Arbitragem
pouco esclarecida num encontro que não ofereceu problemas. Pouco
critério disciplinar e, inclusive, o vermelho directo a Pedro Luís
pareceu-nos exagerado.
Pouco passava
dos dez minutos e o marcador já tinha funcionado por duas vezes.
Primeiro foi o Vilanovense, desinibido, a
contrariar
o favoritismo inicial
do Angrense por intermédio de César, que cabeceou com êxito após
jogada de insistência. Respondeu Márcio Fagundes com um golo do
outro mundo: quina da área, remate potente e colocado e a bola a
anichar-se no canto superior esquerdo da baliza de Matias. Grande
momento.
O empate foi sinónimo de libertação para os jogadores às ordens de
João Eduardo Alves. Futebol simples e eficaz, de pé para pé, com
qualidade de passe e sentido de baliza. Mesmo sem um ponta-de-lança
de raiz, os encarnados criaram situações mais do que suficientes
para resolverem a questão ainda numa fase precoce da partida. Magina,
em três ocasiões, e Vitória não conseguiram acertar no alvo quando
só tinham o guarda-redes pela frente.
Haveria de ser novamente Márcio Fagundes, já próximo do intervalo, a
colocar os visitantes na liderança, aproveitando a apatia de Joka na
hora de aliviar o esférico. O Vilanovense sentiu algumas
dificuldades para se reorganizar após a expulsão de Pedro Luís,
oferecendo a iniciativa e o domínio do jogo ao adversário.
Angrense que continuou a dominar depois do intervalo, mas não foi
capaz de controlar as operações a seu favor. Aliás, também graças à
matreirice que os da casa apresentaram nas saídas para o ataque, a
turma da rua de São João esteve à beira de sofrer um tremendo revés
nas suas aspirações. Mesmo com menos um elemento, o Vilanovense
criou alguns lances de enorme perigo. Já próximo dos 90 minutos,
Zezinho oferece a Delmindo a defesa da tarde.
O resultado acabaria por não se alterar e a vitória, mesmo que pela
margem mínima, reflecte a maior qualidade do futebol praticado pelo
Angrense. Ainda assim, o Vilanovense mostrou abnegação na primeira
jornada da série Açores e não será, certamente, um adversário fácil.
Realce para a prestação de Azevedo, claramente a estrela da
companhia. Atributos, sem dúvida, acima da média. Poderia muito bem
dividir o estatuto de melhor em campo com Márcio Fagundes.
Arbitragem pouco esclarecida num encontro que não ofereceu
problemas. Eurico Garcia esteve titubeante e nem sempre ajuizou bem,
mesmo em lances de fácil análise. Pouco critério disciplinar e,
inclusive, o vermelho directo pareceu-nos exagerado.
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia (AF Angra do Heroísmo).
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Matias; Joka (Zézinho, 45), Márcio (Paulo César,
21), Rui e Nuno Hélder; Narciso, César, Azevedo e Cris; Fábio Toledo
(Jardel, 78) e Pedro Luís.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Delmindo; Gonçalo, Zezinho, Fábio Flor e Nelson;
Rui Silveira (Miguel Vaz, 76), Daniel e Carlos Silveira; Márcio
Fagundes, Magina (Ivo, 85) e Vitória.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: César (3) e Márcio Fagundes (13 e 40).
Disciplina: cartão amarelo para Fábio Flor (30), Márcio Fagundes
(54), Zezinho (75) e Rui (83). Cartão vermelho directo para Pedro
Luís (34).
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Época 2008/2009 - Taça de Portugal
Vilanovense
eliminado da Taça de
Portugal
01/Setembro/2008
Texto por: Luís Almeida | DI/DSP
O Vilanovense, apesar de empenhado e batalhador,
raramente foi capaz de organizar as transições ofensivas com
eficiência, pormenor que espelha na perfeição a diferença de
argumentos entre as duas formações. Os continentais apresentaram
agradável mobilidade, enquanto que os açorianos não conseguiam
arquitectar a circulação de bola.
Foi, igualmente, num período precoce da primeira parte que Álvaro
Pereira compreendeu que era obrigatório mudar alguma coisa, pri ncipalmente
na zona do meio-campo. A inclusão de Paulo César, à passagem da
meia-hora, em detrimento do extremo Fábio, nivelou o equilíbrio de
forças no centro do terreno.
Aliás, sempre com Azevedo ao leme (o melhor da turma do Ramo
Grande), o Vilanovense viveu, aos 37 minutos, o momento de maior
fulgor ao longo de todo o jogo. Conquistou raro poder de posse de
bola, subiu ligeiramente no terreno e Cris, em situação
privilegiada, teve tudo para alvejar com êxito a baliza de Rui Neto.
Faltou apenas o remate.
Quem não se fez rogado foi o ponta-de-lança Luís que, quase de
imediato, inaugurou o marcador após rápido contra-ataque conduzido
pelo lado direito. Refira-se, a propósito, que o lateral Cruz
revelou imensas dificuldades para travar os faixas nortenhos,
principalmente quando encontrou o virtuoso Feliz, porventura o
melhor jogador em campo.
Os da casa bem tentaram contrariar no segundo tempo e o técnico
terceirense colocou toda a carne no assador com a entrada de
Valério, que foi fazer companhia a Jardel. Mas a iniciativa atacante
continuava do lado do Serzedelo, sempre mais consciente na
estruturação do processo ofensivo. O recém-entrado David dispôs de
quatro situações claras de golo, mas seria o capitão Maurício a
sentenciar a partida. Azevedo, no último minuto do tempo de
compensação, fez, de grande penalidade, o tento de honra.
Fraquinho é o adjectivo que melhor explica a actuação do trio de
arbitragem, que se pautou por muito nervosismo e alguma
precipitação, com decisões, no mínimo, incompreensíveis.
Ficha técnica
Árbitro: Bruno Costa (AF Aveiro).
Auxiliares: José Costa e José Santos.
Vilanovense: Matias; Rui, Márcio, Cruz (Joka, 45) e Azevedo;
Cris, Fábio
(Paulo César, 33), Zezinho e Jardel; Fábio Pomba (Valério, 57) e
César Costa.
Treinador: Álvaro Pereira.
Serzedelo: Rui Neto; Carlos Filipe, Élio, Pinto e Nera; Dias
(Miguel Mota, 87), Xavi, Maurício e Luís (David, 65); Ricardinho
(Capucho, 71) e Feliz.
Treinador: Marco Alves.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Luís (39), Maurício (84) e Azevedo (90+3 gp).
Disciplina: cartão amarelo para Ricardinho (22), Azevedo (30), Cris
(33), Jardel (66), Rui (80) e Valério (90+3). |
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Época 2008/2009 - Sorteio Taça de Portugal
Vilanovense recebe o Serzedelo
(Guimarães).
20/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV - DSP
Num sorteio em que acima de tudo a a
sorte não foi madrasta para o Vilanovense, o clube alvi-negro recebe
o GD Serzedelo no próximo dia 31 de Agosto.
O S.C.
Vilanovense recebe o Grupo Desportivo de Serzedelo que milita na III
Divisão - Série B para a 1ª eliminatória da Taça de
Portugal.
O G.D. Seerzedelo fica localizado na
freguesia de Serzedelo, do concelho de Guimarães, e é filiado
na Associação de Futebol de Braga.
Num sorteio onde apenas estão presentes equipas da II e II Divisão,
os restantes encontros das equipas Açorianas foram os seguintes:
Operário e Praiense, as duas equipas açorianas que se preparam para
disputar o campeonato da II divisão nacional, série C, vão
estrear-se fora de casa na remodelada Taça de Portugal. O sorteio
realizado ditou também a deslocação dos fabris ao terreno do
Barreirense, enquanto que o conjunto da Praia da Vitória viaja até
Messines para medir forças com o Messinense, uma deslocação longa
que os responsáveis dos clubes insulares temiam.
Confirma-se também a pouca sorte do Operário que volta a jogar fora,
mas desta vez não tão longe do centro de Lisboa, pelo que no aspecto
financeiro a deslocação não será tão desvantajosa. O mesmo não se
pode dizer do União Micaelense que terá de enfrentar uma longa
viagem até Vila Real para defrontar a equipa local.
Fora de portas jogará também o Rabo de Peixe que terá pela frente o
Marinhense. Apuradas estão as equipas do Madalena e do Lusitânia que
pelo facto de terem ficado isentas têm presença garantida no sorteio
da segunda eliminatória.
Em casa jogam as restantes seis formações que por esse motivo não
terão gastos acrescidos. É o caso do Angrense que recebe o
Quarteirense, do Marítimo que receberá a visita da Sanjoanense e do
Capelense que terá pela frente o Aliados de Lordelo. Diante dos seus
adeptos também jogará o Boavista frente ao Nelas. ao passo que o
Vitória fará as honras da casa perante o Arouca. Todos os jogos
estão agendados para 31 de Agosto.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Vila Nova
Eficácia alvi-negra.
20/Agosto/2008
Texto por: Daniel Costa | DI/DSP - Paulo Mendonça | SCV
Numa partida onde os “encarnados”
revelaram maior consistência, foram os alvi-negros os mais eficazes.
Com a vitória do Vilanovense, o Praiense venceu o Torneio da Vila
Nova. Na jornada que antecedeu este encontro o Praiense empatou a
zero com o Angrense.
Vilanovense e
Angrense defrontaram-se no último jogo do Torneio d a
Vila Nova, partida em que os encarnados tinham de vencer por uma
margem folgada se pretendessem destronar o Praiense do primeiro
lugar, objectivo que não sucedeu, uma vez que saíram derrotados e o
vencedor do torneio acabou por ser o conjunto da Praia da Vitória.
Apresentando uma base já muito rodada e com um plantel que sofreu
poucas alterações, embora retocado aqui e ali por alguns jovens e
sob o comando do experiente Vitória, o Angrense patenteou uma maior
consistência, o que lhe permitiu controlar o jogo através de um
futebol mais fluído, dinâmico e agradável de seguir.
Tirando partido do seu maior entrosamento, os pupilos de João
Eduardo Alves aos poucos começaram a criar alguns embaraços à defesa
adversária, que apesar de tudo, com maior ou menor dificuldade, lá
ia resolvendo os problemas que o oponente lhe colocava,
Com um plantel que sofreu mais alterações, os alvi-negros denotaram
maiores dificuldades óbvias de entrosamento, optando por jogar de
trás para a frente, preferencialmente através do passe longo e dos
cruzamentos para a área, opção que criava sempre embaraços à
defensiva encarnada.
Com o decorrer do tempo, o Angrense foi perdendo a pressão exercida
sobre o Vilanovense e os pupilos de Álvaro Pereira, por seu turno,
foram ganhando confiança e destreza, o que lhes permitiu equilibrar
a contenda a meio-campo, desenrolando-se aí o jogo, longe das
balizas sem grandes situações para alvejar as redes.
Até que após um ressalto vindo da área encarnada, Christopher
Silveira com um remate colocado fez a redondinha entrar na baliza de
Delmindo, sem hipóteses para o guardião angrense. Este golo apareceu
no melhor período do Vilanovense e daí até ao intervalo o Angrense
desorganizou-se um pouco, facto bem aproveitado pelos locais para
subirem mais no terreno.
No segundo tempo vieram as substituições, e como já é habitual
nestas situações, o jogo perdeu qualidade, passando a ser jogado
mais aos repelões, originando mais contactos físicos e
consequentemente maiores interrupções, tornando-o mais monótono.
Neste contexto, o Angrense continuou a apresentar o seu fiel esquema
embora com outros protagonistas, enquanto o Vilanovense mexeu no
conjunto mais selectivamente, numa conjuntura de jogar para o
resultado onde foi notório já a componente competitiva.
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Tiago Matias; Nuno Espínola, Rui Bettencourt,
Bruno Lopes e Marco Azevedo; Christopher Silveira, Fábio Silva,
Carlos Silva e César Costa; Francisco Fagundes e Marco Brasil.
Jogaram ainda: Miguel Prenda, Paulo Areias, Pedro Luís e Bruno Cruz.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Delmindo; Gilberto, Ruben, Zezinho e Márcio; Miguel
Oliveira, Vitória e Rui; Miguel Vaz, Nuno Lima e Tiago. Jogaram
ainda: Ivo, Magina, Pedro, Fábio e Délcio.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 1-0.
Marcador: Christopher Silveira (28).
Disciplina: cartão amarelo para Gilberto (28) e Carlos Silva (82).
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Vila Nova
Vilanovense
perde na abertura.
20/Agosto/2008
Texto por: Carlos do Carmo | DI/DSP - Paulo Mendonça | SCV
Praiense venceu o Vilanovense e colocou-se em boa
posição para vencer o Torneio da Vila Nova. Os da casa precisam
rever alguns aspectos a nível defensivos, apesar de nos últimos
trinta minutos não existir qualquer distinção entre a equipa que
milita na II ou III Divisão.
No primeiro
frente-a-frente do Torneio de Verão da Vila Nova, o P raiense
não encontrou grandes dificuldades para vencer, conforme reflectem
os números finais: 4-0.
O jogo até começou bem para os da casa, que delineavam jogadas bem
concebidas até à área adversária. Diga-se, em abono de verdade, que
até ao primeiro golo a equipa praiense pouco ou nada fez para
justificar a vantagem, pois os anfitriões cortavam todas as linhas
de passe, obrigando os pupilos de Moisés Pacheco a usarem os passes
longos para tentar surpreender a defensiva local.
Aos poucos, e sob a batuta de Tiago (o melhor em campo), a turma da
Praia começou a equilibrar a balança e o corredor esquerdo local
passou por sérias dificuldades para travar a perícia dos
forasteiros. O jogo estava a ser muito disputado a meio-campo, com
marcações individuais muito cerradas quando Diogo subiu no terreno,
aproveitou uma abertura junto à linha para fazer um cruzamento
certeiro para a cabeça de Queirós, que completamente à vontade só
teve de confirmar o tento inaugural, perante tanta apatia na
defensiva caseira.
O Praiense adiantava-se no marcador e Tiago punha a cabeça em água
aos da Vila Nova quando arrancava com a bola colada aos pés. Numa
oferta (mais uma…), da defensiva da casa, Queirós foi derrubado pelo
guarda-redes Matias e o mesmo converteu o castigo máximo, aumentando
o marcador para 0-2. A turma anfitriã esmoreceu com o golo e o jogo
perdeu algum fulgor. As marcações individuais mantinham-se, com luta
acesa no meio-campo e com algumas entradas ríspidas, sobretudo da
parte dos jogadores de Moisés Pacheco.
Até ao intervalo a baliza da Vila Nova passou por alguns apuros,
sempre com Tiago em destaque, mas as redes continuaram intactas até
ao apito do árbitro.
A segunda parte trouxe muitas substituições ao jogo, mas o ritmo
manteve-se dinâmico, com o Praiense a voltar à carga. Nos minutos
iniciais, o recém-entrado Brito desperdiçou boa oportunidade, mas
pouco depois Luís Filipe mexeu no placard, fazendo aumentar a
diferença para 0-3, após livre na direita, em que tanto a defesa
como o guarda-redes não ficaram isentos de culpas.
Fábio foi fazer companhia a Jardel na frente de ataque, mas a bola
raramente chegava em condições ao duo atacante da Vila Nova, pois o
seu meio-campo estava demasiado lento e previsível a lançar as
ofensivas. O Praiense partia sempre em rápidos ataques tentando
surpreender a retaguarda adversária, e com homens rápidos como
Brito, Anísio e Luís Filipe todo o cuidado era pouco para os da
casa.Com o resultado em 0-4, e já em tempo de descontos, Pedro
falhou de forma inglória o tento de honra dos locais, após boa
iniciativa de Fábio. Diga-se porém, que antes disso, o Praiense teve
ocasiões de sobra para dilatar a diferença no placard.
O Vilanovense precisa dar maior coesão ao sector defensivo se não
quiser passar por amargos de boca na próxima temporada na série
Açores. Com a inclusão de Valério no ataque é provável que este
sector ganhe maior dinamismo, mas o calcanhar de Aquiles da
aguerrida turma vilanovense é mesmo o sector recuado.
O Praiense cumpriu a sua missão, mas tornamos a repetir que não é
com opositores regionais que Moisés Pacheco ficará elucidado acerca
do real potencial dos seus comandados…
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Matias; Narciso, Cruz, Nuno Hélder e Rui; César,
Prenda, Azevedo e Cris; Jardel e Fábio Silva. Jogaram ainda: Joca,
Pedro, Paulo, Fábio, Zezinho, Tequilla, Telmo e Ronaldo.
Treinador: Álvaro Pereira.
Praiense: Ricardo; Diogo, Tiba, Camacho e Sabugueiro; Marco,
Queirós e Borges; Samuel, Thiago e Moreira. Jogaram ainda: Anísio,
Brito, Luís Filipe, Laurindo, André, Meta e Mike.
Treinador: Moisés Pacheco.
Ao intervalo: 2-0.
Marcadores: Queirós (20 e 30) e Luís Filipe (50 e 56).
Disciplina: nada a assinalar.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Aniversário
Vilanovense
festeja aniversário.
12/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
O Sport Clube Vilanovense
festeja mais um dos seus
55 anos de existência, com a organização de um torneio triangular de
f utebol.
Será mais uma oportunidade onde os pupilos de Álvaro Pereira poderão
presentear os adeptos alvi-negros com os seu dotes futebolísticos.
O
Sport Clube Vilanovense comemora o seu 55º aniversário no dia 15 de
Agosto de 2008. Para a data festiva já está agendada uma grande
festa que contará com um Triangular, onde para além da equipa da casa
Praiense e Angrense são os convidados do clube da Vila Nova. Os
jogos irão decorrer nos dias 15,16 e 17 de Agosto.
O jogo de apresentação oficial do plantel Sénior para a época 2007/2008 está
agendado para esta data. O dia 15 de Agosto promete ser um dia em grande na
freguesia da Vila Nova. Não falte a esta grande festa para todos os
sócios e simpatizantes do clube alvi-negro.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Praia
Vilanovense
termina na terceira posição.
12/Agosto/2008
Texto por: Carlos do Carmo | DI/DSP
O Sport Clube Vilanovense
garantiu o terceiro
lugar no Torneio da Praia da Vitória, ao superar o Lusitânia no
desempate por pontapés da marca de grande penalidade. O resultado
após o desenlace final,foi novamente de 2-2.
Num
jogo típico de pré-temporada, o Vilanovense arrecadou o terceiro
posto no Torneio da Praia da Vitória, ao bater o Lusitânia no
desempate
por pontapés da marca de grande penalidade (4-2), após 2-2 no final
dos 90 minutos.
Convenhamos que com uma semana de trabalho não seria lícito exigir
muito mais às equipas intervenientes, até porque estiveram ausentes
peças consideradas fundamentais. Basta referir, como mero exemplo,
os casos de Veredas, Tequila e Filipe, no Lusitânia, e Valério, no
Vilanovense.
Ainda assim, cremos que Manuel da Costa e Álvaro Pereira terão
tirado ilações deveras importantes, sendo, quanto a nós, as mais
preocupantes relacionadas com as fragilidades defensivas
apresentadas. Aliás, os quatro golos registados durante os 90
minutos são, acima de tudo, fruto da pouca coordenação/concentração
dos sectores mais recuados, tendência já verificada nos encontros
anteriores.
Como se compreende, as transições ofensivas e, sobretudo, defensivas
ainda estão longe do pretendido, conquanto tenha ficado um esboço
claro daquilo que os treinadores desejam.
O Lusitânia parece apostado num futebol mais elaborado, em que a
reconhecida técnica individual dos homens do miolo terá um papel
decisivo, ao passo que o Vilanovense será, ao que tudo indica, uma
equipa pressionante na zona do meio-campo com o intuito de tirar
dividendos da velocidade dos seus atacantes. Faltará, agora,
aperfeiçoar os indispensáveis automatismos, o que exige tempo,
paciência e, acima de tudo, trabalho.
Depois de uma etapa inicial em que os “verdes” assumiram as despesas
do encontro, o Vilanovense regressou dos balneários determinado a
alterar o rumo dos acontecimentos. O Lusitânia pareceu, então, um
pouco menos fresco do que o antagonista, o que ajudou a equilibrar
os pratos da balança.
Ainda assim, jogou-se durante largos períodos longe das balizas,
fruto do pouco entrosamento dos contendores e do baixo ritmo imposto
pelos atletas. Como referimos anteriormente, apenas os lapsos
defensivos permitiram que o marcador funcionasse por quatro vezes.
Não sendo os resultados o aspecto mais valorizado nesta fase da
época, a verdade é que o campeão em título da AFAH alcançou dois
interessantes empates, ambos a dois golos, com os rivais de Angra do
Heroísmo, o que não deixa de constituir um incentivo para o futuro.
Ficha técnica
Árbitro: Hélio Pereira.
Auxiliares: Luciano Rocha e Augusto Vieira.
Lusitânia: Manuel José; Branco, Ricardo, Dário e Bebé; Alex,
Benjamim, João Melo e Nuno do Ó; Fábio e Joka. Jogaram ainda: David
I, Celso, Ivo, David II, Jorge e Zula.
Treinador: Manuel da Costa.
Vilanovense: Ronaldo Soares; Marco Brasil, Nuno Hélder, Bruno
Lopes e Carlos Silva; Paulo Areias, Pedro Luís, Marco Azevedo e
Fábio Silva; Miguel Prenda e Jardel. Jogaram ainda: Roberto
Leonardo, Gabriel Silva, Telmo Miranda, Bruno Cruz, César Costa e
Cristopher Silveira.
Treinador: Álvaro Pereira.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Pedro Luís (6), Nuno do Ó (23), Fábio (44) e Alex (70 pb).
Disciplina: nada a assinalar.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Praia
Primeiro teste
termina empatado a duas bolas.
12/Agosto/2008
Texto por: Carlos do Carmo | DI/DSP
Os quatro golos
apontados pelas duas equipas não foram suficientes para disfarçar
algumas lacunas próprias de pré-temporada. O Angrense chegou à
vitória nas penalidades, apesar da excelente réplica deixada deixada
pelo Vilanovense. Assim sendo, o Vilanovense vai jogar o jogo
de 3º e 4º Lugar diante do Lusitânia, que perdeu por 5-0 diante do
Praiense.
Foi
um típico encontro de início de época aquele que Vilanovense e
Angrense apresentaram na Praia da Vitória em partida inserida
no
torneio daquela cidade.
Desde cedo que os homens da cidade Património Mundial conquistaram
as rédeas do jogo e encostaram o adversário à sua área, mas seria
numa rápida jogada de contra-ataque alvi-negra que as redes de
Matias seriam violadas, após remate rasteiro de Jardel, culminando
uma bela triangulação ofensiva.
Contra a corrente do jogo o conjunto de Álvaro Pereira adiantava-se
no marcador e, até ao golo do empate, Matias teve de desviar um
poderoso remate de Daniel para canto e logo a seguir evitou que a
cabeçada de Ruben se anichasse nas redes.
O Vilanovense era cada vez mais empurrado para a sua área e o empate
acabou por acontecer com naturalidade após uma falha de comunicação
entre Rui e o seu guarda-redes, que foi bem aproveitada por Tiago
para aplicar um chapéu ao guarda-redes com uma cabeçada oportuna.
Quando se pensava que com o empate o Angrense ia partir ainda mais
para cima do adversário, o jogo tornou-se monótono, muito físico,
com muitas bolas pelo ar. O Vilanovense tem um meio-campo que
defende com afinco, pois tanto Azevedo como Capucho são elementos
que preenchem bem os espaços no centro do terreno, e quando se tem
pela frente homens com a qualidade de passe de Silveira, todo o
cuidado é pouco, e Capucho que o diga pois seguiu o motor angrense
por todo o terreno.
Contra uma equipa teoricamente mais forte, a turma do concelho da
Praia limitou-se a espreitar o contra-ataque que só funcionou em
pleno aquando do tento inaugural.
Após o intervalo, o encontro continuou igual e até aos 75 minutos de
jogo digno de registo só uma perdida incrível de Rui que tinha
apenas Matias pela frente quando cabeceou, e depois quando o mesmo
Matias (o melhor em campo) desviou para canto, de forma categórica,
um livre de Silveira.
Obviamente que as substituições foram tirando qualidade ao encontro
e nem a entrada de Magina conseguiu trazer algo de novo, pese embora
toda a sua reconhecida capacidade técnica. Com Nuno do lado
esquerdo, Magina ao centro e Rui do lado direito, a equipa de Angra
pressionava mas sem criar perigo a não ser nos lances já referidos.
Perto do final do prélio a emoção voltaria com o golo do Vilanovense.
Na sequência de um penalty a punir uma mão de Silveira na bola.
Azevedo (um dos melhores em campo) desfez a igualdade e minutos
depois, já em descontos, o irrequieto Miguel foi derrubado na área e
Silveira redimiu-se da falha anterior para restabelecer a igualdade,
também de castigo máximo.
No desempate por penalidades, a fava calhou a Christopher que
permitiu a defesa a Délcio, e acabou por oferecer a vitória à turma
angrense. O Angrense fez o seu papel de equipa mais rotinada e com
maior experiência na série Açores, mas o Vilanovense, para
estreante, esteve bem, e com o segundo golo galvanizou-se subindo um
pouco mais no terreno.
Ficha técnica
Árbitro: Francisco Lima.
Auxiliares: Paulo Santo e José Brasil.
Vilanovense: Matias; Narciso, Márcio, Nuno Hélder e Rui;
César, Azevedo, Capucho e Jardel; Pedro e Cris. Jogaram ainda: César
Costa, Fagundes, Fábio Silva, Christopher, Miguel Rodrigues, Areias,
Bruno Cruz e M. Brasil.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Délcio; Gonçalo, Flor, Ruben e Pedro; Daniel, Rui,
Nelson e Silveira; Tiago e Ivo. Jogaram ainda: Miguel, Magina, Nuno,
Isidro, Gilberto, Márcio, Areias e Oliveira.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Jardel (5), Tiago (20), Azevedo (77 gp) e Silveira (90+2
gp).
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Época 2008/2009 - Livro de Visitas
Livro de Visitas está novamente operacional
06/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Novo Livro de visitas do site do Sport Clube Vilanovense.
O
novo espaço onde os visitantes do site oficial do Vilanovense podem
colocar as suas mensagens, já se encontra activo e a funcionar após algum tempo de interregno
por motivos de
problemas no servidor. As mensagens anteriormente escritas no livro
também se encontram disponíveis, mas por questões técnicas com
formato diferente para evitar a elevada quantidade de
mensagens publicitárias nele transcritas.
Espera-se que este espaço volte a ser o local on-line onde para além dos sempre bem recebidos comentários de vilanovenses radicados no estrangeiro, os simpatizantes do
Vilanovense poderão voltar a deixar as suas mensagens de incentivo ao clube.
A direcção reserva-se no direito de remover todas as mensagens não
identificadas e que porventura possam ser ofensivas, conterem
linguagem obscena, ou difamem o Clube ou os seus
representantes (jogadores, directores, treinadores, associados).
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Época 2008/2009 - Reforços e Pré-época
Nuno Hélder é o décimo reforço.
06/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
O Sport Clube Vilanovense chegou a acordo com mais um atleta para fazer face á época que se avizinha. Trata-se de Nuno
Hélder que na temporada transacta representou as cores do S.C. Praiense.
A equipa começou a treinar desde o passado dia 1 de Agosto.
O experiente lateral esquerdo é a mais recente contratação da equipa da Vila Nova. " Além de ser jogador com formação açoriana e com algumas épocas de casa, é um atleta com muita experiência a
nível de série Açores. Estes foram factores decisivos para a contratação deste jogador, que
provavelmente será o ultimo", afirma o presidente do Vilanovense. Adelino Pinheiro também refere que "a contratação deste atleta não altera em nada o orçamento previsto para esta época, pois o atleta em questão, fazia parte de uma lista de
possíveis reforços que poderiam ingressar no clube.
Recorde-se que a turma alvi-negra iniciou os trabalhos com vista á época 2007/2008, no passado dia 1 de Agosto,
com treinos diários em que os vinte e dois jogadores ao dispor de
Álvaro Pereira tem mostrado uma entrega total para mostrarem ao
treinador o porquê de fazerem parte do plantel. A direcção
encontra-se bastante esperançada e confiante no grupo de trabalho
que, acreditando que este grupo dá garantias mais que suficientes
para a realização de uma temporada sem sobressaltos em que a
manutenção será o principal objectivo.
O primeiro jogo da equipa da Vila Nova será no
próximo dia 9 de Agosto no Torneio das Festas da Praia. O
adversário será o S.C. Angrense. Além das duas equipas referidas, S.C. Lusitania e S.C. Praiense são as restantes equipas presentes no torneio,
que jogam entre elas a disputa do outro lugar na final do torneio. A
final e jogo de 3º e 4º lugar está agendado para Domingo.
Quanto á apresentação do Vilanovense aos seus adeptos e associados
no seu terreno, está agendada para o dia 15 de Agosto, data em que
será festejado o aniversário do clube. Será realizado um torneio
triangular no campo de Jogos da Vila Nova com as equipas do
Praiense e Angrense como convidadas. Será um dia para celebrar a data, e dar a conhecer o plantel aos alvi-negros.
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Época 2008/2009 - Reforços
Vilanovense tem a máquina quase afinada.
13/Junho/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Está praticamente planeada a temporada 2008/2009 da equipa alvi-negra com vista á presença na III Divisão Nacional - Série Açores. O Vilanovense conseguiu o concurso de nove jogadores, todos com o aval do seu treinador, e o plantel já está praticamente fechado. Eventualmente poderá existir uma ou outra vaga para algum jogador que possa vir para fazer a diferença. Sobre a manutenção de Álvaro Pereira como timoneiro do plantel da Vila Nova, Adelino Pinheiro assume que
esta escolha “obviamente que tinha de ser feita, pois o Vilanovense dá-se ao
luxo de possuir senão o melhor, um dos melhores treinadores dos Açores”.
“A manutenção é o objectivo dos dirigentes”
A bola desde cedo começou a rolar na preparação do plantel do Vilanovense com vista á época 2008/2009. A direcção do V ilanovense que vai continuar a ser presidida por Adelino Pinheiro, já há muito que começou a encetar os primeiros contactos com vista á nova temporada. “O
núcleo principal dos atletas da época finda que conseguiu a almejada subida, já renovou o seu vinculo por mais uma época, e já conseguimos recrutar nove atletas que se enquadram na nossa politica de contratações, sendo que o clube não entrou em
loucuras financeiras que coloquem o futuro da Instituição em risco”. Para o campeonato que tem
inicio agendado para o inicio de Setembro, os dirigentes da equipa alvi-negra tem como “principal objectivo a manutenção, seja no grupo da manutenção directa, quer seja no grupo que não garante a permanência de forma directa”, afirma o seu
presidente. O inicio dos trabalhos ainda não tem a data agendada, apenas por uma questão de pormenores.
O elenco directivo do Sport Clube Vilanovense para a época 2008/2009 também já está quase elaborado e em principio terá a seguinte composição:
Assembleia-Geral: Presidente – Pires Luís, Vice-Presidente – Rui Nogueira, Secretário – Abel Nogueira. Conselho Fiscal: Pedro Vaz, Manuel Mendonça e Humberto Dinis.
Direcção: Presidente – Adelino Pinheiro, Vice-Presidente – Marco Aurélio Barbosa, Secretário – Rui Lima, Tesoureiro – Isidro Monteiro. Brevemente será apresentada aos associados e publico em geral a listagem final com os restantes directores do Sport Clube Vilanovense e cargos directivos a
desempenhar. José Vaz também continua a exercer as funções de Chefe do Departamento de Futebol. Também como já vem sendo hábito desde há quatro anos a quando do seu lançamento, Paulo Mendonça
mantêm-se como responsável pelo sitio do clube na Internet (www.vilanovense.com.sapo.pt).
“Plantel com nove caras novas”
Com nove elementos novos, o plantel do Vilanovense está praticamente encerrado com visa a
dignificar o clube e lutar pela manutenção na III Divisão Nacional – Série Açores.
Os guarda-redes Matias (ex-Angrense) e Ronaldo (ex-Lusitânia), os defesas Rui
Bettencourt (ex-Boavista) e César (ex-Angrense), os médios Miguel Prenda (ex-Boavista), Paulo
César (ex-Fontinhas) e Paulo Alves (ex-Lusitânia) e os avançados Fábio (ex-Lajense) e Cris (ex-Fayal Sport) são os novos rostos do plantel alvi-negro.
Do plantel da ultima temporada transitam doze atletas, o guarda-redes Telmo; os defesas Zezinho, Narciso, Cruz , Márcio e Tequila; os
médios Pedro
Luís, Marco Azevedo, Capucho e Jorge Brasil; e os avançados Jardel e Valério.
Estes são os 21 atletas que Álvaro Pereira possui à sua disposição para fazer face à época 2008/2009, podendo haver um ou outro reajustamento, mas em principio o plantel está praticamente encerrado.
Com uma média de idades a rondar os 23 anos de idade, no plantel do Vilanovense junta-se uma mistura de atletas com alguma
experiência nestas andanças, com um misto de juventude e irreverência de alguns jogadores que procuram a
oportunidade de se afirmarem no futebol Açoriano.
Adelino Pinheiro está muito satisfeito com o plantel conseguido, e enaltece a permanência do
núcleo de jogadores que foram decisivos na subida de divisão, e deseja que “os novos elementos que vão representar as cores do Vilanovense, o façam acima de tudo com muita vontade e dignidade”. Adelino Pinheiro deixa também uma palavra de apreço para três ex-jogadores da ultima época, Marco Meneses (Cebola), Semedo e
Vítor Lopes que não vão poder fazer parte do plantel devido a não
possuírem mais do que quatro anos de prática em escalões de formação nos Açores, logo não são considerados atletas da Região. O
líder directivo dos alvi-negros considera que “é ridículo, visto pelo menos dois deles apesar de terem iniciado tarde a pratica da modalidade a
nível Associativo, são naturais da Ilha Terceira e sempre foram residentes nos Açores”. Uma vez que o plantel do Vilanovense será composto apenas por jogadores formados na Região em virtude dos apoios finaceiros, estes três atletas não farão parte do plantel. O presidente do
Vilanovense deseja a estes ex-atletas “as maiores felicidades quer a
nível pessoal, quer desportivo”.
“A experiência de Álvaro Pereira é uma mais valia”
O Vilanovense vai encarar a nova temporada "com realismo e sem entrar em loucuras".
Os objectivos são claros e óbvios. Adelino Pinheiro sabe que a luta por um lugar no quinteto dos primeiros será muito
difícil, em virtude de o vencedor da Serie Açores ter acesso á subida directa, logo vai existir uma aposta forte por parte de algumas equipas. Sendo que no seu entender
Lusitânia, A ngrense, União
Micaelense e Madalena tem outro tipo de argumentos que o Vilanovense não possui, e provavelmente apenas resta uma vaga no grupo da manutenção directa. Adelino Pinheiro tem a noção que a manutenção na Série Açores “será uma tarefa muito
difícil e complicada, mas uma coisa também é certa, esta temporada mais do que três equipas não descem, inclusive descem só duas se o Praiense e o Operário não descerem da II Divisão Nacional”. Sabendo de antemão que irá ser ser uma tarefa árdua para os pupilos de Álvaro Pereira, o presidente da turma da Vila Nova acredita em Álvaro Pereira, pois é um técnico que “tem um passado como jogador invejável por muitos, e terá certamente a melhor formula para colmatar alguma inexperiência nestas andanças por parte da equipa, embora mais de 75% do plantel já tem alguma experiência de Série Açores. Álvaro
Pereira será uma mais valia para este grupo ”.
Adelino Pinheiro refere também que a aposta na continuidade de Álvaro Pereira “é uma aposta para continuar se
possível por muitos e bons anos”. “Não são todos os clubes que se podem dar ao
luxo de ter um um técnico tão conhecedor da matéria e acima de tudo um condutor de homens como o Álvaro Pereira á frente dos destinos da sua equipa”. Para Adelino Pinheiro “é o treinador certo para levar o barco a bom porto”. Álvaro Pereira que esta época terá como seu adjunto o antigo capitão da equipa na temporada transacta, Rui Vicente, que deverá por o fim em definitivo na carreira de futebolista. O departamento
clínico ficará novamente entregue a Álvaro Coelho que há mais de uma
década já é o responsável pela recuperação dos atletas do Vilanovense.
“Quem dá, dá o que pode, e quem pede espera sempre mais”
Para finalizar o presidente do clube do Ramo Grande advoga que sente “orgulho de ser dos poucos clubes que não deve nem um centimo a ninguém, nem mesmo para com nehum dos atletas que não quiseram permanecer no clube”. “Para que o clube continue a honrar os seus compromissos, esperamos continuar a contar com a ajuda de todos os directores, também com o dinamismo, alegria e juventude da organizada claque “Os Alvi-negros”, cada vez mais com a devoção dos
sócios e simpatizantes do clube, e também com apoio financeiro, e não só, de todos os patrocinadores e da
Câmara Municipal da Praia da Vitória e Junta de Freguesia da Vila Nova, para que todos consigamos chegar ao final da temporada, principalmente com a cabeça levantada”. Numa altura em que a crise está instalada no nosso pais, e o futebol não foge á regra, e “tendo a noção que quem dá, dá o que pode, e quem pede espera sempre mais”, o presidente diz que até ao momento está satisfeito com todos os
sponsors e associados, mas solicita que “não abandonem o clube se as coisas não correrem como desejadas”.
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Noticias referentes a
2007/2008: |
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.:RESULTADOS.:.CLASSIFICAÇÃO:. |
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CAMPEONATO DA AFAH - 6ª JORNADA | SP.
GUADALUPE, 4 - VILANOVENSE, 3
Campeão
termina época com derrota.
12/Maio/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Em jogo a contar
para a derradeira jornada do apuramento de campeão, jogo em que nada
estava em disputa, o
Vilanovense perdeu por 4-3 na Ilha da Graciosa
com o Sp. Guadalupe.
Uma derrota que em nada belisca a excelente temporada efectuada pelo
grande vencedor das provas da AFAH.
No
passado domingo decorreu na Ilha da Graciosa a ultima ronda do
apuramento de campeão da AFAH, uma j ornada
em que nada estava em disputa, pois o S C Vilanovense já havia se
sangrado campeão, que folgando na ronda anterior, beneficiou
da goleada por 7-1 imposta pelo Urzelinse ao opositor do Vilanovense
na ultima jornada, o Sporting de Guadalupe..
O Vilanovense
até entrou bem no encontro começando a vencer por 2-0, mas o
resultado final foi favorável para a equipa da Ilha Branca que
derrotou a turma da Vila Nova por 4-3.
Os pupilos de
Álvaro Pereira que nada tinham em disputa para este encontro,
encaram o jogo de uma forma mais tranquila do que o habitual, o que
acabou por valer uma derrota, mas que em nada belisca a excelente
carreira efectuada na temporada 2007/2008.
Finda a época
2007/2008, mais uma época de ouro para os alvi-negros, o Vilanovense
venceu o Torneio de Preparação da Terceira, o Campeonato da Ilha
Terceira e o Apuramento de Campeão da AFAH e respectivo acesso a
disputar a III Divisão Série Açores na próxima época.
Agora é tempo de
pensar e começar a preparar o futuro, pois o actual presidente do SC
Vilanovense Adelino
Pinheiro
ainda não confirma se será
candidato ou não ás próximas eleições para a liderança do clube. Qualquer
que seja a decisão de
Adelino Pinheiro, ninguém lhe tira o mérito de em conjunto com a sua
restante direcção, construir
um projecto capaz
de reerguer o S.C. Vilanovense durante estes últimos três anos acima de
tudo financeiramente, mas também desportivamente com a conquista
de títulos a nível dos seniores, mas também com as boas prestações
desportivas dos reactivados escalões de formação.
Recordemos
(publicado no Diário Insular e site do clube) o que disse Adelino
Pinheiro no dia 15 de Agosto de 2007, altura do 54º aniversário do clube
e quando da apresentação do plantel aos sócios no inicio da época:
"queremos conquistar todas as provas no âmbito da ilha Terceira, mas
também desejamos alcançar o acesso à Série Açores”. Alguns acharam
acharam exagero, outros disseram que seria um sonho, mas afinal foi um
objectivo realizado.
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CAMPEONATO DA AFAH - 5ª JORNADA | URZELINENSE,
7 - SP.
GUADALUPE, 1
Vilanovense é o campeão
2007/2008 da AFAH...
05/Maio/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Em jornada em que folgou, a equipa da Vila
Nova sagrou-se no novo campeão da AFAH, beneficiando da derrota da
equipa
da Graciosa, o Sp. de Gualdalupe, que ainda podia aspirar ao trono
se vencesse o Urzelinense.
No
passado domingo decorreu na Ilha de São Jorge a quinta jornada do
apuramento de campeão da AFAH em
escalão de Seniores,
e a turma da Graciosa foi goleada pela equipa da casa , o Urzelinense por
sete bolas a uma. Ao intervalo o Urzelinense já goleava por 4-1.
Numa ronda em
que a equipa Vilanovense folgou, a vitoria dos jorgenses ofereceu de
bandeja o ceptro de campeão ao Vilanovense que mesmo folgando
conseguiu vencer.
Domingo, dia 11
de Maio joga-se a ultima jornada, e o Vilanovense já campeão
vista o Sporting de Guadalupe, num jogo de consagração para os
vencedores.
O Sport Clube
Vilanovense está de parabéns pela brilhante carreira desportiva na
época 2007/2008.
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CAMPEONATO DA AFAH - 4ª JORNADA | VILANOVENSE,
4 - URZELINENSE, 1
Queijo saboroso...
28/Abril/2008
Texto por: Carlos
do Carmo | DI
De facto, esta equipa de S. Jorge foi um autêntico aperitivo para
os jogadores da Vila Nova que saciaram a sua fome de golos, num jogo
assistido por imenso público. O Vilanovense goleou o Urzelinense por
4-1.
O
Urzelinense nem por sombras foi equipa para assustar o Vilanovense
que mostrou um futebol acutilante, agressivo e bastante
agradável,
sobretudo na etapa complementar do jogo.
Com Capucho adaptado a central, e um meio-campo onde Azevedo foi rei
e senhor, o conjunto da casa desde cedo tomou as rédeas do encontro
e empurrou o opositor para a sua área. Contudo, e contra a corrente
do jogo, os forasteiros quase marcavam num lance de contra-ataque,
em que valeu aos locais a destemida saída de Telmo da baliza,
perante o isolado Vinícius.
Na resposta, o Vilanovense quase marcava, mas ninguém surgiu a
emendar, à boca da baliza, o remate rasteiro de Valério. Não foi
preciso esperar muito para ver o Vilanovense na frente, pois, na
sequência de um longo lançamento lateral, Jardel ganhou nas alturas
e com a nuca fez a bola sobrevoar o desamparado Soares; Joca só teve
de empurrar para o fundo da baliza ante a passividade dos jorgenses.
Com os anfitriões na frente do marcador, o jogo perdeu qualidade,
mas, mesmo sem jogar bem, o Vilanovense foi a equipa que melhor
explanou o seu futebol.
O Urzelinense tinha em Monteiro e Vinícius os elementos mai s
inconformados. No entanto, à excepção destes dois atletas e do
guarda-redes, este conjunto que veio de São Jorge, e equipa à FC
Porto, é de uma fragilidade atroz! Durante o jogo todo só criou dois
lances de perigo (o que já referimos e o golo), e nunca conseguiu
incomodar a turma da casa.
O Vilanovense foi para o intervalo a vencer pela diferença mínima,
mas na segunda parte acabou por alcançar naturalmente mais golos,
tal era a avalanche atacante dos terceirenses. O segundo golo nasce
de um livre de Moreira que rematou de longe, a bola bateu em Dias
traindo o seu guarda-redes. Vendo a sua equipa perder e a ser
dominada, o treinador visitante tira dois defesas e mete… dois
defesas! Antes dessas substituições já tinha metido Teixeira que foi
jogar no lado direito do ataque, mas pouco se viu.
O conjunto da casa dava um autêntico banho de bola ao adversário e
foi com naturalidade que Valério e novamente Moreira alvejaram as
redes de Soares. Já em período de compensação, Vinícius marcou o
tento de honra, na segunda jogada digna desse nome por parte dos
visitantes.
Já cheira a série Açores na Vila Nova e agora resta aguardar pelos
próximos desfechos, mas por aquilo que observámos nestes dois jogos
(Guadalupe e Urzelinense), sinceramente, não estamos a ver a equipa
de Álvaro Pereira baquear na Graciosa…
Tivemos
muitas dúvidas em dois off-sides assinalados ao Vilanovense (num
deles temos quase a certeza que Valério estava em jogo…) ainda na
primeira-parte. Porém, o trabalho da equipa de arbitragem pautou-se
pela regularidade.
Ficha técnica
Árbitro: Paulo Melo (AF Angra do Heroísmo).
Auxiliares: Luís Borges e João Soares.
Vilanovense: Telmo; Márcio, Narciso, Tequilha e Capucho; Joca
(Cruz, 70), Azevedo, Moreira e Filipe (Pedro, 70); Valério (Marco,
73) e Jardel.
Suplentes não utilizados: Victor, Branco e Vicente.
Treinador: Álvaro Pereira.
Urzelinense: Soares; Dias (Homem, 58), Azevedo, Arnaldo e Rui
Silva (Teixeira, 45); Claudielson (Vieira, 61), Monteiro, Gary e
Paulo Cabral; José Sofia e Vinícius.
Suplentes não utilizados: Cardoso e Cássio.
Treinador: Hélder Teixeira.
Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Joca (21), Moreira (52 e 72), Valério (69) e
Vinícius (90+1).
Disciplina: cartão amarelo para Jardel (5), Valério (40),
Gary (81), Monteiro (86), Paulo Cabral (88) e José Sofia (90+2).
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CAMPEONATO DA AFAH - 3ª JORNADA | VILANOVENSE,
2 - SP.
GUADALUPE, 0
Vilanovense,
olé!
21/Abril/2008
Texto por: Carlos
do Carmo | DI
Num jogo onde, de facto, a qualidade do futebol praticado não foi
nada boa, venceu a equipa que mais fez por isso.
Os visitantes povoaram imenso o meio-campo e deixaram o
irrequieto Flávio Silva sozinho na dianteira, na tentativa de
 surpreenderem
os locais com um rápido contra-ataque. Quando a equipa
forasteira subia em bloco, Flávio recebia apoio de José Silva e
Emanuel nas alas. Contudo, o futebol da equipa graciosense era
demasiado previsível, e quase todas as jogadas de perigo nasciam
mais da distracção dos jogadores locais do que por mérito da
turma visitante.
Com Valério e Jardel bem apoiados por Joca, os anfitriões
criaram oportunidades de sobra para chegarem ao intervalo com
vantagem no marcador. Porém, Valério não esteve nos seus dias, e
falhou lances que não costuma enjeitar. Cada vez que os locais
punham o pé no acelerador criavam perigo na área contrária. O
problema é que raramente aumentavam o ritmo de jogo, o que o
tornava monótono.
Apesar do ruidoso apoio vindo das bancadas, o Vilanovense
abusava dos lançamentos para a velocidade de Valério que esteve
muito vigiado por Picanço e Fernando Melo (este jogou mais nas
sobras do que na marcação individual). O Sporting Guadalupe
povoava imenso a zona defensiva, e raramente saía para o ataque,
e quando o fazia era sempre da mesma forma solicitando a rapidez
de Flávio.
Após o intervalo os visitantes pareciam querer mudar o rumo dos
acontecimentos com um futebol mais apoiado. Todavia, foi sol de
pouca dura, pois o ritmo pastoso da primeira-parte acabou por
imperar novamente. Valério voltou a desperdiçar uma boa ocasião
de golo quando preferiu o contacto com o defesa, em detrimento
do remate de primeira; e minutos depois os locais adiantaram-se
no marcador, na sequência de uma grande-penalidade cobrada |