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Noticias referentes a
2008/2009: |
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.:RESULTADOS.:.CLASSIFICAÇÃO:. |
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Comentários no site do SCV e não só
07/Novembro/2009
A Direcção do Vilanovense
apela a que os seu adeptos, sócios e simpatizantes que apoiem o
clube de forma construtiva, pois se fo r
para "destruir" o trabalho que está a ser desenvolvido em prol do
Vilanovense, o clube dispensa este tipo de apoio. Quantos aos comentários
no site, informamos
que este este espaço foi colocado on-line para
que além dos sempre bem recebidos comentários de vilanovenses radicados no estrangeiro, os simpatizantes do
Vilanovense possam deixar as suas mensagens de incentivo ao clube.
Não foi criado com intenção de ser utilizado para "lavar roupa
suja".
A direcção reserva-se no direito de remover todas as mensagens não
identificadas e que porventura possam ser ofensivas, conterem
linguagem obscena, ou difamem o Clube ou os seus
representantes (jogadores, directores, treinadores, associados).
Quanto aos "alegados" dirigentes de outros clubes, e
respectivos comentários sobre "alegados" valores que o Vilanovense
apoia os seus atletas, informamos que é uma questão interna do clube
e que certamente a ele não lhe diz respeito. Já agora sugerimos que
deixe também os seus comentários no site do seu clube. Pois é, nem
todos os clubes tem um espaço on-line, e certas e determinadas
"pessoas" que se escondem atrás de nomes fictícios, não tem onde
escrever.
Quantos aos sócios do
SCV, pois são sócios do nosso clube, que queiram obter reais
informações, solicitem marcação de reunião junto da direcção, e como
o Vilanovense é um clube de bem, como todos os directores que gerem
os seu destino, e ficarão a par da real situação financeira do
clube. A direcção do Vilanovense acima de tudo, e em prol do seu
clube, rege-se por princípios de transparência e honestidade.
Sport Clube Vilanovense
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Campeonato Ilha Terceira 2009/2010 - Balanço após 4ª Jornada
2009/2010
Vilanovense é
líder...
07/Novembro/2009
Após realizadas quatro jornadas do
campeonato da Ilha Terceira 2009/2010, o Vilanovense é o líder da
pro va
apesar do inesperado acidente de percurso diante a formação das
Fontinhas. O objectivo do Vilanovense mantêm-se intacto apesar da
derrota, pois além da vitória e empate, a derrota também é um
resultado que faz parte do futebol. Conheça os resultados e
classificação até ao momento.
Amanhã (08/11/2009) o Vilanovense
desloca-se ao recinto do Belém no jogo que encerra a primeira volta
do campeonato, e tudo fará para conquistar os três pontos diante uma
das boas equipas do nosso campeonato.
Classificação
após 4 jornadas:
Classificação:
Vilanovense 9
Marítimos 9
Belém 5
Fontinhas 5
Lajense 3
Boavista 2
Resultados após 4
jornadas:
1ª Volta
1ª Jornada – 11/10/2009
BELÉM - FONTINHAS 1-1
MARITIMOS -
LAJENSE 3-1
VILANOVENSE -
BOAVISTA 1-0
2ª Jornada – 18/10/2009
LAJENSE -
VILANOVENSE 1-2
BOAVISTA - BELÉM
1-0
FONTINHAS - MARITIMOS
1-2
3ª Jornada – 25/10/2009
BELEM - LAJENSE
2-1
VILANOVENSE -
MARITIMOS 1-0
FONTINHAS - BOAVISTA
1-1
4ª Jornada – 01/11/2009
MARITIMOS - BELEM
5-2
VILANOVENSE -
FONTINHAS 0-1
LAJENSE - BOAVISTA
4-1
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Texto:
Paulo Mendonça |
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PLANTEL 2009/2010
Moisés afirma
favoritismo igual ao dos outros...
16/Agosto/2009
Moisés Pacheco, natural de S. Miguel, há muitos anos
radicado na Terceira, onde jogou no Lusitânia e no Praiense.
Como t reinador
iniciou a sua carreira à cinco anos tendo treinado o Vilanovense, o
Lajense onde foi campeão da Terceira falhando o acesso à 3ª Divisão
para o Marítimo Velense e o Praiense onde se manteve duas épocas e
meia.
Moisés está de regresso ao Vilanovense para um
projecto arrojado com um único objectivo, o regresso á terceira
divisão.
O Vilanovense vai fazer um campeonato para ser
campeão?
Moisés Pacheco:
Vamos tentar porque o nosso grande objectivo é chegar
ao final da época e sermos os melhores, mas sabemos das dificuldades
que vamos encontrar no final da época e estamos cientes que não vai
ser fácil. Espero que o9s jogadores estejam concentrados e tenham
uma atitude em todos os jogos a pensar só na vitória.
O facto dos
responsáveis directivos e os treinadores das outras equipas
apontarem o Vilanovense como o mais sério candidato ao título, não é
uma grande responsabilidade para o seu grupo de trabalho?
MP:
A responsabilidade é para as equipas todas. As equipas quando entram
num campeonato é para ganhar, embora haja sempre aquelas equipas que
são as favoritas e o Vilanovense não foge à regra, somos um favorito
como os outros.
Jogadores como o Marco, o Sabugueiro e a manutenção
do Valério, todos com larga experiência nos nacionais, são mais
valias de qualidade para o campeonato?
Claro que são mais valias para o campeonato e
para o Sport Clube Vilanovense, mas só com três jogadores não se
ganha jogos. Temos que criar uma equipa coesa e forte e só assim é
que atingimos os nossos objectivos. |
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Fonte:
Fausto
Costa/www.gazeta3.com |
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PLANTEL 2009/2010
Sabugueiro reforça
Vilanovense...
05/Julho/2009
Sabugu eiro
(ex-Praiense), junta-se a Tiago Miranda (ex-Lajense), Marco
Costa (ex-Praiense), Ricardo (GR ex-Praiense) e Rodrigo Silveira (GR
ex-Praiense) como reforços para 2009/2010.
"Depois de sete anos
no Praiense não chegamos a acordo de verbas, resolvemos alguns
problemas pendentes, tenho muita pena de abandonar o clube,
desejo-lhes muitas felicidades e confirmo que vou jogar no
Vilanovense" adiantou-nos Sabugueiro, futuro jogador alvi-negro.
"O Sabugueiro é um
grande reforço para o Vilanovense. Estamos muito contentes com a sua
decisão de representar o nosso clube, estamos a fazer uma equipa
forte com o objectivo de sermos campeões e subirmos à 3ª Divisão
Série Açores" afirmou Marco Barbosa dirigente do Vilanovense "o
nosso plantel não está fechado e haverá mais novidades muito em
breve" concluiu.
SPORT
CLUBE VILANOVENSE – 2009/2010
Treinador: Moisés Pacheco
Massagista: Hélio
Permanências: Samuel, Azevedo, Marco Brasil, Paulo
César, Fábio Caipira, Cruz, Telmo, Pedrinho, Roberto
Leonardo (Capucho), Valério Simas, Joquinha, Zezinho.
Aquisições confirmadas: Tiago Miranda (ex-Lajense),
Marco Costa (ex-Praiense), Ricardo (GR ex-Praiense), Rodrigo
Silveira (GR ex-Praiense) e Sabugueiro (ex-Praiense);
Promoções de Juniores: Patrício e Jorge Henrique
Saídas
confirmadas:
Matias, Nuno Hélder, Rui (Barreiro), Tequila (Casa da
Ribeira),
Inicio dos Treinos: 12 de
Agosto de 2009
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Fonte:
Fausto
Costa/www.gazeta3.com |
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PLANTEL 2009/2010
Valério, Capucho e
Zezinho renovaram.
Ricky reforça a baliza...
18/Junho/2009
O
Sport Clube Vilanovense na temporada
2009/2010 começa a ganhar
rosto. Para além dos reforços e renovações já anunciadas,
mais três jogadores que defenderam as cores do Vilanovense
na época transacta, já renovaram por mais uma temporada. São os
casos de Capucho, Valério (melhor marcador da Série Açores
2008/2009) e Zezinho. Espera-se nos próximos dias novas renovações.
Também já estão confirmadas as
promoções dos Juniores Patrício e Jorge
Henrique.
O reforço da baliza do Vilanovense
também já está concluído, com as aquisições de Ricky (ex-Praiense)
e Rodrigo Silveira que vão fazer companhia a Telmo na luta
saudável pela conquista da defesa das redes alvi-negras.
SPORT
CLUBE VILANOVENSE – 2009/2010
Treinador: Moisés Pacheco
Massagista: Hélio
Permanências: Samuel, Azevedo, Marco Brasil, Paulo
César, Fábio Caipira, Cruz, Telmo, Pedrinho, Roberto
Leonardo (Capucho), Valério Simas, Joquinha, Zezinho.
Aquisições confirmadas: Tiago Miranda (ex lajense),
Marco Jiggy (ex praiense) , Riky Gr.(ex praiense), Rodrigo
Silveira Gr.
Promoções de Juniores: Patrício e Jorge Henrique
Saídas
confirmadas:
Matias, Nuno Hélder, Rui (Barreiro), Tequila,
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Texto:
Paulo Mendonça/Marco Barbosa |
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Fonte:
SCV |
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ACTIVIDADES 2009/2010
Actividades do SCV no mês de Julho...
18/Junho/2009
Inserido na onda cultural da Praia da Vitoria, o
Sport Clube Vilanovense no mês de Julho vai organizar as
seguintes actividades:

12 de Julho - torneio de pesca
13 de Julho - inicio do torneio de sueca
20 de Julho - inicio do torneio de malhão
As inscrições serão efectuadas na sede do clube.
Dia 25 julho o SCV vai organizar uma tourada, em que está incluída a
excursão ao mato - JHF.
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Texto:
Marco Barbosa |
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Fonte:
SCV |
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PLANTEL 2009/2010
Moisés é o novo
treinador. Marco e Twix são reforços confirmados...
10/Junho/2009
O Sport Clube Vilanovense na temporada 2009/2010 será
orientado por Moisés Pacheco, técnico que se estreou c omo
tal, na temporada 2004/2005 em que orientou a equipa da Vila
Nova, e apesar das dificuldades que o clube atravessou na época em
questão, acabou por realizar uma boa temporada. Em 2005/2006 Moisés
orientou o Juventude Lajense, levando-o a conquistar o campeonato da
Ilha Terceira. Em 2006/2007 conseguiu a Manutenção do Praiense na
Série Açores. Em 2007/2008 levou o Praiense ao titulo da Serie
Açores, e consequente subida á II Divisão B. Na temporada 2008/2009
esteve no comando técnico do Praiense até Dezembro.
Com vista à constituição de uma equipa forte para a
luta da conquista do Campeonato da Associação de Futebol de Angra do
Heroísmo e tentar o regresso à 3ª Divisão / Série Açores o mais
rápido possível, o Vilanovense já se encontra no mercado.
Dos jogadores que defenderam as cores do Vilanovense,
na época que agora findou, já renovaram Samuel, Azevedo, Marco
Brasil, Paulo César, Fábio Caipira, Cruz, Telmo e Pedro.
Até a data o Vilanovense já confirmou o ingresso de
dois atletas. São os casos de Tiago Miranda, 20 de anos, mais
conhecido por "Twix", depois de uma boa época ao serviço do
Juventude Lajense. Marco que tem sido um dos pilares do S.C.
Praiense nas ultimas temporadas, e peça fulcral na manutenção na
II Divisão, também irá representar as cores do clube alvi-negro em
2009/2010.
Nos próximos dias a direcção do Vilanovense conta
renovar com mais alguns jogadores e apresentar mais alguns reforços. |
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Texto:
Paulo Mendonça |
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Fonte:
www.gazeta3.com |
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COMUNICADO
O SCV endereça as
condolências a Álvaro Oliveira e família...
27/Maio/2009
A
Freg uesia
da Vila Nova ficou na passada
Segunda -Feira (25/05/2009) mais pobre, com o
falecimento do pai do presidente do nosso
clube.
Há homens que
deixam marca pelos lugares onde passam. O pai do nosso líder
directivo era um deles, pelo seu exemplo, pela sua humildade e pela
sua integridade. Desejamos que o seu exemplo perdure no tempo nas
memórias de todos os vilanovenses. Neste momento difícil para
o nosso presidente e para toda a sua família, o restante elenco
directivo 2009/2010 em nome pessoal e da Instituição do Sport Clube
Vilanovense, apresenta os sentidos pêsames ao Álvaro Oliveira
e restante família.
A Direcção do SCV |
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NOVO ELENCO DIRECTIVO 2009/2010
Álvaro Oliveira
sucede Adelino Pinheiro...
20/Maio/2009
Realizou-se no passado domingo (dia 17 de Maio) na sede do Sport
Clube Vila novense,
uma Assembleia Geral com fim de eleger a nova direcção para a época
2009/10, tendo concorrido apenas uma lista liderada por Álvaro
Oliveira, que foi eleita por unanimidade, pelos sócios presentes.
O
elenco de Álvaro Oliveira tem agora como principal missão formar uma
equipa forte capaz de lutar pelo título de Campeão da AFAH com o
objectivo de levar a sua equipa de futebol senior de regresso à
Série Açores e criar condições para que a manutenção nessa Série
seja permanente, sem hipotecar financeiramente o clube.
A
direcção do Sport Clube Vilanovense para 2009\2010 é composta pelos
seguintes elementos:
ASSEMBLEIA GERAL
Manuel Pires Luís / Adelino Pinheiro / Rogério Gaspar
CONSELHO FISCAL
Pedro Vaz / Manuel Mendonça / Humberto Dinis
DIRECÇÃO
Presidente
Álvaro Oliveira
Vice Presidente
Rui Meneses
Secretário
Marco Barbosa
Tesoureiro
Isidro Monteiro
Resp. Transpoertes/Património
José Leonardo
Departamento Futebol
Marco "Especial"
Pré-Escolinhas e Jun
E
Hélder Costa
Juniores D
Alcino Fagundes
Juniores B
Miguel Costa
Vogais
Abel Borba / Francisco Pinheiro
João Ferreira / José Ávila
José Vaz / Lúcido Areias
Paulo Gores / Rui Nogueira
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Actualização do Site
Motivo da
desactualização...
20/Maio/2009
E m
virtude de o site ter estado desactualizado desde 28 de Janeiro, a
organização do do site do SCV vem por este meio informar todos
os visitantes do site que tal facto nada teve a ver com os
resultados desportivos do clube, conforme alguns comentários mais
críticos o tentaram transmitir, o que até compreendemos, talvez por
desconhecimento dos factos.
A situação prendeu-se pelo facto de o
acesso ao site do Diário Insular (www.diarioinsular.com)
e Site do Desporto Sem Paralelo (www.desportosemparalelo.com),
sites onde a maioria das reportagens eram seleccionadas, estarem com
acesso limitado a password e ter deixado de dar cobertura desportiva
aos jogos da Série Açores, respectivamente. O facto da
disponibilidade do coordenador pelo site não ser a mesma devido ao
facto de ter sido pai em Janeiro, também foi outro aspecto pelo qual
o site não foi actualizado durante o respectivo período.
A organização do site do Vilanovense
promete reportar o máximo de informação relacionada com o Sport
Clube Vilanovense durante a temporada 2009/2010, mas relembramos que
o projecto do site do S. C. Vilanovense, que possui já mais de cinco
anos de idade (26/02/2004), é um projecto totalmente amador e
gratuito (puro amor á camisola), e assim o continuará enquanto for
possível.
A organização do site agradece ao
anterior elenco presidido por Adelino Pinheiro a colaboração e apoio
prestados durante os seus mandatos, e aproveita também para desejar
os maiores sucessos directivos e desportivos ao novo elenco
2009/2010, deixando desde já a nossa disponibilidade para continuar
a ajudar a informar, relembrando, dentro das nossas limitações.
Saudações Desportivas,
Paulo Mendonça |
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ÉPOCA 2008/2009 |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 10ª JORNADA |
VILANOVENSE,
2 – U. MICALENSE, 2
Jogo agradável na hora do adeus...
10/Maio/2009
Na
despedida
do Campeonato Nacional da Terceira Divisão – Série
Açores, o Vilanovense entrou bem e com disposição de
vencer o jogo frente
ao histórico União Micaelense com o ponta-de-lança
Valério – em grande forma – a complicar a vida ao
guardião Pedro Martins.
Neste contexto, os locais viram o fruto do seu
trabalho premiado com o inevitável Valério a marcar
aos 34 minutos.
Porém, os restantes minutos da etapa inicial
serviram para os visitantes darem a volta ao
resultado com Tiago Silva a empatar (1-1) e, mais
tarde, Rui Carvalho a colocar o União Micaelense na
posição de vencedor.
No recomeço, o Vilanovense apostou de novo no ataque
e Valério conseguiu restabelecer a igualdade, agora
a dois tentos.
A partir daqui, assistiu-se à procura do almejado
golo, quer por parte dos locais, quer pelos
visitantes, e convenhamos que ambas as equipas
dispuseram de oportunidades mais do que suficientes
para desfazer o empate, que podia ser fatal para os
unionistas.
Em suma, tivemos oportunidade de presenciar um
excelente espectáculo, com golos na primeira metade
(1-2) e o empate final a acontecer na etapa
complementar.
O Vilanovense lutou pela vitória com destaque para
Valério, Cris e Nuno Hélder. No União Micaelense,
que esteve a vencer até ao intervalo, os melhores
foram Hélder Botelho, Tiago Silva e Ruizinho.
A arbitragem do portuense José Coelho esteve em bom
plano no capítulo técnico e disciplinar,
destacando-se ainda a preciosa colaboração dos seus
assistentes.
Campo
da Vila Nova.
Árbitro: José Coelho
(AF Porto).
Assistentes: Ângelo Carneiro (B) e Ricardo Nogueira
(P).
VILANOVENSE
Matias
Zezinho
Rui Bettencourt
Nuno Hélder
Caipira
Cris
Paulo César
(Jardel, 52m)
Azevedo (cap.)
(Pedro Luís, 65m)
Capucho
(César 45m)
Valério
Samuel
Suplentes não
utilizados: Telmo, Tiquilha e Joka.
Treinador: Roldão Duarte.
Disciplina: cartão amarelo para Capucho (30m), Paulo
César (31m), Azevedo (41m), Rui Bettencourt (50m) e
Samuel (54m). Cartão vermelho para Jardel (após o
jogo ter terminado).
U. MICAELENSE
Pedro Martins (cap.)
Rui Costa
João Mota
Rui Melo
Nuno Quental
Rodrigo
Hélder Botelho
Ruizinho
Rui Carvalho
(Ricardo, 63m)
Tiago Silva
Minhoca
(Miguel Alves, 75m)
Suplentes não
utilizados: Carlos Medeiros, Paulo Guedes e Tiago
Oliveira.
Treinador: Luís Arruda.
Disciplina: cartão amarelo para Rui Melo (2m),
Rodrigo (38 e 85m) e Ruizinho (55m). Cartão vermelho
para Rodrigo (acumulação de amarelos) (85m) e
directo para João Mota (após o jogo ter terminado).
PRIMEIRA-PARTE: 1-2.
1-0 por Valério, aos
34m.
1-1 por Tiago, aos 38m.
1-2 por Rui Carvalho, aos 42m.
SEGUNDA-PARTE: 1-0.
2-2 por Valério, aos
60m.
RESULTADO
FINAL: 2-2.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 9ª JORNADA |
MARITIMO,
3 – VILANOVENSE, 1
Cumprir calendário...
03/Maio/2009
O Vilanovense perdeu
na Ilha Verde diante o Maritimo local, num jogo entre ultimos, em
que nada já se encontra em disputa e apenas para cumprir calendário.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 8ª JORNADA |
VILANOVENSE folgou
Resultados...
26/Abril/2009
Rabo de Peixe 2, União Micaelense 1
Lusitânia 2, Marítimo, 2
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 7ª JORNADA |
VILANOVENSE,
1 – LUSITÂNIA, 3
Uma vez mais o Vilanovense jogou bem, mas...
19/Abril/2009
O
Vilanovense
procedia aos habituais exercícios de aquecimento e Roldão Duarte
pedia empenho, brio e solidariedade em termos colectivos. Palavras
que exemplificam na perfeição o espírito que marcou a recepção ao
Lusitânia, em desafio inserido no cartaz da 7ª jornada do Grupo da
Despromoção da Série Açores.
Na realidade, os três pontos em nada alteravam o sentido da
classificação, pois o futuro já está traçado: “leões” com manutenção
garantida e alvi-negros já com o regresso às origens confirmado. Em
disputa apenas uma questão de dignidade.
E as equipas foram dignas, é justo realçar. Começou bem melhor a da
casa, desde cedo imprimindo velocidade na construção do processo
ofensivo. Sempre que os extremos – Dário Picanço e, principalmente,
Cris – foram servidos em condições de jogabilidade, a defesa
verde-branca passou por calafrios. Haveria de ser Valério, aos 23
minutos, a materializar em golo a mão cheia de lances de perigo
fabricados pelo onze do Ramo Grande. O ponta-de-lança terceirense
(com pormenores, de facto, de superior qualidade) confirmava, assim,
o estatuto de melhor marcador da Série Açores.
Se a primeira-parte já havia sido interessante, a segunda trouxe
melhor futebol. Espevitados no balneário, os atletas de Angra
regressaram atrás do empate e Heitor e Zula, ainda se cumpria a
primeira dezena de minutos, quase o conseguiam. Não recuou no
terreno o conjunto da Praia e Azevedo, perto do quarto de hora, leva
o esférico a sentir a fria dureza da trave.
A toada de parada e resposta acabou por causar algum desgaste aos
donos do terreno, que passaram a ceder facilidades no sector mais
recuado. As unidades leoninas mostravam maior consciência táctica e
aproveitaram os espaços para conquistar a reviravolta no marcador,
com Zula a bisar. Fábio, perto do final, ampliou uma vitória
merecida, mas a vantagem mínima talvez fosse o resultado mais
aceitável.
Excelente arbitragem no primeiro-tempo, nem tanto nos segundos 45
minutos, mormente pela condescendência em termos disciplinares.
Dúvidas no golo anulado a Bebé, por fora-de-jogo.
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Campo de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
José Faustino (AF Leiria).
Assistentes:
Rui Freire e Nicolau Rodrigues.
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VILANOVENSE
Matias
Joka
Nuno Hélder
Capucho
Caipira
César
Paulo César
(41m., Jardel)
Azevedo (cap.)
Cris
(35m., Zezinho)
Valério
Dário Picanço
(56m., Samuel)
Suplentes não utilizados:
Telmo, Rui e Pedro Luís.
Disciplina:
nada a registar.
Treinador:
Roldão Duarte.
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LUSITÂNIA
David
Celso
Dário
(53m., Ivo)
Fábio
Benjamim
(int., Diogo Picanço)
Zula
Heitor
Bebé
Alex (cap.)
João Melo
(41m., Jorge)
David Castro
Suplentes não utilizados:
Manuel José, Garcia, Branco e Tirex.
Disciplina:
cartão amarelo para João Melo (38m.).
Treinador:
Manuel da Costa.
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PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Valério, aos 23m.
SEGUNDA-PARTE: 0-3.
1-1 por Zula, aos 29m.
1-2 por Zula, aos 34m.
1-3 por Fábio, aos 43m.
RESULTADO FINAL: 1-3.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 6ª JORNADA | RABO DE PEIXE,
2
– VILANOVENSE,
0
Nova derrota na Ilha de São Miguel...
05/Abril/2009
Na vila piscatória de São Miguel o
Vilanovense perdeu por duas bolas a zero. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 5ª JORNADA |
U. MICALENSE 1, –
VILANOVENSE,
0
Esperança
terminou...
29/Março/2009
O Vilanovense esgotou as
hipóteses de lutar pela permanência na Série Açores, ao ser
derrotado em São Miguel. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 4ª JORNADA |
VILANOVENSE, 4 – MARITIMO,
2
Valério faz a diferença...
22/Março/2009
Vila novense
e Marítimo, ambos com o regresso às origens praticamente traçado,
proporcionaram um espectáculo emotivo, apimentado com golos de
magnífica execução técnica.
Para além da soberba exibição de Valério – apenas e só o melhor
marcador da Série Açores –, o prélio valeu pela entrega de ambos os
intervenientes, numa clara demonstração de raça e enorme atitude
competitiva.
Jogou-se aberto e sempre com a baliza nos olhos, daí que, embora num
desafio sem grandes primores técnicos, o perigo tenha rondado
constantemente as áreas de Matias e Zacarias, duas das figuras da
tarde.
Mesmo sem poder contar com oito elementos – Moreira, César, Narciso,
Cruz, Caipira, Zezinho, Tequilha e Rui –, todos lesionados, o
Vilanovense apresentou um onze competitivo, dando a entender que a
classificação actual talvez não corresponda ao real valor do
plantel. Coisas do futebol.
A etapa complementar foi um verdadeiro festival de golos e
oportunidades desperdiçadas. Na incessante busca do golo, o Marítimo
abriu espaços na retaguarda que a sagacidade e velocidade de Valério
aproveitaram com notável eficácia.
Vencer na Vila Nova alimentava a sonho da manutenção micaelense, só
que pela frente o Marítimo apanhou uma equipa que teima – e muito
bem – em ser digna até à última ronda, o que só enobrece os atletas,
o clube e a própria competição.
O árbitro Bruno Nave tomou algumas decisões polémicas dentro das
áreas de rigor, tanto para um lado como para o outro. Atendendo ao
nosso ângulo de visão, damos-lhe, contudo, o benefício da dúvida.
FICHA DO JOGO
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Bruno Nave (Castelo Branco).
Assistentes: Hélder Ferreira e José Bicho.
VILANOVENSE
Matias
Nuno Hélder
Azevedo (cap.)
Cris
Valério
Samuel
Paulo César
Jardel
(Pedro Luís, 74m)
Dário Picanço
Capucho
Joka
Suplente não utilizado: Telmo.
Treinador: Roldão Duarte.
Disciplina: cartão amarelo para Jardel (35m), Capucho (45+2m),
Azevedo (52m) e Paulo César (54m).
MARÍTIMO
Zacarias
Nando
(Serginho, 53m)
Fábio
Vitinha
Peixinho (cap.)
Bento Freitas
Canigia
(Vítor, 45m)
Marco Santos
Sardinha
Milton
Tiaguinho
(Narciso, 45m)
Suplentes não utilizados: Tiago e
Chico.
Treinador: Pedro Zeferino.
Disciplina: cartão amarelo para Nando (39m), Zacarias (81m) e
Peixinho (84m).
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Valério (g.p.), aos 40m.
SEGUNDA-PARTE: 3-2.
2-0 por Valério, aos 47m.
2-1 por Vitinha, aos 53m.
3-1 por Valério, aos 60m.
4-1 por Valério, aos 63m.
4-2 por Bento Freitas, aos 73m.
RESULTADO FINAL: 4-2.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 3ª JORNADA |
VILANOVENSE folgou
Resultados Grupo B...
16/Março/2009
União Micalense 0, - Rabo de Peixe, 3
MICALENSE0, R P 3
MARIT 1, LUSIT 0 |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 2ª JORNADA |
LUSITÂNIA, 2 –
VILANOVENSE,
1
Matematicamente ainda existe esperança...
08/Março/2009
F oi
um Lusitânia tranquilo, talvez mesmo em demasia, aquele que abordou
o primeiro encontro desta segunda fase, após a prolongada pausa que
antecedeu o reinício da competição.
Quiçá demasiado confiantes em função da vantagem pontual, os pupilos
de Manuel da Costa não abordaram o jogo com a concentração que tem
patenteado ao longo da temporada, impondo um ritmo muito lento e
expectante, traduzido num futebol demasiado mastigado e curto, com
uma dose fora de comum de passes errados.
Mesmo assim, era a equipa com mais iniciativa de jogo, perante um
Vilanovense muito comedido para a posição que ocupa na tabela
classificativa. Um passe longo da esquerda para a direita, permitiu
a Zula ligar o turbo que deixou a concorrência para trás e, dentro
da área, atirou forte para o primeiro da tarde. O Vilanovense reagiu
e Valério, por duas vezes, poderia ter restabelecido o empate.
No segundo tempo, a diferença de andamento acentuou-se com o
Vilanovense a encontrar grandes dificuldades em chegar à baliza
lusitanista, com a equipa da rua da Sé a controlar e a dominar o
prélio, situação que se agudizou após o auto-golo que ampliou a
vantagem do leão.
A partir daqui, o Vilanovense quebrou animicamente e, sem forçar
muito, os angrenses poderiam ter conseguido com tranquilidade o
terceiro golo, mas Tiquilha permitiu a defesa a Matias na
transformação de um castigo máximo.
E no futebol tudo pode mudar num ápice. Foi o que esteve para
acontecer, num lance perfeitamente controlado por Dário, este quis
inventar, perdeu o controlo do esférico e, na quina da grande área,
comete grande-penalidade desnecessária sobre Valério que o mesmo
aproveita para reduzir.
A partir daqui, os alvi-negros, que estavam praticamente no tapete,
regressaram ao jogo, pressionaram e terminaram em cima do Lusitânia
na procura do empate que, contudo, não surgiria.
Arbitragem: regular.
FICHA DO JOGO
Estádio João Paulo II.
Árbitra: Ana Brochado (Lisboa).
Auxiliares: Joaquim Leitão e Nuno Soares.
LUSITÂNIA
Manuel José
Celso
Dário
Fábio
(Heitor, 87m)
Benjamim
Tiquilha
(Davide, 84m)
Zula
Bebé
Ivo
Alex (cap.)
João Melo
(Veredas 65m)
Suplentes não utilizados: David,
Garcia, Tirex e Jorge.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para João Melo (65m).
VILANOVENSE
Matias
Narciso
(Pedro Luís, 53m)
Azevedo (cap.)
Cris
Valério
Caipira
Mário
Paulo César
Dário
(Joka, 70m)
Capucho
(Samuel, 45m)
César
Suplente não utilizado: Telmo.
Treinador: Roldão Duarte.
Disciplina: nada a registar.
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Zula, aos 23m.
SEGUNDA-PARTE: 1-1.
2-0 por Mário (a.g.) aos 61m.
2-1 por Valério (g. p.), aos 74m.
RESULTADO FINAL: 2-1. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - Equipa Técnica
Roldão Duarte
é o novo treinador...
05/Março/2008
O
que
é que o levou a assumir os destinos do Vilanovense nesta fase da época,
sabendo de antemão que a situação desportiva da equipa é, no mínimo,
delicada?
Se olharmos única e exclusivamente para a
vertente desportiva, todos sabemos que nos espera uma tarefa épica, para
não dizer impossível. Perante este cenário, a direcção do Vilanovense
solicitou-me que, acima de tudo, procurasse dignificar o nome do clube.
É neste pressuposto que estamos a trabalhar.
Uma vez que está em aberto a
possibilidade de descerem somente duas equipas, é lícito afirmar que,
pese o quadro vigente, o Vilanovense ainda não atirou a toalha ao chão?
A eventual manutenção do Praiense na
Segunda Divisão abre-nos, de facto, uma réstia de esperança, conquanto o
atraso que possuímos em relação à concorrência, para mais num
mini-campeonato, não é fácil de anular, mesmo descendo apenas duas
equipas.
No entanto, é evidente que nos compete estabelecer objectivos e o
primeiro é tentar apanhar a equipa que está mais próxima de nós, na
circunstância, o Marítimo. Nesta linha de raciocínio, depois tentaremos
chegar ao Desportivo de Rabo de Peixe. É com esta motivação que
trabalhamos dia-a-dia. Vamos ver o que acontece, pois, matematicamente,
ainda é possível fugir à descida, embora, repita, a missão seja deveras
complexa.
Há nove épocas atrás,
também num cenário bastante ingrato, conseguiu garantir a manutenção do
Vilanovense na Série Açores. Este facto pesou na sua decisão de
regressar ao clube?
Provavelmente, foi um dos motivos que
levou a direcção do Vilanovense a recorrer aos meus serviços. Agora, é
importante lembrar que, no futebol, as coisas muito dificilmente se
repetem. Naquela altura, com a motivação que consegui transmitir ao
grupo, directores e adeptos, surgiu um envolvimento especial, o que nos
permitiu alcançar a almejada permanência.
Como é que encontrou a
equipa em termos anímicos?
Uma equipa que contabiliza somente duas
vitórias em 19 jogos não pode estar bem neste capítulo. Quem anda no
futebol sabe que os resultados é que transmitem motivação. Aliás, quando
se ganha, consegue-se ultrapassar todas as dificuldades. Ao invés,
quando se perde, a quebra anímica é inevitável e atinge jogadores,
treinadores, dirigentes e adeptos. Ninguém escapa. Em face de tudo isto,
encontrei o plantel um pouco triste, é verdade, mas fiquei surpreendido
com a excelente capacidade técnica que apresenta.
O nosso intuito é reacender a chama para acabar a temporada com a
dignidade possível, independentemente da classificação final. Relembro
que o Vilanovense é uma instituição com algum currículo e tradição na
Terceira Divisão. Como tal, se tiver de cair, que o faça com nobreza e
sentido de dever cumprido.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - II FASE - 1ª JORNADA |
VILANOVENSE,
1 – RABO DE PEIXE, 3
Esperança fica mais reduzida...
01/Março/2009 Derrota
comprometedora
diante de um adversário directo. O Vilanovense complicou as
hipóteses de lutar pela permanência na Série Açores.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 18ª JORNADA |
BOAVISTA, 2 –
VILANOVENSE,
0
Derrota na ultima jornada da I Fase...
08/Fevereiro/2009
O Vilano vense
foi derrotado na ultima jornada da I Fase da Série Açores por duas
bolas a zero na Ilha do Pico diante o Boavista local. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 17ª JORNADA |
VILANOVENSE,
1 - VITÓRIA, 3
Vento sopra, Vitória
foge...
01/Fevereiro/2009
F oi
sobretudo na segunda-parte, contra o vento, que o Vilanovense não se
conseguiu libertar do espartilho desenhado pelo adversário.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - PLANTEL
Samuel é o novo reforço...
28/Janeiro/2009
por: SCV
O Vilanovense vai receber mais um
jogador no seu
plantel. Trata-se de Samuel, que até á data representou as cores do
SC Praiense,
e será jogador do SCV até ao final da temporada. Este avançado que
já representou o GD Fontinhas e o SC Angrense, em principio será o
ultimo reforço alvi-negro para a temporada em curso, e resulta das
boas ligações entre Vilanovense e o Praiense.
O SCV informa que não chegou a acordo com os jogadores Pedro
Danilson (embora reconhece as suas qualidades futebolísticas) por
considerar não ser uma mais-valia para o plantel. Em relação a Ivo
Damas, por razões familiares não foi possível ingressar no
Vilanovense. Assim sendo, a aposta do Vilanovense será
apenas em jogadores Açorianos. Ingressaram no SCV com a temporada
em curso Nuno Moreira e Samuel (ambos provenientes do SC Praiense), Mário Melo (ex-Sporting
Guadalupe) e Dário Picanço (ex-Feteira). Do plantel que iniciou a
temporada saíram o guarda-redes Ronaldo (Leões), Márcio e Miguel
Prenda (ambos para o Boavista da Ribeirinha) e Fábio Pomba
(Juventude Lajense).
Cris que foi um dos esteios do SCV
na I Volta da Série Açores, já está de regresso ás opções da
equipa técnica liderada por Álvaro Pereira. Para além de Cris e
Samuel, o Vilanovense já pode contar com Dário Picanço para os
próximos encontros, em virtude deste já estar também em condições de
dar o seu contributo á equipa. No plantel do Vilanovense para além
do guarda-redes Matias que ainda falta cumprir o segundo jogo de
suspensão (expulsão diante o Lusitânia), apenas Bruno Cruz, que
devido a uma lesão no joelho contraída no inicio da época, não pode
dar o seu contributo até ao final da temporada. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 16ª JORNADA |
RABO DE PEIXE, 4 –
VILANOVENSE,
1
Assim é mais difícil...
26/Janeiro/2009
por:
DI
| SCV
Um mau jogo da equipa da Vila Nova ditou mais uma derrota, desta
feita diante o Rabo de Peixe, um dos adversários directos do SCV na
luta contra a despromoção. O Vilanovense perdeu por quatro
bolas a uma, tendo sido Valério o autor do tento de honra.
O Rabo d e
Peixe chegou ao primeiro golo à passagem do minuto nove: canto de
Paulo Sérgio e Mauro a finalizar com êxito.
Melhor início de encontro não podiam os locais desejar e a toada
manteve-se. Foi sem surpresa que os comandados de Jaime Vieira
dilataram a vantagem. Novo pontapé de canto e David a encaminhar o
esférico para o fundo das redes. As bolas paradas traduziam a
superioridade dos azuis.
Tudo corria de feição ao Rabo de Peixe que não tirou o pé do
acelerador, dilatando o resultado no início da segunda-parte. Luís
Flor fez o 3-0 quando estavam decorridos 59 minutos e praticamente
sentenciou o desfecho. O Vilanovense, pouco prático e atordoado com
os golos sofridos, sentia dificuldades em reagir.
Através de uma grande-penalidade permitiu a Valério reduzir
para 3-1, mas não foi preciso esperar muito para o Rabo de Peixe
recolocar a diferença nos três golos. Tiago Paiva só teve de
escolher o lado para onde queria rematar, após aparecer isolado
frente a Telmo.
FICHA TÉCNICA
Campo do Bom Jesus,
em Rabo de Peixe.
Árbitro: Ricardo Moreira (AF Porto).
Auxiliares: Roberto Moreira e Adriano Silva.
RABO DE
PEIXE
Bruno Andrade
Viana
Milton
David
José Manuel
Luís Flor
Marco Aurélio
(Valter, 62m)
Vítor Vieira
(Ruben Leite, 77m)
Mauro
Paulo Sérgio
(Hélder Félix, 72m)
Tiago Paiva
Treinador: Jaime Vieira.
Disciplina: cartão amarelo para Viana (38m), Milton (70m), Paulo
Sérgio (71m) e José Manuel (82m).
VILANOVENSE
Telmo
Hélder
Narciso
Azevedo
Valério
Mário Melo
Zezinho
Jardel
Capucho
(Pedro, 58m)
Moreira
(Caipira, 37m)
César
Treinador: Álvaro Pereira.
Disciplina: nada a assinalar.
PRIMEIRA-PARTE: 2-0.
1-0 por Mauro, aos 9m.
2-0 por David, aos 29m.
SEGUNDA-PARTE: 2-1.
3-0 por Luís Flor, aos 59m.
3-1 por Valério (g.p.), aos 80m.
4-1 por Tiago Paiva, aos 87m.
RESULTADO
FINAL: 4-1. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - VILANOVENSE vs LUSITÂNIA
Comunicado...
19/Janeiro/2009
por: SCV
Comunicado
"O
Sport Clube Vilanovense (SCV), pondera apresentar uma queixa no
Ministério Público contra a equipa de arbitragem, liderada por António
Eurico
Garcia, do jogo que se desenrolou no último domingo, frente ao
Lusitânia, no Campo da Vila Nova.
Para além dessa queixa, será feita uma exposição para a Federação
Nacional de Futebol, contra a referida equipa de arbitragem, pois já
não é a primeira vez esta temporada que o SCV é deliberadamente
prejudicado pelo referido trio de arbitragem. Os inúmeros erros de arbitragem que tem existido nos jogos
em que o SCV é interveniente, por exemplo em 15 Jornadas, 13
expulsões, e umas quantas penalidades a seu favor sonegadas, e
outras tantas injustamente assinaladas a favorecer os adversários,
também serão referidos na exposição. Os SCV encontra-se a reunir a
documentação e vídeos que
comprovam as
situações.
Na
base destas queixas, a gota de água prende-se com esta actuação
desastrosa da equipa de arbitragem, que declaradamente prejudicou o
SCV e que teve intervenção directa no resultado final do encontro. O
SCV não acredita que a lamentável actuação da referida equipa de
arbitragem, tenha sido casual. Inclusive já é reincidente. Na verdade, da análise ao jogo
facilmente se constata que foram vários os erros perpetrados pela
equipa de arbitragem sendo todos sempre num sentido, ou seja,
prejudicando os interesses da SCV.
Inclusive perto do final do encontro o
árbitro deu-nos um ‘rebuçado’ ao marcar uma grande-penalidade a
nosso favor, quando o nosso jogador nem sequer se encontrava dentro
da grande área. Só que a nós ninguém atira ‘areia para os olhos’,
pois andamos nisto há tempo suficiente para perceber como as coisas
se desenrolam.
Os analistas desportivos, logo no próprio dia do referido encontro,
afirmaram que esta equipa de arbitragem estava condicionada, e que
isso mesmo transpareceu claramente na actuação da equipa. Nessa
medida, o SCV pondera apresentar a queixa junto do MP, no sentido de
ver apurada a eventual responsabilidade criminal da equipa de
arbitragem e de se averiguar qual (ou quais) o condicionalismo(s)
que ocorreu(ram) e que levou(aram) a equipa de arbitragem a actuar
da forma descrita.
O SCV
pretende ainda que a AFAH analise a actuação da referida equipa da
arbitragem e que actue em conformidade face ao desempenho da mesma
no jogo em causa, de forma a restabelecer a confiança do SCV na
arbitragem da AFAH, bem como nos órgãos que a presidem.
Sinceramente, desta forma não vale a
pena continuar na competição quando os lugares da subida, descida e
da permanência já estão previamente decididos. O Vilanovense a única
coisa que exige é competência, isenção e respeito. Não solicita
favores a ninguém. "
Caso
Dário Picanço
Em
relação á utilização do jogador Dário Picanço no jogo diante do
Madalena no dia 05 de Janeiro de 2008, o Sport Clube Vilanovense
informa que agiu dentro da legalidade e que a inscrição do atleta
foi efectuada de forma legal na AFAH. Até á data não houve
qualquer comunicação de irregularidade na sua inscrição por parte
da AFAH ou mesmo da FPF. De qualquer forma o SCV informa que não
existe nenhum processo sobre esta "eventual" situação, e se
futuramente vier a existir, será entregue ao seu departamento
jurídico. O jogador não tem sido convocado, apenas por não
estar nas melhores condições físicas.
Reajustes do plantel
Conforme foi anteriormente avançado pela comunicação social que o
SCV iria apostar em jogadores não açorianos, o Sport Clube
Vilanovense informa que não chegou a acordo com os jogadores Pedro
Danilson (embora reconhece as suas qualidades futebolísticas) por
considerar não ser uma mais-valia para o plantel. Em relação a Ivo
Damas, por razões familiares não foi possível ingressar no
Vilanovense. Assim sendo, por enquanto a aposta do Vilanovense será
apenas em jogadores Açorianos. Ingressaram no SCV com a temporada
em curso Nuno Moreira (Empréstimo do Praiense), Mário Melo (ex-Sporting
Guadalupe) e Dário Picanço (ex-Feteira). Do plantel que iniciou a
temporada saíram o guarda-redes Ronaldo (Leões), Márcio e Miguel
Prenda (ambos para o Boavista da Ribeirinha) e Fábio Pomba
(Juventude Lajense).
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 15ª JORNADA |
VILANOVENSE,
2 – LUSITÂNIA, 3
Novamente uma arbitragem "vergonhosa"...
19/Janeiro/2009
por:
Paulo Mendonça
| SCV
Assim é quase impossível. O Vilanovense
bem tentou, mas um miúdo a quem alguém um dia na AFAH entregou
um apito, novamente brinca com uma Instituição como a do Sport Club
Vinaovense, como já brincou anteriormente com outras Instituições. É
triste, mas é a realidade da arbitragem da Ilha Terceira. Os que
possuem qualidade não saem do Regional, os que possuem "padrinhos"
andam a passear.
Logo no inicio do
jogo que o Vilanovense demonstr ava
que ia discutir os três pontos, e não fosse o guarda redes contrario
com duas ou três boas intervenções que o resultado podia ter sido
logo inaugurado. Como quem não marca sofre, e na primeira vez que o
Lusitânia chega perto das redes de Matias, adiantou-se no marcador,
por intermédio de Alex que com um cabeceamento deu o melhor
seguimento a um livre apontado por Fábio.
Sem ter feito muito por isso, o Lusitânia ia para as cabines em
vantagem no marcador, e logo na reentrada também obteve vantagem
numérica nos homens em campo, pois o guardião Matias foi expulso
alegadamente por palavras. Se alguém tinha duvidas, foi aqui que
percebeu que a camisola verde do Lusitânia tinha mais peso que a do
Vilanovense.
Com um jogador a menos, Tequila aumenta para 0-2 ao
converter um penalty inexistente, num lance em que o jogador
atira-se para o chão sem que exista qualquer contacto físico. Um
lance em que devia ter visto o cartão amarelo por simulação,
transforma-se numa penalidade que só o arbitro viu.
O Vilanovense não atirou a toalha ao chão, e Valério consegue de
cabeça o que Jardel ainda não tinha conseguido, encurtando a
vantagem leonina. Nesta altura João Melo já não estava em campo,
pois viu o segundo amarelo, e os da casa tentavam a todo custo obter
o empate. João Melo que já devia ter abandonado o jogo, logo no
lance que pisou de forma ostensiva Moreira, mas o trio de arbitragem
fez vista grossa.
Contudo, Filipe marca o 1-3 num lance em que havia um jogador
do Vilanovense estatelado no lado contrário do campo. Segundo as
regras do fair play, o arbitro tinha autoridade para ter
interrompido o encontro, mas não fez propositadamente. Mas pelos
vistos a equipa do Lusitania também não conhece o significado de fair
play.
Valério ainda reduziu para 2-3 de penalty, numa partida em que
ganhou a equipa que beneficiou dos erros do arbitro.
Campo
de Jogos da Vila Nova.
Árbitro: António Garcia (AFAH).
Assistentes: Hélio Pereira e Augusto Vieira.
VILANOVENSE
Matias
N. Hélder
Narciso
Zezinho
Capucho
Azevedo
(Rui, 55m)
Moreira
(Pedro, 73m)
Caipira
(Telmo, 45m)
Valério
Jardel
César
Suplente não utilizado: Joca.
Treinador: Álvaro Pereira.
Disciplina: amarelos para Capucho (59m), César (66m) e Jardel (67m).
Vermelho para Matias (45m, acumulação de amarelos).
LUSITÂNIA
David
Celso
Dário
Alex
Bebé
Fábio
Benjamim
(Garcia, 88m)
Tequila
(Filipe, 63m)
Ivo
Diogo
(Davide, 81m)
João Melo
Suplentes não utilizados: Manuel, Zula, Heitor e Jorge.
Treinador: Manuel Costa.
Disciplina: amarelos para Bebé (12m), Alex (28m), Benjamim (34m), J.
Melo (47m), Fábio (67m), Diogo (75m) e Garcia (90m). Vermelho João
Melo (59, acumulação de amarelos).
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Alex, aos 22m.
SEGUNDA-PARTE: 2-2.
0-2 por Tequila (g.p.), aos 52m.
1-2 por Valério, aos 60m.
1-3 por Filipe, aos 68m.
2-3 por Valério (g.p.), aos 90m.
RESULTADO
FINAL: 2-3. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 14ª JORNADA |
CAPELENSE, 2 –
VILANOVENSE,
0
Erro de arbitragem com influência no resultado...
12/Janeiro/2009
por:
Acácio Mateus
| DI
Aos 70 minutos o árbitro não assinalou uma pretensa mão de António
Alves (Capelense) na área. Um castigo máximo que, convenhamos,
poderia ter alterado o rumo dos acontecimentos. Mais um erro para
acrescentar ao de muitas jornadas anteriores em que a turma da
Vila Nova é prejudicada.
O
Capelense regressou às vitórias no Campeonato Nacional da Terceira
Divisão – Série Açores, ao derrotar o Vilanovense por 2-0, num
encontro que valeu, sobretudo, pelos primeiros 45 minutos, período
durante o qual os locais justificaram o triunfo que haveriam de
cimentar nos descontos. Ambas as equipas vinham de dois desafios sem
vencer, mas foram os da casa quem melhor se adaptaram à pressão de
ganhar.
A formação de Luís Pires entrou de forma determinada e logo nos
primeiros minutos levou perigo para as redes de Matias, guarda-redes
que evitou uma mão cheia de golos com intervenções de bom nível.
Romicha e Emanuel Simão foram os primeiros a tentar alvejar a baliza
adversária, mas sem o êxito desejado.
Depois, aos nove minutos, Ruizinho também tentou a sua sorte mas o
guardião da Vila Nova opôs-se com segurança ao remate, mas nada pôde
fazer para negar o golo a Romicha, aos 20 minutos, após passe de
Sidónio. Estava aberto o marcador e pouco depois nova soberana
ocasião para os da casa. Moreira derrubou Ruizinho em falta no
interior da área, mas Matias negou o golo a Emanuel Simão na
conversão da respectiva grande-penalidade. Mais uma parada de
qualidade do guarda-redes forasteiro.
Somente à beira do intervalo é que os visitantes obrigaram Armindo a
algum trabalho, mas a tentativa de Zezinho ficou-se pelas intenções.
A rapidez de execução do Capelense e a lentidão de processos do
Vilanovense justificavam 0 1-0 no final da primeira-parte.
O
segundo tempo não foi melhor. A superioridade numérica por expulsão
de Mário Melo ainda antes do primeiro quarto de hora oferecia aos da
casa uma maior tranquilidade na abordagem à etapa complementar, mas
exageraram na contenção ao ponto de quase abdicarem do ataque.
Cedo Luís Pires procurou gerir a magra vantagem mas não se livrou de
um susto quando, aos 70 minutos, viu o árbitro não assinalar uma
pretensa mão de António Alves na área. Um castigo máximo que,
convenhamos, poderia ter alterado o rumo dos acontecimentos.
O Capelense só sossegou no período de descontos quando o
recém-entrado Portela, atleta que representou durante largos anos o
Santa Clara, de livre directo, bateu pela segunda vez o guardião
Matias. O mais recente reforço dos micaelenses mostrou que as suas
qualidades estão intactas e será, certamente, muito útil ao plantel
de Luís Pires.
FICHA TÉCNICA
Estádio Jácome
Correia, em Ponta Delgada.
Árbitro: Hugo Faria (AF Santarém).
Auxiliares: Rui Bernardo e Afonso Silveira.
CAPELENSE
Armindo
Victor
António Alves
Eurico
Ricardo Cordeiro
Artur Santos
Sidónio
(Márcio Lima, 54m)
Ruizinho
Romicha
Emanuel Simão
(Nelson Faria, 58m)
Gervásio
(Portela, 75m)
Treinador: Luís Pires.
Disciplina: cartão amarelo para Gervásio (34m).
VILANOVENSE
Matias
Narciso
Azevedo
Valério
Mário Melo
Zezinho
Jardel
(Pedro Luís, 64m)
Capucho
Moreira
(Rui Bettencourt, 45m)
Joka
(Caipira, 52m)
César Costa
Treinador: Álvaro Pereira.
Disciplina: cartão amarelo para Mário Melo (8 e 13m), Moreira (24m),
Zezinho (45m), Azevedo (51m) e César Costa (90+1m). Cartão vermelho
(acumulação de amarelos) para Mário Melo (13m).
PRIMEIRA-PARTE:
1-0.
1-0 por Romicha, aos 20m.
SEGUNDA-PARTE:
1-0.
2-0 por Portela, aos 90+2m.
RESULTADO FINAL:
2-0. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 13ª JORNADA |
VILANOVENSE,
2 – MADALENA, 2
Matias segura e Valério marca...
05/Janeiro/2009
por:
Daniel Costa
| DI
Após uma primeira-parte pouco conseguida, a equipa
alvi-negra melhorou e deu a volta no início da etapa complementar.
Porém, uma grande-penalidade irregular inviabilizou os três pontos.
O
primeiro
tempo do encontro acabou invariavelmente por ter um sentido único,
já que o Madalena controlou as operações, embora nem sempre da
melhor forma, mas o suficiente para chegar ao intervalo em vantagem.
Pelo meio, desperdiçou ainda algumas boas ocasiões para marcar, mas
valeria apenas o golo solitário de Kyle, que aproveitou bem uma bola
mal aliviada da defesa do Vilanovense.
Quanto à equipa do Ramo Grande, a eficácia continua a ser uma das
suas imagens de marca, já que por duas vezes chegou com perigo às
redes de Paulo Salgado, na primeira Jardel de ângulo apertado atira
por cima e na segunda é travado por Nelson Brito dentro da grande
área, originando uma grande-penalidade que Valério aproveitou para
igualar o prélio.
A etapa complementar abriu com o segundo golo do Vilanovense. Dário
Picanço, acabadinho de entrar no jogo, descobriu bem Valério no eixo
que arrancou rápido, superiorizando-se à concorrência na hora do
arranque, entrou dentro da área, aguentou até ao limite e de ângulo
já reduzido atirou para o fundo das redes de Paulo Salgado, obtendo
um bonito golo.
Era a reviravolta na partida. O Madalena acusou o rombo e a equipa
começou a navegar à deriva, perdendo o rumo, situação devidamente
aproveitada pelo Vilanovense para equilibrar o jogo a meio-campo.
Era o melhor período do Vilanovense, já que com Dário Picanço a
equipa ganhou um toque de classe e alguém que pensasse o jogo com
qualidade, em vez do repetitivo e quase sempre inconsequente pontapé
para a frente.
Todavia, um lance muito duvidoso acabaria por resultar em mais uma
grande-penalidade, desta feita contra o Vilanovense, a sancionar uma
mão na bola que, quanto a nós, é claramente bola na mão, uma vez que
o lance é à queima-roupa. Não foi, contudo, este o critério do
árbitro e Rui Alberto aproveitou para restabelecer a igualdade.
A partir daqui, a equipa forasteira voltou ao jogo, pressionou
muito, mas o Vilanovense, com maior ou menor dificuldade, segurou o
empate, o qual representa um ponto moralizador, atendendo aos
argumentos e objectivos contrários.
Arbitragem: exceptuando o lance da grande-penalidade que favoreceu o
Madalena, esteve em plano regular.
FICHA DO JOGO
Campo de Jogos
da Vila Nova.
Árbitro: Jorge Fernandes (AF Braga).
Auxiliares: Luciano Maia e João Costa.
VILANOVENSE
Matias
Zezinho
(Caipira, 33m)
Mário Melo
Narciso
Joka
Moreira
Capucho
César
Jardel
(Rui, 78m)
Pedro Luís
(Dário Picanço, 45m)
Valério (Cap.)
Suplentes não utilizados: Telmo e Azevedo.
Treinador: Álvaro Pereira.
Disciplina: amarelos a Mário Melo e César, aos 67 e 73 minutos,
respectivamente.
MADALENA
Paulo
Salgado
Flávio
Bráulio
(Marçal, 58m)
Sadjó
Kyle
(João Batista, 75m)
Joel
Jaló
Beto
Márcio Lima
Rui Alberto (cap.)
Nelson Brito
Suplentes não utilizados: Emanuel, Clemente e Samiro.
Treinador: Fernando Orge.
Disciplina: amarelos a Braúlio, Kyle e Sadjó, aos 8, 44 e 60
minutos, respectivamente. Acumulação de amarelos (45 e 90+2m),
seguido de encarnado, a Nelson Brito.
PRIMEIRA-PARTE:
1-1.
0-1por Kyle, aos 22m.
1-1por Valério (g.p.), aos 45m.
SEGUNDA-PARTE:
1-1.
2-1
por Valério, aos 49m.
2-2 por Rui Alberto, aos 67m.
RESULTADO FINAL: 2-2.
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SPORT CLUBE VILANOVENSE - BOAS FESTAS
Feliz Natal e Bom
Ano 2009...
22/Dezembro/2008
por:
Direcção
| SCV
A direcção do Sport Clube
Vilanovense vem por este meio desejar a todos os seus associados e
simpatizantes, atletas e responsáveis técnicos, e a todos os amantes
do desporto em geral, e seus familiares, os votos sinceros de
um Feliz Natal e Prospero Ano 2009.

A Direcção
Adelino
Manuel Mendonça Pinheiro
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 12ª JORNADA |
MARITIMO,1 –
VILANOVENSE,
0
Lance duvidoso
dita derrota alvi-negra...
14/Dezembro/2008
por:
Paulo Ricardo
| DI /DSP
O Marítimo obteve no passado
domingo a vitória sobre o Vilanovense, em jogo a contar para a 12ª
jornada da Série Açores da Terceira Divisão, disputado no estádio
Marquês Jácome Correia. Contudo o Vilanovense, à passagem do minuto 84 por muito
pouco não empatou, porque Fábio (Maritimo) evitou sobre a linha
(???) de
golo, um lance que deixou muita dúvidas no ar.
A partida iniciou-se com a formação da ilha Terceira a surpreender,
ins talando-se no meio-campo adversário e dispondo de duas situações
de golo, com Tiago a opor-se muito bem na primeira, mas na segunda
pareceu-nos ser César a falhar o cabeceamento.
A formação micaelense conseguiu equilibrar a
contenda a partir do minuto dez, assistindo-se a partir de então a
um jogo equilibrado, nem sempre bem disputado e até algo monótono,
somente avivado por situações de bola parada, alguns livres como o
que Vitinha apontou à passagem do minuto 23, com o guardião
terceirense a defender a custo, ou o que Moreira cobrou com a bola a
rasar a trave do número um micaelense.
Para além disto, alguns cantos que sempre criavam algum frisson em
ambas as áreas. E foi de um destes cantos que Milton, com o sentido
de oportunidade que lhe é reconhecido nestas situações, marcou o
primeiro e único golo da partida, iam decorridos 42 minutos.
Embora o resultado mais justo ao intervalo fosse o empate, o
Marítimo entrou no segundo tempo com a clara disposição de
justificar a vantagem, procurando ampliá-la o mais cedo possível,
dominando por completo a partida e dispondo de inúmeras situações de
golo iminente, algumas transformadas em falhanços incríveis como os
de Farol, Peixinho e Milton. Ruben Vitória, entrado ao intervalo,
deu outro perfume ao futebol ofensivo maritimista, criando vários
desequilíbrios, proporcionando sobretudo a Canigia e a Narciso mais
espaço, quase sempre desaproveitado ou por uma má recepção ou por um
toque a mais.
O Vilanovense sentiu muitas dificuldades e nem as três substituições
efectuadas de uma assentada à passagem do minuto 60 alteraram as
circunstâncias do jogo. Contudo, à passagem dos minutos 83 e 84 por
muito pouco não empatou, primeiro com Moreira a falhar o remate,
para depois ser Fábio a evitar sobre a linha de golo, num lance que
deixou algumas dúvidas no ar.
Em resumo, se a primeira-parte foi equilibrada, a segunda foi de
completo domínio da formação de azul e branca e não fossem as muitas
oportunidades falhadas e a boa actuação do guardião terceirense,
este 1-0 podia ter tomado outros números, embora seja verdade que a
maior oportunidade pertenceu ao Vilanovense, ao minuto 84.
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Estádio: Marquês Jácome Correia.
Árbitro: Rui Soares (AF Santarém).
Auxiliares: Rui Santo e André Silva |
MARITIMO
Tiago
Nando
Fábio
Milton
Vitinha
Ramiro
Peixinho
Nuno
(Farol, 72m)
Tiaginho
(Ruben Vitória, 46m)
Canigia
(Menina, 90+1m)
Narciso
Treinador:
Pedro Zeferino.
Disciplina:
cartão amarelo
para Ruben Vitória (78m), Ramiro (87m) e Milton (90+3m). |
VILANOVENSE
Tiago Matias
Narciso
Zezinho
Mário Melo
Joka
Moreira
Capucho
(Rui, 60m)
Cris
(Azevedo, 60m)
Valério
Jardel
César
(Prenda, 60m)
Treinador:
Álvaro Pereira.
Disciplina:
cartão amarelo
para Capucho (49m), Narciso (54m), Cris (58m) e Valério
(87m).
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PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Milton,
aos 42 m.
SEGUNDA-PARTE: 1-0.
RESULTADO FINAL: 1-0 |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 8ª JORNADA |
VITÓRIA DO PICO,1 –
VILANOVENSE,
0
(*Jogo em atraso)
Vilanovense perde jogo em atraso...
10/Dezembro/2008
por:
DSP
O Vilanovense perdeu por 1-0, o jogo que estava em atraso da
oitava jornada. Os locais garantiram três importantes pontos que os
afastam da zona de despromoção, enquanto a turma da Vila Nova não
conseguiu manter a senda do bom resultado da jornada anterior.
O golo de Gilson, apontado aos 38 minutos na sequência de um pontapé
de canto, acabou por revelar-se decisivo para o desfecho final de um
encontro nem sempre bem disputado e onde só através de lances de
bola parada as equipas criaram situações de perigo.
Foram mais felizes os da casa que viram o capitão abrir caminho para
a vitória que relança a turma da ilha montanha na corrida por um
lugar entre os cinco primeiros classificados.
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 11ª JORNADA |
VILANOVENSE,
3 – UNIÃO MICAELENSE, 1
Jardel resolve...
07/Dezembro/2008
por:
Daniel Costa
| DI
A formação do Ramo Grande consentiu o
empate, mas reagiu de pronto e, no espaço de um minuto, brindou o
adversário com dois golos de rajada.
Em jogo a contar para a
décima primeira jornada da Série Açores, o
Vilanovense levou de vencida o
União Micaelense por três bolas a uma.
A primeira-parte disputou-se sob o
signo do equilíbrio, com o V ilanovense
a entrar bem na partida e a controlar os acontecimentos durante
sensivelmente os primeiros vinte minutos.
Os pretos da rua dos Mercadores reagiram, equilibrando o jogo numa
primeira fase para, posteriormente, ganharem algum ascendente.
Todavia, as defesas superiorizaram-se aos ataques e o máximo que se
viu foram três ou quatro situações mais ou menos aflitivas,
divididas pelos dois protagonistas.
A excepção foi mesmo o soberbo golo de Valério na ponta final da
primeira-parte, conseguido na sequência de uma falta a meio campo
apontada de pronto pelos alvi-negros, ante a passividade e, por que
não?, a infantilidade do União que ficou a ver Valério efectuar a
diagonal da linha para o meio e armar um remate cruzado, ainda fora
da área, fazendo a bola entrar na gaveta da baliza de Pedro Martins.
O União reagiu após o intervalo, pressionou o Vilanovense e
restabeleceu a igualdade por Rui Carvalho, que entrara após o
descanso, através de um golpe de cabeça.
Ganharam ânimo os micaelenses que faziam tudo para dar a volta ao
resultado, tentando tirar partido do período menos bom dos
anfitriões.
Só que Álvaro Pereira lança o veterano Jardel em jogo, e esta
alteração baralhou por completo a defesa do União. O Vilanovense
tinha agora uma unidade de referência dentro da área e o resultado
não se fez esperar. Cris subiu pelo seu flanco, rematou forte, Pedro
Martins não segurou, e Jardel, em seu sítio, à ponta de lança,
empurrou para o golo.
O adversário acusou a nova desvantagem, deu espaços dentro da área
e, um minuto depois, o capitão Azevedo, liberto de marcação, encheu
o pé para o terceiro do Vilanovense.
A partir daqui, o União desuniu-se e o Vilanovense aproveitou para
controlar o jogo até final, e somar três preciosos pontos no caminho
da manutenção.
Arbitragem: regular.
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Campo de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
Fernando Nunes (AF
Porto).
Assistentes:
Anselmo Neves e
Paulo Nunes. |
VILANOVENSE
Matias
Cris
Márcio
Narciso
Fábio Silva
Azevedo (cap.)
Rui
(Paulo César, 62m)
Moreira
(Capucho, 69m)
César
Fábio Pomba
(Jardel, 75m)
Valério
Treinador:
Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Ronaldo, Pedro,
Mário Melo e Joka.
Disciplina:
amarelos a
Moreira, Márcio, Paulo César, Valério e Capucho, aos 22, 58,
68, 90 e 90+4 minutos, respectivamente.
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UNIÃO MICAELENSE
Pedro Martins
Guedes
Rui Costa
João Mota
Miguel Alves
Ruizinho
Rodrigo
Tiago Silva (cap.)
Minhoca
Quental
(Hélder Botelho, 69m)
Ricardo
(Rui Carvalho, 45m)
Treinador:
Miguel Ferreira.
Suplentes não utilizados:
Rui Melo.
Disciplina:
amarelo a Quental,
aos 66 minutos. Acumulação de amarelos (36 e 90+4m) a
Ruizinho, seguido de encarnado. |
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Valério, aos 36m.
SEGUNDA-PARTE: 2-1.
1-1 por Rui Carvalho, aos 53m.
2-1 por Jardel, aos 79m.
3-1 por Azevedo, aos 80m.
RESULTADO FINAL:
3-1. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - TRANSFERÊNCIAS e
BALANÇO
Moreira regressa
e novidades em breve...
02/Novembro/2008
por:
Paulo Mendonça
| SCV | DI
O Vilanovense
possui neste momento mais um atleta no
seu plantel. Trata-se do médio ofensivo Nuno Moreira que na
temporada transacta foi peça fundamental nas conquistas alvi-negras.
Moreira vem por empréstimo do S.C. Praiense pelo menos até ao final
desta temporada.
Consumada a primeira volta da
primeira fase da Série Açores, pese o Vilanovense se encontrar numa
posição que não era a d esejada
no início da temporada, os seus dirigentes mostram-se, em certa
medida, satisfeitos com o desempenho dos atletas e respectiva equipa
técnica.
Adelino Pinheiro, líder do elenco directivo, refere que, apesar de a
classificação do Vilanovense não ser a ideal, também não é uma
posição que seja totalmente desmoralizante, advogando que "com duas
vitórias qualquer equipa da Série Açores dá um salto a nível classificativo".
Para o presidente alvi-negro, "existe um nivelamento muito grande
entre a maioria das equipas da Série Açores, excepto uma ou outra
equipa acima da média, mas que também não são imbatíveis".
As arbitragens deixam o timoneiro do emblema do Ramo Grande
desiludido, pois, ao longo da prova, a equipa raramente terminou um
encontro com onze jogadores, o que condiciona a estratégia
trabalhada durante a semana.
Adelino Pinheiro opina que este factor "deixa transparecer a ideia
de que a equipa do Vilanovense é muito indisciplinada, o que, como
todos sabem, não é verdade. Basta dizer que é constantemente
referenciado na comunicação social o exagero das expulsões".
“Apelo aos trios de arbitragem e seus responsáveis que façam fazer
as leis e sejam imparciais, pois, se o Vilanovense tiver de descer,
que o seja sem condicionalismos e com verdade desportiva",
acrescenta.
Adelino Pinheiro afirma que "gostava de não ter de falar em
arbitragens, mas neste início de temporada ‘alguém’ está a tentar
fazer do Vilanovense o ‘bobo da corte’. Porém, a nossa resposta será
dada dentro do campo, uma vez que acredito e tenho confiança neste
grupo de trabalho".
REAJUSTES
Conforme referimos em edições
anteriores, o Vilanovense vai proceder a alguns reajustes no
plantel, sendo que Nuno Moreira, de 21 anos de idade, é a primeira
prenda de Dezembro para o técnico Álvaro Pereira, seguindo-se o
central Mário Melo, ex-Guadalupe.
Nuno Moreira representava o Praiense, onde
chegou a participar em cinco encontros. Será um regresso, por
empréstimo do grémio da cidade de Nemésio, a uma casa conhecida,
atendendo a que na temporada transacta foi uma peça b asilar
nas conquistas do Vilanovense.
Adelino Pinheiro afirma que os reforços poderão não ficar por aqui,
levando em linha de conta que "as boas relações entre o Vilanovense
e o Praiense poderão dar mais frutos. Aliás, as mesmas ficaram ainda
mais fortalecidas com o ingresso de José Carlos Santos no Praiense".
Relembre-se que este foi um técnico que deixou uma marca positiva na
freguesia da Vila Nova aquando da sua passagem pelo clube nas duas
últimas temporadas em que o Vilanovense
militou na Série Açores. Como se sabe, o Praiense está também a
fazer um reajuste no seu plantel e o Vilanovense tem-se mantido
atento e disponível para "ajudar" no encurtamento do plantel da
equipa da Praia da Vitória.
Em jeito de conclusão, o presidente ‘alvi-negro’ admite a saída de
algum atleta, “eventualmente só
irá sair algum atleta,se houver quem não
demonstre máxima atitude e empenho para representar as cores do
Vilanovense. Se tal suceder, esses jogadores serão convidados a
sair".
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 10ª JORNADA | ANGRENSE,1 –
VILANOVENSE,
0
Vilanovense não conseguiu estragar a festa...
01/Dezembro/2008
por:
Mateus Rocha
| DI
O Vilanovense foi a Angra do Heroísmo no
feriado de 1 de Dezembro, data de aniversário do Angrense, e no
confronto com os encarnados da rua de São João não conseguiu
estragar a festa dos encarnados. Vitória foi
o autor do único golo do encontro.
Em dia de
aniversário (79 anos), o Angrense alcandorou-se ao posto cimeiro da
série Açores, isto quando estão concluídas dez jornadas. Na recepção
ao Vilanovense – também a necessitar de pontos para fugir aos
lugares de descida – o emblema da rua de S ão
João venceu por 1-0, golo do maestro Vitória à entrada do derradeiro
quarto-de-hora.
Ora por demérito próprio, ora por mérito do adversário, a verdade é
que o Angrense sentiu sérias dificuldades para contabilizar os
pontos em disputa. Ao longo da etapa inicial, o conjunto da cidade
Património jamais conseguiu contrariar o jogo posicional do
antagonista, o qual, não raras vezes, resvalou para o aspecto físico
com clara vantagem para os homens do Ramo Grande.
Porém, na etapa complementar, os encarnados surgiram mais
desenvoltos e empreendedores, colocando novas dificuldades ao
Vilanovense. Mesmo longe do brilhantismo, a equipa de João Eduardo
Alves esteve bem mais perto do futebol a que nos habituou.
Fruto da evidente melhoria rubra, o “pensador” Vitória, com um
remate pleno de intenção e colocação, deu vantagem aos visitados.
Com enorme dignidade e arreganho, os pupilos de Álvaro Pereira
procuraram reagir de imediato, revelando-se, contudo, incapazes de
superar o guardião Délcio.
Arbitragem a dar para o fraquinho.
|
Campo Municipal de Angra do
Heroísmo.
Árbitro:
Assistentes: |
ANGRENSE
Délcio
Gonçalo (cap.)
Ruben
Fábio Flor
Palhito
Rui
Daniel
Vitória
Márcio Fagundes
(Tiago Rocha, 49m)
Silveira
(Graxinha, 87m)
Nuno Lima
(Ivo, 72m)
Treinador:
João Eduardo Alves
Suplentes não utilizados:
Delmindo, Flávio,
Nelson e João Silveira.
Disciplina:
cartão amarelo
para Márcio (43m), Rui (68m), Silveira (76m) e Tiago Rocha
(85m). |
VILANOVENSE
Matias
Joka
(Zezinho, 82m)
Márcio
Narciso
Caipira
Moreira
Cris
Rui
Nuno Hélder
(Pedro Luís, 27m)
(Jardel, 70m)
Azevedo (cap.)
Valério
Treinador:
Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Telmo, Capucho,
Miguel Prenda e Paulo César.
Disciplina:
cartão amarelo
para Márcio (55m) e Azevedo (58m).
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PRIMEIRA-PARTE: 0-0.
SEGUNDA-PARTE: 1-0.
1-0 por Vitória.
RESULTADO FINAL: 1-0 |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 9ª JORNADA |
VILANOVENSE,
1 – BOAVISTA DE SÃO MATEUS, 2
Derrota ao cair do
pano...
23/Novembro/2008
por:
Luís Almeida
| DIO
Vilanovense não tinha tarefa fácil à partida para a 9ª jornada da
Série Açores e, com apenas oito minutos decorridos, o cenário ficou
ainda mais complicado. O Boavista, líder invicto do campeonato, cedo
se colocou na frente do marcador, fruto de uma arrancada de 50
metros protagonizada por Narciso, isto depois de um canto a favor…
dos terceirenses.
Uma vantagem alicerçada na maior serenidade que os homen s
do Pico revelaram ao longo dos primeiros 20 minutos. É bem verdade
que a primeira-parte foi pobre no que a situações de finalização diz
respeito, mas os axadrezados foram capazes de emprestar maior
fluidez na circulação do esférico, manietando por completo a
tentativa de reacção por parte do adversário.
Reacção que apenas surgiu a partir do momento em que Álvaro Pereira
mexeu na equipa. É certo que se tratou de uma substituição cirúrgica
(Caipira rendeu o desinspirado Tequilha na lateral-esquerda), mas a
mudança agitou com o ânimo da equipa, que apareceu mais veloz no
último reduto contrário. À passagem da meia hora, após cruzamento de
Nuno Hélder e um primeiro remate de César, Valério empurrou para o
empate. Já sobre o intervalo, Pedro Luís falhou o alvo por muito
pouco.
O regresso dos balneários trouxe vivacidade ao jogo. O futebol
praticado nem sempre mereceu honras de destaque, mas foi bem
disputado e interessante de seguir. Henrique, logo a abrir as
hostilidades, não aproveita a boa posição para rematar da melhor
forma. Fábio, já depois de cumprido o primeiro quatro de hora da
segunda-parte, preferiu a finta em vez do remate quando já se
encontrava dentro da pequena área forasteira.
O Boavista tentou assumir as despesas do encontro, mas o Vilanovense
jamais deixou de espreitar a contra-ofensiva. Mesmo reforçando as
zonas de combate com a experiência e pujança física de Capucho e
apesar de Valério deambular muito só no ataque, o conjunto
alvi-negro criou sérios problemas para as redes visitantes.
O balde de água fria chegou a três minutos do fim, quando Michel
executou de forma sublime um livre à entrada da área. O Boavista
garantia a permanência no primeiro lugar, mas esteve muito longe de
justificar as credenciais expressas nos números classificativos. O
Vilanovense deixa voar um ponto.
Arbitragem extremamente positiva. Ficou apenas a dúvida num
fora-de-jogo assinalado a Pedro Luís, já na segunda metade, que
poderia ter criado grande perigo para as redes de Igor.
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Campo de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
António Loureiro (AF Viana do Castelo).
Assistentes:
José Moreira e José Bento. |
VILANOVENSE
Matias
Nuno Hélder
Narciso
Pedro Luís
Azevedo
Cris
Valério
Tequilha
(27m, Caipira)
Paulo César
(51m, Capucho)
Fábio
César Costa
Treinador:
Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Telmo, Márcio, Miguel Prenda e Juka.
Disciplina:
amarelo a César (92m) e Valério (92m).
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BOAVISTA SÃO MATEUS
Igor Landim
Nuno Alves
Manuel Vitorino
Sulyvan
Mário Rivaldo
Narciso
Henrique Soares
(90 m, Ivo Rosa)
Hélder Botelho
Michel
Paulo Parreira
Carlos Alves
(65m, Pedro Rodrigues)
Treinador:
Vítor Móia.
Suplentes não utilizados:
Tibério Silva, Pedrinho e José Pedro.
Disciplina:
nada a registar. |
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PRIMEIRA-PARTE: 1-1.
0-1 por Narciso, aos 8m.
1-1 por Valério, aos 31m.
SEGUNDA-PARTE: 0-1.
1-2 por Michel, aos 87m.
RESULTADO FINAL: 1-2 |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 8ª JORNADA |
VITÓRIA DO PICO
–
VILANOVENSE
Adiado para
dia 10 de Dezembro ...
02/Novembro/2008
por:
Paulo Mendonça
| SCV
Devido ao mau tempo que
assolou sobre a Ilha Terceira neste fim de semana em que a
equipa da Vila Nova se deslocava á Ilha do Pico para defrontar o
Vitória local, o Vilanovense não embarcou para a Ilha montanha,
sendo que o jogo entre ambas as equipas a contar para a oitava
jornada da Série Açores foi adiado para dia 10 de Dezembro.
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TAÇA ILHA TERCEIRA
- 1ª ELIMINATÓRIA
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VILANOVENSE, 0 – ANGRENSE, 2
Vilanovense eliminado...
09/Novembro/2008
por: José Eliseu | DI - Paulo Mendonça
| SCV
O Vilanovense ao perder por duas
bolas a zero no seu campo diante a turma encarnada de Angra do
Heroísmo, ficou eliminada da Taça Ilha Terceira.
Foi mais um jogo em que o Vilanovense não terminou
com 11 jogadores. Já é a nona expulsão esta temporada. Ou o
Vilanovense é muito indisciplinado, o que não nos parece e conforme
comprovam os relatos da Comunicação Social dizendo que a maior parte
das expulsões tem sido injustas, ou anda "alguém" a querer
prejudicar o Vilanovense.
Angrense, Fontinhas, Lusitânia,
Marítimos, Lajense (na qualidade de vencedores), Barreiro, Belém e
Boavista (como os três
melhores
vencidos) garantiram o apuramento para a segunda ronda da Taça Ilha
Terceira, agendada para o dia 21 de Dezembro. O respectivo sorteio
decorre esta semana nas instalações da Associação de Futebol de
Angra do Heroísmo.
Recuperamos os desfechos da primeira eliminatória: Vilanovense 0 –
Angrense 2, Fontinhas 2 – “Os Leões” 0, Boavista 1 – Lusitânia 2,
Marítimos 2 – Belém 1 e Lajense 2 – Barreiro 1. Deste modo, “Os
Leões” e Vilanovense são as únicas equipas eliminadas.
Voltando ao jogo onde o Vilanovense esteve envolvido,
assistiu-se a uma sucessão de erros defensivos de ambos os
compartimentos recuados, principalmente na primeira parte. Mas neste
cenário o Angrense foi quem tirou melhor proveito. Ivo, que compensa
a falta de estatura com uma mobilidade constante, foi um elemento
que desorganizou o esquema de marcações do Vilanovense. Aliás, o
golo que ele marca, na sequência de um canto, é sintomático.
A formação da casa tinha grandes dificuldades em sair a jogar pela
pressão que a linha avançada encarnada exercia. Daí que o recurso ao
passe longo passou a ser sistemático. Além de que, no meio-campo,
Paulo César tinha como que uma obsessão em marcar individualmente
Vitória e via, assim, diminuir-se-lhe o raio de acção.
O perigo que o Vilanovense criou até ao intervalo foi quase sempre
consequência de lances de bola parada, onde Nuno Hélder se destacou.
Em lances de futebol corrido era mais difícil porque a equipa de
Angra jogou muito bem sem bola, não dando muito espaço para o
adversário pensar as jogadas. Perto do minuto 45 os anfitriões
desperdiçaram a sua melhor oportunidade. Caipira, na marcação de uma
grande penalidade, permitiu a defesa de Délcio.
Na segunda parte o Vilanovense começou bem mais perigoso com
Francisco e Valério a aproveitarem os vazios criados nas costas de
Palhito. Paulo César passou para marcação zonal e Azevedo começou a
ter mais tempo para pensar o jogo da sua equipa.
Mas quando as equipas ficaram, quase ao mesmo tempo, reduzidas a dez
foi o Angrense quem melhor se adaptou. Miguel Oliveira acertou
melhor a central do que a médio e a entrada de Magina desconsertou a
balança a favor dos citadinos. O tento que apontou é demonstrativo
de grande classe. A partir daqui o Angrense controlou o encontro e
continuou a mostrar uma enorme solidez táctica.
Eurico Garcia quis impor-se pelos cartões, mostrando-os mesmo quando
não se justificava.
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Ronaldo; Zezinho, Rui, Nuno Hélder e Cruz
(Francisco, 30); Paulo César, Azevedo, César e Pomba; Valério
(Miguel Prenda, 73) e Caipira.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Délcio; João Silveira, Gilberto, Zezinho e Palhito;
Miguel Vaz (Pedro, 57), José Isidro, Miguel Oliveira e Flávio;
Vitória (Magina, 74) e Ivo.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Ivo (12) e Magina (80).
Disciplina: amarelos para Vitória (9), Miguel Oliveira (23),
Gilberto (28 e 69), Valério (31), Palhito (34), Zezinho (42), Miguel
Vaz (43), Rui (58 e 65), Paulo César (65), João Silveira (72) e
Pedro (76). Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Rui
(65) e Gilberto (69).
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SÉRIE AÇORES - MASSAGISTA
Hélio Carvalho é o novo massagista...
05/Novembro/2008
por:
Paulo Mendonça
| SCV
Hélio Carvalho é o novo
responsável pelo departamento clínico do Sport Clube Vilanovense. O
antigo massagista da equipa de futsal da Casa da Ribeira é o
substituto de Álvaro Coelho, o anterior massagista do Vilanovense.
Hélio
Carvalho de 54 anos de idade é o novo responsável pela recuperação
clínica dos atletas alvi-negros, após o clube da Vila Nova ter
prescindido recentemente dos serviços de Álvaro Coelho. O SCV está
grato pelo trabalho efectuado pelo anterior massagista que durante a
ultima década prestou serviços no clube do Ramo Grande. Como as
exigências na III Divisão são superiores e é necessário uma maior
disponibilidade para o cargo, o Vilanovense recrutou para esta
função Hélio Carvalho já foi massagista no S. C. Praiense e nas
ultimas três temporadas foi o massagista da equipa de futsal da Casa
da Ribeira. Recorde-se que os casos no Vilanovense que inspiram
maior cuidados clínicos, são os de Capucho e Telmo. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 7ª JORNADA |
VILANOVENSE,
0 – RABO DE PEIXE, 0
Matias segura nulo...
02/Novembro/2008
por:
Daniel Costa
| DI
A boa organização
defensiva, a par de alguma sorte, permitiu aos alvi-negros segurarem
o nulo, numa partida onde tiveram de jogar sessenta e cinco minutos
com menos uma unidade.
Duas equipas de valor semelhante
proporcionaram um futebol nos primeiros minutos sem grandes recortes
técnicos, entrando
ligeiramente
melhor os micaelenses que, sobretudo através de jogadas rápidas à
linha, criavam algumas dificuldades à defensiva da Vila Nova.
Com efeito, os terceirenses não entraram muito bem no jogo,
demorando alguns minutos a encontrar-se já que o meio campo muito
forte fisicamente do adversário criava dificuldades aos criativos do
Vilanovense, sobretudo ao organizador Azevedo, que não tinha espaços
para pegar no jogo e, consequentemente, servir na perfeição o
tridente atacante.
Aos poucos esta situação foi-se alterando, os espaços foram surgindo
e os anfitriões começavam a dar trabalho a Bruno Andrade. O nulo
esteve perto de ser desfeito, depois uma rotação perfeita de
Azevedo, o passe para Valério com este a atirar cruzado, aparecendo
Fábio a atirar demasiado colocado para fora.
O Rabo de Peixe respondeu de pronto, e viria mesmo a dispor de uma
soberana ocasião para marcar, na transformação de uma grande
penalidade, a sancionar um corte com a mão de Joka quando a bola ia
entrar na baliza, o que lhe valeu a cartolina encarnada. Na cobrança
do mesmo, Emanuel Simão atira para a defesa de Matias e na recarga
não consegue fazer melhor do que atirar por cima do travessão.
A partir daqui o Vilanovense com menos uma unidade teve de repensar
estratégias e definir prioridades, passando Cris a fechar o flanco
direito. Os micaelenses com mais uma unidade carregaram mais, foram
pressionantes, mas o bom sentido colectivo do Vilanovense nunca o
fez perder o norte, e, quando não era suficiente, a sorte acabou por
estar do seu lado, quando a bola por duas vezes foi ao ferro das
redes Matias. Primeiro, no final da primeira parte, depois de Matias
com uma palmada ter desviado um remate de Valter Moniz para o poste,
e depois é Iaia no reatamento quem atira do meio da rua, levando a
bola a roçar o travessão.
Os primeiros minutos da etapa complementar trouxeram um Rabo de
Peixe empreendedor, com o seu técnico a proceder a alterações no seu
xadrez com esse intuito, mas os pupilos de Álvaro Pereira não de
intimidaram, longe disso, e aos poucos iam sacudindo a pressão do
adversário que, com o decorrer do tempo, ia perdendo discernimento.
Em consequência disso, Valério, completamente só em zona frontal,
tem nos pés uma soberana ocasião para o seu conjunto arrecadar os
três pontos, mas o remate não levou a melhor direcção, terminado o
jogo tal como começou, o que, atendendo às nuances do mesmo, acabou
por ser um bom resultado para os alvi-negros.
Arbitragem: regular.
|
Campo
de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
Joaquim Lamarosa (AF Santarém).
Auxiliares:
Rodrigo Malta e Ricardo Silva. |
VILANOVENSE
Matias
Joka
Nuno Hélder
Cruz
(Paulo César, 45m)
Tequilha
(Caipira, 49m)
Azevedo (cap.)
Cris
Valério
(Jardel, 78m)
César
Narciso
Fábio Pomba
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Ronaldo, Pedro Luis, Zezinho e Miguel Prenda.
Disciplina:
cartão amarelo para Joka, Cruz
e Tequilha, aos 1, 15 e 32 minutos, respectivamente.
Encarnado directo a Joka, aos 25 minutos. |
RABO DE PEIXE
Bruno Andrade
Paulo Vigina
(Márcio Moniz, 70m)
David
Paulo Viana
Zé Manel
Luís Flor
Iaia Silva (cap.)
Mauro
Vitinha
(Bento Freitas, 60m)
Valter Moniz
(Xalana, 76m)
Emanuel Simão
Treinador:
Jaime Vieira.
Suplentes não utilizados:
Marco e Milton Vieira.
Disciplina:
cartão amarelo para Paulo
Viana, Paulo Vigina e Bruno Andrade, aos 6, 54 e 67 minutos,
respectivamente. |
|
PRIMEIRA-PARTE: 0 – 0.
SEGUNDA-PARTE: 0 – 0.
RESULTADO FINAL: 0 – 0. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 6ª JORNADA |
LUSITÂNIA, 1 – VILANOVENSE, 1
Vilanovense empata
mesmo a jogar com 9
...
26/Outubro/2008
por:
Luís Almeida
| DI
O Lusitânia foi incapaz de desfazer
o empate, mesmo com mais dois elementos em campo, frente a um
Vilanovense maduro em termos tácticos. O Vilanovense entrou a ganhar
na partida e durante cerca de 20 minutos fez por merecer a vantagem.
Poucos segundos passavam do primeiro minuto quando Cris colocou o
Vilanovense na frente, carimbando o terceiro tento da sua conta
pessoal no campeonato. Um golo que conduziu a equipa para u ma
actuação extremamente agradável, principalmente pela superior
organização colectiva. Álvaro Pereira tem, de facto, o conjunto bem
estruturado. É certo que sente algumas dificuldades na construção do
processo ofensivo, mormente quando o criativo Azevedo não é capaz de
pegar no jogo, mas nem por isso deixou de criar perigo no
contra-ataque. Mas é a defender que a formação alvi-negra mais se
destaca. Pode não ser bonito, mas o comportamento táctico é
exemplar. Saliência para a sintonia perfeita da dupla do meio-campo,
Rui e César.
Além do choque inicial, o Lusitânia sentiu sérias dificuldades para
se desfazer desta teia, não obstante Bebé ter levado a bola a beijar
o ferro na transformação de um livre directo. Nem Fábio, nem mesmo
as incursões de João Melo por zonas mais centrais, foram capazes de
promover a circulação de bola nas transições, deixando o ataque
longe do esférico. Os leões só se soltaram destas amarras a partir
dos 23 minutos, altura em que o juiz da partida dá ordem de expulsão
a Márcio e assinala grande-penalidade por suposta carga
sobre Veredas (que regressa após longa paragem, devido a lesão), num
lance onde a confusão foi grande. Fábio restabeleceu
a igualdade e os verdes passaram a gozar de maior espaço para
fabricar alguns lances de inquietação para Matias.
O Vilanovense, que se via na mesma situação da última jornada,
reforçou as “áreas de combate” para a segunda-parte e deixou -se
subjugar completamente pelo Lusitânia, que dispôs, na realidade, de
excelentes oportunidades. Veredas, por três ocasiões, e Tiquilha,
com uma bola ao poste, tiveram tudo para carimbar a reviravolta. Mas
faltou objectividade, apesar do domínio. O empate premeia o labor
dos vilanovenses, que ainda ficaram privados de Rui, expulso por
acumulação.
Arbitragem fraquinha. Luís Caetano apresentou-se demasiado
autoritário e, com esta postura, perdeu critério nas avaliações.
Mesmo considerando que o árbitro terá razão no lance da
grande-penalidade, o vermelho directo é um exagero.
|
Estádio João
Paulo II, em Angra do Heroísmo
Árbitro: Luís Caetano (A.
F. Viseu).
Auxiliares: Luís Castaínça e Jorge Ramos |
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LUSITÂNIA
David
Celso
Dário
Branco
Benjamim
(Tiquila, 45m)
Veredas (cap.)
Diogo Picanço
(Filipe, 45m)
Bébé
Alex
Fábio
João Melo
(Zula, 89m)
Treinador:
Manuel da Costa.
Suplentes não utilizados: Diogo, Garcia, Ivo e David
Castro.
Disciplina: amarelo para João Melo (27m.).
Suplentes não utilizados: Diogo,
Garcia, Ivo e David Castro.
|
VILANOVENSE
Matias
Joka
Márcio
Cruz
Azevedo (cap.)
(Miguel Prenda, 74m)
Rui
César
Fábio Pomba
Valério
(Pedro Luís, 74m)
Cris
(Paulo César, 45 min)
Fábio Pomba
Treinador:
Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados: Ronaldo,
Zézinho, Jardel e Caipira.
Disciplina:
marelos para Tequilha (18m.), Cruz (21m.), Azevedo (23m.),
Rui (31m. e 83m.) e Paulo César (90+5). Vermelho directo
para Márcio (23m.). Vermelho por acumulação para Rui (83m.).
|
Ao
intervalo: 0-1.
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
0-1 por Cris, ao1m.
1-1 por Fábio, aos 23m (g.p.).
SEGUNDA-PARTE: 0-0.
Resultado final: 1-1. |
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18/10/2008
-
SUPER TAÇA ILHA TERCEIRA
- FINAL | VILANOVENSE, 3 – BOAVISTA RIBEIRINHA, 2
Super Taça para a
Vila Nova...
18/Outubro/2008
por:
Daniel Costa
| DI
Como seria de esperar, a
equipa da Vila Nova, mais rodada e com um andamento superior, cedo
demonstrou que iria assumir as despesas do jogo que decidia a Super Taça
“Francisco Borges Pinheiro”, confirmando, deste modo, as previsões
lógicas.
Como seria de esperar, a equipa da Vila Nova, mais rodada e com um
andamento superior, cedo demonstrou que iria assumir as d espesas
do jogo que decidia a Super Taça “Francisco Borges Pinheiro”, troféu
patrocinado pela Fotaçor, confirmando, deste modo, as previsões
lógicas.
Por sua vez, os axadrezados aceitaram esse facto com grande
tranquilidade e normalidade, adoptando uma postura que privilegiava
a segurança defensiva, alicerçada num posicionamento em campo
irrepreensível, ocupando bem os espaços, deixando o adversário
desgastar-se física e psicologicamente no transporte de bola, mas
sempre longe da sua área, e tentando partir rápido para o
contra-ataque.
Isto deu azo a um prélio quase sempre de sentido único, com o
Vilanovense a tudo fazer para chegar rapidamente ao golo e o
Boavista a tentar retardar esse desejo e a jogar com o nervosismo
que daí resultava.
E a verdade é que isso veio a suceder. A seis minutos do final da
primeira-parte, o Vilanovense desfruta de uma soberana ocasião para
se adiantar no marcador, mas o capitão Azevedo, na linha dos onze
metros, desperdiça uma grande-penalidade, atirando ao poste direito
da baliza de Bruno do Ó.
Ainda nas incidências do castigo máximo, Luís Paulo, que cometeu a
infracção, vê a cartolina vermelha directa, obrigando a equipa da
Ribeirinha a jogar com menos uma unidade.
Mesmo assim, os axadrezados não se desuniram, longe disso, e tiraram
partido do tal nervosismo para se adiantar no marcador quase em cima
do intervalo, através de um golo de bonito efeito de Cláudio que
entrou rápido pela direita e, à saída de Ronaldo, picou-lhe a bola
por cima.
Inconformado com o desenrolar dos acontecimentos, Álvaro Pereira
procede a duas alterações ao intervalo, introduzindo em campo o
avançado Valério e o médio Miguel Prenda. Com estas alterações, os
alvi-negros acentuaram, paulatinamente, o seu domínio, já que o
Boavista, revelando maior debilidade física e com menos um homem em
campo, defendia cada vez mais atrás e, como tal, as dificuldade iam
aumentando.
Daí que não foi surpresa o golo da igualdade apontado por Nuno e,
pouco depois, a cambalhota no marcador, obra de Pedro, outra unidade
que saiu do banco da equipa da Vila Nova.
A vantagem ainda foi dilatada por Valério, mas Lino, de cabeça,
voltou a reduzir a pouco minutos do final, relançando a partida. Só
que, pese toda a boa vontade por parte dos axadrezados nos instantes
finais, estes não conseguiram evitar o triunfo do Vilanovense.
Arbitragem: irregular.
|
Estádio João
Paulo II, em Angra do Heroísmo.
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Augusto Vieira. |
VILANOVENSE
Ronaldo
Zezinho
Nuno
Márcio
Azevedo (cap.)
César
Tequilha
Rui
(Miguel Prenda, 45m)
Fábio pOMBA
Joka
(Valério, 45m)
Jardel
(Pedro, 71m)
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Matias, Cruz, Paulo César e
Caipira.
Disciplina:
amarelos a Joka, Tequilha e
Zezinho, aos 34, 48 e 55 minutos, respectivamente. |
BOAVISTA RIBEIRINHA
Bruno do Ó
Lino
Bruno Silva
Rocha
Luís Paulo
Paulo Ribeiro
Cordeiro
(Chico, 68m)
João Paulo
Tony (cap.)
Caracol
Cláudio
(Fábio, 84m)
Treinador:
Joe Fernandes.
Suplentes não utilizados:
Rogério, Marco, Medeiros e Hélio.
Disciplina:
amarelos a Caracol, Bruno Silva
e Fábio, aos 21, 57 e 89 minutos, respectivamente |
|
PRIMEIRA-PARTE:
1-0.
1-0por Cláudio, aos 43m.
SEGUNDA-PARTE:
1-3.
1-1 por Nuno, aos 61m.
1-2 por Pedro, aos 78m.
1-3 por Valério, aos 85m.
2-3 por Lino, aos 87m.
RESULTADO FINAL:
2- 3. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 5ª JORNADA |
VILANOVENSE,
0 – CAPELENSE, 5
Evitar que se repita no futuro...
12/Outubro/2008
por:
Luís Almeida |
DI
Esta é uma daquelas
goleadas que o melhor mesmo é recordar, até para que não se repita
no futuro. Aliás, o Vilanovense terá bastante trabalho de casa para
realizar durante a semana se quiser tirar as devidas ilações e
aprender com os erros cometidos. Os terceirenses passaram de
dominadores a goleados.
É claro que é da mais elementar justiça reconhecer o tremendo mérito
de Sidónio, o grande mentor do triunfo do Capelense. Saltou
do
banco e abriu o livro e a cortina dos golos. O 10 micaelense fez
gato sapato da defensiva da casa e inaugurou o marcador cinco
minutos depois de ter entrado, numa jogada individual onde passou
por tudo e por todos. Ainda teve tempo para bisar e assistir.
Depois de chegar ao segundo, da autoria de Artur Santos, os
visitantes caminharam calmamente para a mão cheia de golos,
consumada por Romicha e Ruizinho. A defesa alvi-negra baixou
completamente os braços e o desnível ainda poderia ter sido bem
maior, se bem que, convenhamos, os números finais já roçam o exagero
se atendermos ao que se passou durante os 90 minutos.
Isto porque o Vilanovense realizou uma primeira-parte de excelente
nível, dominando o jogo e o adversário. Um conjunto personalizado,
com os níveis de concentração no máximo e uma capacidade de
interpretação táctica notável. O comportamento defensivo merece
elogios e foi um dos principais responsáveis pelas debilidades que o
oponente revelou no processo ofensivo. O Capelense praticou um
futebol feio e sem criatividade.
Mesmo mais compactos em zonas recuadas do terreno, os pupilos de
Álvaro Pereira mostravam agilidade nas transições e César,
decorridos 10 minutos, falha escandalosamente quando estava na cara
do golo. Novamente os da Vila Nova a criar perigo e Cris, na
sequência de um rápido e bem gizado contra-ataque, faz a bola beijar
as malhas laterais da baliza de Armindo.
Os problemas começam na recta final dos primeiros 45 minutos, altura
em que Narciso é admoestado com um vermelho directo depois de travar
Gervásio, quando o avançado das Capelas seguia isolado. O técnico
terceirense até mexeu com sapiência no colectivo, fazendo entrar
Miguel Prenda para a zona do meio-campo por troca com Valério, que
fez dupla atacante com Jardel, ao passo que Rui foi ocupar a vaga
deixada em aberto pela expulsão de Narciso.
Mas o Vilanovense desvirtuou completamente a estratégia com que
iniciou a partida. Uma estratégia que, na verdade, parecia querer
dar pontos. Caiu na tentação de subir no terreno, mesmo com menos um
elemento, deixando a defesa em igualdade numérica com o ataque dos
forasteiros, que foi alargado para quatro unidades. É certo que Rui,
à passagem do minuto 54, ainda conquistou uma inequívoca
grande-penalidade, que Azevedo haveria de desperdiçar, mas este
adiantamento ofereceu o controlo do meio-campo ao Capelense e deixou
o sector recuado sem protecção. O resto foi obra de Sidónio.
|
Campo
de Jogos da Vila Nova.
Árbitro:
Gaspar Fernandes (A. F. de Braga).
Auxiliares:
Joaquim Sousa e Pedro Fernandes. |
VILANOVENSE
Ronaldo
Nuno Hélder
Rui
Narciso
Azevedo (cap.)
Cris
(Pedro Luís, 65m.)
Valério)
(Miguel Prenda, int.)
César
Zézinho
Jardel
(Fábio, 65m.)
Joka
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados:
Matias, Márcio, Tequilha e Paulo César.
Disciplina:
amarelo para Jardel (41m.). Vermelho directo para Narciso
(37m.). |
CAPELENSE
Armindo
Bagnari
Márcio Lima
(Sidónio, 56m.)
Ricardo Cardoso
Artur Santos
António Silva
Ruizinho
Eurico (cap.
Bruno Sousa
(Bolinhas, 56m.)
Romicha
Gervásio
(Nelson Faria, int.)
Treinador: Luís Pires.
Suplentes não utilizados:
Vitor Medeiros e Vitor.
Disciplina:
amarelos para Armindo (54m.), Romicha (74m.) e Eurico
(84m.). |
Ao
intervalo: 0-0.
No
Segundo tempo: 0-5.
0-1 Sidónio aos 62 minutos.
0-2 por Artur Santos aos 77 minutos.
0-3 por Sidónio aos 81 minutos.
0-4 por Romicha aos 87 minutos.
0-5 por Ruizinho aos 90 minutos.
Resultado final: 0-5. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 4ª JORNADA |
MADALENA, 5
–
VILANOVENSE,
0
Seria complicado fazer melhor...
05/Outubro/2008
por: Paulo Mendonça
|
SCV
O
Vilanovense sofreu uma pesada derrota na Ilha do Pico ao ser
derrotado por cinco bolas a zero. A derrota diante da
equipa do Madalena acaba por se aceitar, embora por números
exagerados.
Convêm recordar que os alvi-negros
perderam diante da equipa que p ossui
o maior orçamento na Série Açores, e perfila-se como o principal
candidato á vitória final.
Os terceirenses ainda mantiveram algum equilíbrio nos minutos
iniciais, mas a partir do minuto 21, altura em que Márcio Lima abriu
o marcador, os homens de Álvaro Pereira desmoralizaram e raramente
alcançaram a baliza contrária. Pouco depois Márcio Lima voltaria a
assinar mais um tento, assinalando o marcador 2-0 ao intervalo.
A recuperação era uma tarefa difícil de encetar por parte dos
jogadores da Vila Nova e mais se tornou quando Sadjó elevou a
contagem as aspirações de conseguir pelo menos empate caíram por
terra. Márcio Lima ainda haveria de voltar a fazer o gosto ao pé e
um auto-golo de Zézinho carimbou o 5-0 final. |
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 3ª JORNADA | VILANOVENSE,
2
– MARITIMO, 0
Aí está a primeira vitória...
28/Setembro/2008
por: Daniel Costa | DI/DSP
Após uma primeira parte
sofrida, os alvi-negros entraram determinados no segundo tempo,
alcançando, deste modo, a primeira vitória no campeonato da série
Açores.
Dando seguimento ao excelente resultado alcançado no terreno do
União Micaelense, onde arrancou um
empate
a três bolas, depois de ter estado sempre em desvantagem, a formação
da Vila Nova, agora na recepção ao Marítimo, também de Ponta
Delgada, desembaraçou-se do conjunto azul, mercê de uma entrada
fulgurante na etapa complementar, e também da experiência e sentido
de baliza do ponta-de-lança Jardel, uma vez que o atacante do Ramo
Grande apontou de forma superior o primeiro golo da tarde e esteve
na origem do segundo, da autoria de Cris.
De facto, o jogo poderia resumir-se ao arranque da etapa
complementar, mais propriamente ao seu primeiro quarto-de-hora,
período onde o Vilanovense surpreendeu e arrumou a questão a seu
favor, isto após uma primeira parte confusa, jogada aos repelões,
com demasiado contacto físico, originando muitas interrupções e
poucas oportunidades de golo, repartindo-se aqui o protagonismo
pelos dois conjuntos. Todavia, sem ser uma partida de futebol
atractiva nesta primeira parte, foram os forasteiros que tiveram
mais posse de bola, mas apenas isso.
Após o quarto-de-hora decisivo e irrepreensível por parte do
Vilanovense, a partida passou por uma fase de equilíbrio, com a
formação de São Miguel a tentar responder ao resultado adverso, mas
pela frente encontrou um Vilanovense organizado, a jogar com o
resultado a seu favor, procurando suster o ténue caudal ofensivo dos
azuis longe da sua baliza, e tentando sair para o contra-ataque, o
que de facto aconteceu em algumas situações.
Duas delas, as mais claras, refira-se, já em tempo de descontos,
período em que os atacantes da casa desperdiçaram claríssimas
situações para ampliar a contagem, primeiro por Rui que, ao segundo
poste, não conseguiu a emenda para o golo e depois é César Costa
que, completamente isolado em posição frontal, não consegue
ultrapassar Tiago.
Ficha técnica
Árbitro: Hugo Pires (AF Leiria).
Auxiliares: Tiago Domingos e David Mendes.
Vilanovense: Matias; Zezinho (Joka, 78), Nuno Hélder, Narciso
e Tiquilha; Azevedo (Capucho, 70), Cris, Valério e Rui Bettencourt;
César Costa e Jardel (Fábio Silva, 70).
Treinador: Álvaro Pereira.
Marítimo: Tiago; Nando, Fábio, Milton e Vitinha; Peixinho,
Maciel e Ruben Vitória (Marco Santos, 60); Canigia (Sardinha, 70),
Nuno e (Vítor, 53) e Narciso.
Treinador: Pedro Zeferino.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Jardel (48) e Cris (57).
Disciplina: cartão amarelo para Azevedo (33), Sardinha (76) e Criz
(82). Cartão vermelho directo para Peixinho (85).
|
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 2ª JORNADA
| U. MICALENSE, 3
– VILANOVENSE,
3
Hino ao futebol...
22/Setembro/2008
por: DSP
União
Micaelense e Vilanovense exibiram um hino aos golos numa partida que
conheceu grande emoção. Pela atitude evidenciada ambas mereciam
levar os três pontos mas tiveram que se contentar com apenas um.
S eis
golos num jogo é sempre algo que fica para a história e se à
alternância no marcador juntarmos a incerteza quanto ao vencedor
então temos uma partida bem salpicada e a corresponder àquilo que os
adeptos desejam: emoção e bom futebol.
Tal como lhe competia, o União Micaelense foi a equipa que procurou
assumir as despesas do encontro e logo aos cinco minutos Tiago Silva
inaugurou o marcador de livre directo. Melhor prenúncio não podia
Miguel Ferreira desejar mas logo após Álvaro Pereira pôde constatar
que também tinha motivos para pensar positivo.
O Vilanovense não demorou a reagir e Joma, isolado, não se fez
rogado e restabeleceu a igualdade, recolocando tudo na estaca zero.
O jogo, que até então ainda não estava definido em termos de domínio
territorial, conheceu uma maior supremacia por parte dos locais, mas
sem que isso se traduzisse em lances efectivos de perigo.
A formação da ilha Terceira, mais comedida mas sempre atenta ao
contra-ataque, via o tempo correu a seu favor até ao minuto 45,
altura em que sofreu um rude golpe nas suas aspirações: Lelé faz o
2-1 após alguma confusão na área e lança novos dados para a etapa
complementar.
Álvaro Pereira sabia que os seus jogadores eram capazes de reagir e
foi no arreganho que o Vilanovense restabeleceu a igualdade por
intermédio de Cris. A incerteza voltava a reinar no campo de São
Roque mas tudo pareceu ficar decidido quando Tiago Silva bisou, aos
72 minutos e aos 80 Fábio Pomba recebeu ordem de expulsão.
Porém, mesmo reduzido a dez elementos e em desvantagem no marcador,
os alvi-negros não desarmaram e no último fôlego lograram voltar a
facturar, desta feita através da marcação de uma grande penalidade
que Azevedo se encarregou de converter. Havia emoção a rodos e os da
casa só não chegaram a nova vantagem porque Lelé viu um golo anulado
por pretenso fora-de-jogo…
Ficha técnica
Árbitro: Eugénio Arez (AF Algarve).
Auxiliares: Ricardo Glória e Luís Reis.
União Micaelense: Pedro Martins; Samuel, João Mota, Rui Melo
e Guedes (Rui Costa, 58); Ruizinho, Rui Carvalho e Lelé; Tiago
Silva, Hélder Botelho (Minhoca, 57) e Quental (Leonel, 76).
Treinador: Miguel Ferreira.
Vilanovense: Tiago Matias; Nuno Hélder, Rui Bettencourt,
Bruno Narciso e Azevedo; Cris (Jardel, 67), Valério (Fábio Caipira,
67; substituído por Márcio, 86), Zézinho e Fábio Pomba; César Costa
e Joka.
Treinador: Álvaro Pereira.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Tiago Silva (5 e 72), Joma (8), Lelé (45), Cris (55) e
Azevedo (82 gp).
Disciplina: cartão amarelo para César Costa (37), Tiago Silva (70),
Fábio Pomba (72 e 80), Joka (81), João Mota (82), Tiago Matias (89).
Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Fábio Pomba (80).
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SÉRIE AÇORES - III DIVISÃO - 1ª JORNADA
| VILANOVENSE,
1 – ANGRENSE, 2
Arbitragem pouco esclarecida...
07/Setembro/2008
por:
Luís Almeida | DI/DSP
Excelente
espectáculo de futebol na Vila Nova. Competitivo, com velocidade e
muitas oportunidades de golo.
Angrense
perdulário na primeira parte viu o Vilanovense assustar na segunda
metade. Arbitragem
pouco esclarecida num encontro que não ofereceu problemas. Pouco
critério disciplinar e, inclusive, o vermelho directo a Pedro Luís
pareceu-nos exagerado.
Pouco passava
dos dez minutos e o marcador já tinha funcionado por duas vezes.
Primeiro foi o Vilanovense, desinibido, a
contrariar
o favoritismo inicial
do Angrense por intermédio de César, que cabeceou com êxito após
jogada de insistência. Respondeu Márcio Fagundes com um golo do
outro mundo: quina da área, remate potente e colocado e a bola a
anichar-se no canto superior esquerdo da baliza de Matias. Grande
momento.
O empate foi sinónimo de libertação para os jogadores às ordens de
João Eduardo Alves. Futebol simples e eficaz, de pé para pé, com
qualidade de passe e sentido de baliza. Mesmo sem um ponta-de-lança
de raiz, os encarnados criaram situações mais do que suficientes
para resolverem a questão ainda numa fase precoce da partida. Magina,
em três ocasiões, e Vitória não conseguiram acertar no alvo quando
só tinham o guarda-redes pela frente.
Haveria de ser novamente Márcio Fagundes, já próximo do intervalo, a
colocar os visitantes na liderança, aproveitando a apatia de Joka na
hora de aliviar o esférico. O Vilanovense sentiu algumas
dificuldades para se reorganizar após a expulsão de Pedro Luís,
oferecendo a iniciativa e o domínio do jogo ao adversário.
Angrense que continuou a dominar depois do intervalo, mas não foi
capaz de controlar as operações a seu favor. Aliás, também graças à
matreirice que os da casa apresentaram nas saídas para o ataque, a
turma da rua de São João esteve à beira de sofrer um tremendo revés
nas suas aspirações. Mesmo com menos um elemento, o Vilanovense
criou alguns lances de enorme perigo. Já próximo dos 90 minutos,
Zezinho oferece a Delmindo a defesa da tarde.
O resultado acabaria por não se alterar e a vitória, mesmo que pela
margem mínima, reflecte a maior qualidade do futebol praticado pelo
Angrense. Ainda assim, o Vilanovense mostrou abnegação na primeira
jornada da série Açores e não será, certamente, um adversário fácil.
Realce para a prestação de Azevedo, claramente a estrela da
companhia. Atributos, sem dúvida, acima da média. Poderia muito bem
dividir o estatuto de melhor em campo com Márcio Fagundes.
Arbitragem pouco esclarecida num encontro que não ofereceu
problemas. Eurico Garcia esteve titubeante e nem sempre ajuizou bem,
mesmo em lances de fácil análise. Pouco critério disciplinar e,
inclusive, o vermelho directo pareceu-nos exagerado.
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia (AF Angra do Heroísmo).
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Matias; Joka (Zézinho, 45), Márcio (Paulo César,
21), Rui e Nuno Hélder; Narciso, César, Azevedo e Cris; Fábio Toledo
(Jardel, 78) e Pedro Luís.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Delmindo; Gonçalo, Zezinho, Fábio Flor e Nelson;
Rui Silveira (Miguel Vaz, 76), Daniel e Carlos Silveira; Márcio
Fagundes, Magina (Ivo, 85) e Vitória.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 1-2.
Marcadores: César (3) e Márcio Fagundes (13 e 40).
Disciplina: cartão amarelo para Fábio Flor (30), Márcio Fagundes
(54), Zezinho (75) e Rui (83). Cartão vermelho directo para Pedro
Luís (34).
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Época 2008/2009 - Taça de Portugal
Vilanovense
eliminado da Taça de
Portugal
01/Setembro/2008
Texto por: Luís Almeida | DI/DSP
O Vilanovense, apesar de empenhado e batalhador,
raramente foi capaz de organizar as transições ofensivas com
eficiência, pormenor que espelha na perfeição a diferença de
argumentos entre as duas formações. Os continentais apresentaram
agradável mobilidade, enquanto que os açorianos não conseguiam
arquitectar a circulação de bola.
Foi, igualmente, num período precoce da primeira parte que Álvaro
Pereira compreendeu que era obrigatório mudar alguma coisa, pri ncipalmente
na zona do meio-campo. A inclusão de Paulo César, à passagem da
meia-hora, em detrimento do extremo Fábio, nivelou o equilíbrio de
forças no centro do terreno.
Aliás, sempre com Azevedo ao leme (o melhor da turma do Ramo
Grande), o Vilanovense viveu, aos 37 minutos, o momento de maior
fulgor ao longo de todo o jogo. Conquistou raro poder de posse de
bola, subiu ligeiramente no terreno e Cris, em situação
privilegiada, teve tudo para alvejar com êxito a baliza de Rui Neto.
Faltou apenas o remate.
Quem não se fez rogado foi o ponta-de-lança Luís que, quase de
imediato, inaugurou o marcador após rápido contra-ataque conduzido
pelo lado direito. Refira-se, a propósito, que o lateral Cruz
revelou imensas dificuldades para travar os faixas nortenhos,
principalmente quando encontrou o virtuoso Feliz, porventura o
melhor jogador em campo.
Os da casa bem tentaram contrariar no segundo tempo e o técnico
terceirense colocou toda a carne no assador com a entrada de
Valério, que foi fazer companhia a Jardel. Mas a iniciativa atacante
continuava do lado do Serzedelo, sempre mais consciente na
estruturação do processo ofensivo. O recém-entrado David dispôs de
quatro situações claras de golo, mas seria o capitão Maurício a
sentenciar a partida. Azevedo, no último minuto do tempo de
compensação, fez, de grande penalidade, o tento de honra.
Fraquinho é o adjectivo que melhor explica a actuação do trio de
arbitragem, que se pautou por muito nervosismo e alguma
precipitação, com decisões, no mínimo, incompreensíveis.
Ficha técnica
Árbitro: Bruno Costa (AF Aveiro).
Auxiliares: José Costa e José Santos.
Vilanovense: Matias; Rui, Márcio, Cruz (Joka, 45) e Azevedo;
Cris, Fábio
(Paulo César, 33), Zezinho e Jardel; Fábio Pomba (Valério, 57) e
César Costa.
Treinador: Álvaro Pereira.
Serzedelo: Rui Neto; Carlos Filipe, Élio, Pinto e Nera; Dias
(Miguel Mota, 87), Xavi, Maurício e Luís (David, 65); Ricardinho
(Capucho, 71) e Feliz.
Treinador: Marco Alves.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Luís (39), Maurício (84) e Azevedo (90+3 gp).
Disciplina: cartão amarelo para Ricardinho (22), Azevedo (30), Cris
(33), Jardel (66), Rui (80) e Valério (90+3). |
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Época 2008/2009 - Sorteio Taça de Portugal
Vilanovense recebe o Serzedelo
(Guimarães).
20/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV - DSP
Num sorteio em que acima de tudo a a
sorte não foi madrasta para o Vilanovense, o clube alvi-negro recebe
o GD Serzedelo no próximo dia 31 de Agosto.
O S.C.
Vilanovense recebe o Grupo Desportivo de Serzedelo que milita na III
Divisão - Série B para a 1ª eliminatória da Taça de
Portugal.
O G.D. Seerzedelo fica localizado na
freguesia de Serzedelo, do concelho de Guimarães, e é filiado
na Associação de Futebol de Braga.
Num sorteio onde apenas estão presentes equipas da II e II Divisão,
os restantes encontros das equipas Açorianas foram os seguintes:
Operário e Praiense, as duas equipas açorianas que se preparam para
disputar o campeonato da II divisão nacional, série C, vão
estrear-se fora de casa na remodelada Taça de Portugal. O sorteio
realizado ditou também a deslocação dos fabris ao terreno do
Barreirense, enquanto que o conjunto da Praia da Vitória viaja até
Messines para medir forças com o Messinense, uma deslocação longa
que os responsáveis dos clubes insulares temiam.
Confirma-se também a pouca sorte do Operário que volta a jogar fora,
mas desta vez não tão longe do centro de Lisboa, pelo que no aspecto
financeiro a deslocação não será tão desvantajosa. O mesmo não se
pode dizer do União Micaelense que terá de enfrentar uma longa
viagem até Vila Real para defrontar a equipa local.
Fora de portas jogará também o Rabo de Peixe que terá pela frente o
Marinhense. Apuradas estão as equipas do Madalena e do Lusitânia que
pelo facto de terem ficado isentas têm presença garantida no sorteio
da segunda eliminatória.
Em casa jogam as restantes seis formações que por esse motivo não
terão gastos acrescidos. É o caso do Angrense que recebe o
Quarteirense, do Marítimo que receberá a visita da Sanjoanense e do
Capelense que terá pela frente o Aliados de Lordelo. Diante dos seus
adeptos também jogará o Boavista frente ao Nelas. ao passo que o
Vitória fará as honras da casa perante o Arouca. Todos os jogos
estão agendados para 31 de Agosto.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Vila Nova
Eficácia alvi-negra.
20/Agosto/2008
Texto por: Daniel Costa | DI/DSP - Paulo Mendonça | SCV
Numa partida onde os “encarnados”
revelaram maior consistência, foram os alvi-negros os mais eficazes.
Com a vitória do Vilanovense, o Praiense venceu o Torneio da Vila
Nova. Na jornada que antecedeu este encontro o Praiense empatou a
zero com o Angrense.
Vilanovense e
Angrense defrontaram-se no último jogo do Torneio d a
Vila Nova, partida em que os encarnados tinham de vencer por uma
margem folgada se pretendessem destronar o Praiense do primeiro
lugar, objectivo que não sucedeu, uma vez que saíram derrotados e o
vencedor do torneio acabou por ser o conjunto da Praia da Vitória.
Apresentando uma base já muito rodada e com um plantel que sofreu
poucas alterações, embora retocado aqui e ali por alguns jovens e
sob o comando do experiente Vitória, o Angrense patenteou uma maior
consistência, o que lhe permitiu controlar o jogo através de um
futebol mais fluído, dinâmico e agradável de seguir.
Tirando partido do seu maior entrosamento, os pupilos de João
Eduardo Alves aos poucos começaram a criar alguns embaraços à defesa
adversária, que apesar de tudo, com maior ou menor dificuldade, lá
ia resolvendo os problemas que o oponente lhe colocava,
Com um plantel que sofreu mais alterações, os alvi-negros denotaram
maiores dificuldades óbvias de entrosamento, optando por jogar de
trás para a frente, preferencialmente através do passe longo e dos
cruzamentos para a área, opção que criava sempre embaraços à
defensiva encarnada.
Com o decorrer do tempo, o Angrense foi perdendo a pressão exercida
sobre o Vilanovense e os pupilos de Álvaro Pereira, por seu turno,
foram ganhando confiança e destreza, o que lhes permitiu equilibrar
a contenda a meio-campo, desenrolando-se aí o jogo, longe das
balizas sem grandes situações para alvejar as redes.
Até que após um ressalto vindo da área encarnada, Christopher
Silveira com um remate colocado fez a redondinha entrar na baliza de
Delmindo, sem hipóteses para o guardião angrense. Este golo apareceu
no melhor período do Vilanovense e daí até ao intervalo o Angrense
desorganizou-se um pouco, facto bem aproveitado pelos locais para
subirem mais no terreno.
No segundo tempo vieram as substituições, e como já é habitual
nestas situações, o jogo perdeu qualidade, passando a ser jogado
mais aos repelões, originando mais contactos físicos e
consequentemente maiores interrupções, tornando-o mais monótono.
Neste contexto, o Angrense continuou a apresentar o seu fiel esquema
embora com outros protagonistas, enquanto o Vilanovense mexeu no
conjunto mais selectivamente, numa conjuntura de jogar para o
resultado onde foi notório já a componente competitiva.
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Tiago Matias; Nuno Espínola, Rui Bettencourt,
Bruno Lopes e Marco Azevedo; Christopher Silveira, Fábio Silva,
Carlos Silva e César Costa; Francisco Fagundes e Marco Brasil.
Jogaram ainda: Miguel Prenda, Paulo Areias, Pedro Luís e Bruno Cruz.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Delmindo; Gilberto, Ruben, Zezinho e Márcio; Miguel
Oliveira, Vitória e Rui; Miguel Vaz, Nuno Lima e Tiago. Jogaram
ainda: Ivo, Magina, Pedro, Fábio e Délcio.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 1-0.
Marcador: Christopher Silveira (28).
Disciplina: cartão amarelo para Gilberto (28) e Carlos Silva (82).
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Vila Nova
Vilanovense
perde na abertura.
20/Agosto/2008
Texto por: Carlos do Carmo | DI/DSP - Paulo Mendonça | SCV
Praiense venceu o Vilanovense e colocou-se em boa
posição para vencer o Torneio da Vila Nova. Os da casa precisam
rever alguns aspectos a nível defensivos, apesar de nos últimos
trinta minutos não existir qualquer distinção entre a equipa que
milita na II ou III Divisão.
No primeiro
frente-a-frente do Torneio de Verão da Vila Nova, o P raiense
não encontrou grandes dificuldades para vencer, conforme reflectem
os números finais: 4-0.
O jogo até começou bem para os da casa, que delineavam jogadas bem
concebidas até à área adversária. Diga-se, em abono de verdade, que
até ao primeiro golo a equipa praiense pouco ou nada fez para
justificar a vantagem, pois os anfitriões cortavam todas as linhas
de passe, obrigando os pupilos de Moisés Pacheco a usarem os passes
longos para tentar surpreender a defensiva local.
Aos poucos, e sob a batuta de Tiago (o melhor em campo), a turma da
Praia começou a equilibrar a balança e o corredor esquerdo local
passou por sérias dificuldades para travar a perícia dos
forasteiros. O jogo estava a ser muito disputado a meio-campo, com
marcações individuais muito cerradas quando Diogo subiu no terreno,
aproveitou uma abertura junto à linha para fazer um cruzamento
certeiro para a cabeça de Queirós, que completamente à vontade só
teve de confirmar o tento inaugural, perante tanta apatia na
defensiva caseira.
O Praiense adiantava-se no marcador e Tiago punha a cabeça em água
aos da Vila Nova quando arrancava com a bola colada aos pés. Numa
oferta (mais uma…), da defensiva da casa, Queirós foi derrubado pelo
guarda-redes Matias e o mesmo converteu o castigo máximo, aumentando
o marcador para 0-2. A turma anfitriã esmoreceu com o golo e o jogo
perdeu algum fulgor. As marcações individuais mantinham-se, com luta
acesa no meio-campo e com algumas entradas ríspidas, sobretudo da
parte dos jogadores de Moisés Pacheco.
Até ao intervalo a baliza da Vila Nova passou por alguns apuros,
sempre com Tiago em destaque, mas as redes continuaram intactas até
ao apito do árbitro.
A segunda parte trouxe muitas substituições ao jogo, mas o ritmo
manteve-se dinâmico, com o Praiense a voltar à carga. Nos minutos
iniciais, o recém-entrado Brito desperdiçou boa oportunidade, mas
pouco depois Luís Filipe mexeu no placard, fazendo aumentar a
diferença para 0-3, após livre na direita, em que tanto a defesa
como o guarda-redes não ficaram isentos de culpas.
Fábio foi fazer companhia a Jardel na frente de ataque, mas a bola
raramente chegava em condições ao duo atacante da Vila Nova, pois o
seu meio-campo estava demasiado lento e previsível a lançar as
ofensivas. O Praiense partia sempre em rápidos ataques tentando
surpreender a retaguarda adversária, e com homens rápidos como
Brito, Anísio e Luís Filipe todo o cuidado era pouco para os da
casa.Com o resultado em 0-4, e já em tempo de descontos, Pedro
falhou de forma inglória o tento de honra dos locais, após boa
iniciativa de Fábio. Diga-se porém, que antes disso, o Praiense teve
ocasiões de sobra para dilatar a diferença no placard.
O Vilanovense precisa dar maior coesão ao sector defensivo se não
quiser passar por amargos de boca na próxima temporada na série
Açores. Com a inclusão de Valério no ataque é provável que este
sector ganhe maior dinamismo, mas o calcanhar de Aquiles da
aguerrida turma vilanovense é mesmo o sector recuado.
O Praiense cumpriu a sua missão, mas tornamos a repetir que não é
com opositores regionais que Moisés Pacheco ficará elucidado acerca
do real potencial dos seus comandados…
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares: Hélio Pereira e Luciano Rocha.
Vilanovense: Matias; Narciso, Cruz, Nuno Hélder e Rui; César,
Prenda, Azevedo e Cris; Jardel e Fábio Silva. Jogaram ainda: Joca,
Pedro, Paulo, Fábio, Zezinho, Tequilla, Telmo e Ronaldo.
Treinador: Álvaro Pereira.
Praiense: Ricardo; Diogo, Tiba, Camacho e Sabugueiro; Marco,
Queirós e Borges; Samuel, Thiago e Moreira. Jogaram ainda: Anísio,
Brito, Luís Filipe, Laurindo, André, Meta e Mike.
Treinador: Moisés Pacheco.
Ao intervalo: 2-0.
Marcadores: Queirós (20 e 30) e Luís Filipe (50 e 56).
Disciplina: nada a assinalar.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Aniversário
Vilanovense
festeja aniversário.
12/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
O Sport Clube Vilanovense
festeja mais um dos seus
55 anos de existência, com a organização de um torneio triangular de
f utebol.
Será mais uma oportunidade onde os pupilos de Álvaro Pereira poderão
presentear os adeptos alvi-negros com os seu dotes futebolísticos.
O
Sport Clube Vilanovense comemora o seu 55º aniversário no dia 15 de
Agosto de 2008. Para a data festiva já está agendada uma grande
festa que contará com um Triangular, onde para além da equipa da casa
Praiense e Angrense são os convidados do clube da Vila Nova. Os
jogos irão decorrer nos dias 15,16 e 17 de Agosto.
O jogo de apresentação oficial do plantel Sénior para a época 2007/2008 está
agendado para esta data. O dia 15 de Agosto promete ser um dia em grande na
freguesia da Vila Nova. Não falte a esta grande festa para todos os
sócios e simpatizantes do clube alvi-negro.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Praia
Vilanovense
termina na terceira posição.
12/Agosto/2008
Texto por: Carlos do Carmo | DI/DSP
O Sport Clube Vilanovense
garantiu o terceiro
lugar no Torneio da Praia da Vitória, ao superar o Lusitânia no
desempate por pontapés da marca de grande penalidade. O resultado
após o desenlace final,foi novamente de 2-2.
Num
jogo típico de pré-temporada, o Vilanovense arrecadou o terceiro
posto no Torneio da Praia da Vitória, ao bater o Lusitânia no
desempate
por pontapés da marca de grande penalidade (4-2), após 2-2 no final
dos 90 minutos.
Convenhamos que com uma semana de trabalho não seria lícito exigir
muito mais às equipas intervenientes, até porque estiveram ausentes
peças consideradas fundamentais. Basta referir, como mero exemplo,
os casos de Veredas, Tequila e Filipe, no Lusitânia, e Valério, no
Vilanovense.
Ainda assim, cremos que Manuel da Costa e Álvaro Pereira terão
tirado ilações deveras importantes, sendo, quanto a nós, as mais
preocupantes relacionadas com as fragilidades defensivas
apresentadas. Aliás, os quatro golos registados durante os 90
minutos são, acima de tudo, fruto da pouca coordenação/concentração
dos sectores mais recuados, tendência já verificada nos encontros
anteriores.
Como se compreende, as transições ofensivas e, sobretudo, defensivas
ainda estão longe do pretendido, conquanto tenha ficado um esboço
claro daquilo que os treinadores desejam.
O Lusitânia parece apostado num futebol mais elaborado, em que a
reconhecida técnica individual dos homens do miolo terá um papel
decisivo, ao passo que o Vilanovense será, ao que tudo indica, uma
equipa pressionante na zona do meio-campo com o intuito de tirar
dividendos da velocidade dos seus atacantes. Faltará, agora,
aperfeiçoar os indispensáveis automatismos, o que exige tempo,
paciência e, acima de tudo, trabalho.
Depois de uma etapa inicial em que os “verdes” assumiram as despesas
do encontro, o Vilanovense regressou dos balneários determinado a
alterar o rumo dos acontecimentos. O Lusitânia pareceu, então, um
pouco menos fresco do que o antagonista, o que ajudou a equilibrar
os pratos da balança.
Ainda assim, jogou-se durante largos períodos longe das balizas,
fruto do pouco entrosamento dos contendores e do baixo ritmo imposto
pelos atletas. Como referimos anteriormente, apenas os lapsos
defensivos permitiram que o marcador funcionasse por quatro vezes.
Não sendo os resultados o aspecto mais valorizado nesta fase da
época, a verdade é que o campeão em título da AFAH alcançou dois
interessantes empates, ambos a dois golos, com os rivais de Angra do
Heroísmo, o que não deixa de constituir um incentivo para o futuro.
Ficha técnica
Árbitro: Hélio Pereira.
Auxiliares: Luciano Rocha e Augusto Vieira.
Lusitânia: Manuel José; Branco, Ricardo, Dário e Bebé; Alex,
Benjamim, João Melo e Nuno do Ó; Fábio e Joka. Jogaram ainda: David
I, Celso, Ivo, David II, Jorge e Zula.
Treinador: Manuel da Costa.
Vilanovense: Ronaldo Soares; Marco Brasil, Nuno Hélder, Bruno
Lopes e Carlos Silva; Paulo Areias, Pedro Luís, Marco Azevedo e
Fábio Silva; Miguel Prenda e Jardel. Jogaram ainda: Roberto
Leonardo, Gabriel Silva, Telmo Miranda, Bruno Cruz, César Costa e
Cristopher Silveira.
Treinador: Álvaro Pereira.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores: Pedro Luís (6), Nuno do Ó (23), Fábio (44) e Alex (70 pb).
Disciplina: nada a assinalar.
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Época 2008/2009 - Pré-época/Torneio da Praia
Primeiro teste
termina empatado a duas bolas.
12/Agosto/2008
Texto por: Carlos do Carmo | DI/DSP
Os quatro golos
apontados pelas duas equipas não foram suficientes para disfarçar
algumas lacunas próprias de pré-temporada. O Angrense chegou à
vitória nas penalidades, apesar da excelente réplica deixada deixada
pelo Vilanovense. Assim sendo, o Vilanovense vai jogar o jogo
de 3º e 4º Lugar diante do Lusitânia, que perdeu por 5-0 diante do
Praiense.
Foi
um típico encontro de início de época aquele que Vilanovense e
Angrense apresentaram na Praia da Vitória em partida inserida
no
torneio daquela cidade.
Desde cedo que os homens da cidade Património Mundial conquistaram
as rédeas do jogo e encostaram o adversário à sua área, mas seria
numa rápida jogada de contra-ataque alvi-negra que as redes de
Matias seriam violadas, após remate rasteiro de Jardel, culminando
uma bela triangulação ofensiva.
Contra a corrente do jogo o conjunto de Álvaro Pereira adiantava-se
no marcador e, até ao golo do empate, Matias teve de desviar um
poderoso remate de Daniel para canto e logo a seguir evitou que a
cabeçada de Ruben se anichasse nas redes.
O Vilanovense era cada vez mais empurrado para a sua área e o empate
acabou por acontecer com naturalidade após uma falha de comunicação
entre Rui e o seu guarda-redes, que foi bem aproveitada por Tiago
para aplicar um chapéu ao guarda-redes com uma cabeçada oportuna.
Quando se pensava que com o empate o Angrense ia partir ainda mais
para cima do adversário, o jogo tornou-se monótono, muito físico,
com muitas bolas pelo ar. O Vilanovense tem um meio-campo que
defende com afinco, pois tanto Azevedo como Capucho são elementos
que preenchem bem os espaços no centro do terreno, e quando se tem
pela frente homens com a qualidade de passe de Silveira, todo o
cuidado é pouco, e Capucho que o diga pois seguiu o motor angrense
por todo o terreno.
Contra uma equipa teoricamente mais forte, a turma do concelho da
Praia limitou-se a espreitar o contra-ataque que só funcionou em
pleno aquando do tento inaugural.
Após o intervalo, o encontro continuou igual e até aos 75 minutos de
jogo digno de registo só uma perdida incrível de Rui que tinha
apenas Matias pela frente quando cabeceou, e depois quando o mesmo
Matias (o melhor em campo) desviou para canto, de forma categórica,
um livre de Silveira.
Obviamente que as substituições foram tirando qualidade ao encontro
e nem a entrada de Magina conseguiu trazer algo de novo, pese embora
toda a sua reconhecida capacidade técnica. Com Nuno do lado
esquerdo, Magina ao centro e Rui do lado direito, a equipa de Angra
pressionava mas sem criar perigo a não ser nos lances já referidos.
Perto do final do prélio a emoção voltaria com o golo do Vilanovense.
Na sequência de um penalty a punir uma mão de Silveira na bola.
Azevedo (um dos melhores em campo) desfez a igualdade e minutos
depois, já em descontos, o irrequieto Miguel foi derrubado na área e
Silveira redimiu-se da falha anterior para restabelecer a igualdade,
também de castigo máximo.
No desempate por penalidades, a fava calhou a Christopher que
permitiu a defesa a Délcio, e acabou por oferecer a vitória à turma
angrense. O Angrense fez o seu papel de equipa mais rotinada e com
maior experiência na série Açores, mas o Vilanovense, para
estreante, esteve bem, e com o segundo golo galvanizou-se subindo um
pouco mais no terreno.
Ficha técnica
Árbitro: Francisco Lima.
Auxiliares: Paulo Santo e José Brasil.
Vilanovense: Matias; Narciso, Márcio, Nuno Hélder e Rui;
César, Azevedo, Capucho e Jardel; Pedro e Cris. Jogaram ainda: César
Costa, Fagundes, Fábio Silva, Christopher, Miguel Rodrigues, Areias,
Bruno Cruz e M. Brasil.
Treinador: Álvaro Pereira.
Angrense: Délcio; Gonçalo, Flor, Ruben e Pedro; Daniel, Rui,
Nelson e Silveira; Tiago e Ivo. Jogaram ainda: Miguel, Magina, Nuno,
Isidro, Gilberto, Márcio, Areias e Oliveira.
Treinador: João Eduardo Alves.
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Jardel (5), Tiago (20), Azevedo (77 gp) e Silveira (90+2
gp).
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Época 2008/2009 - Livro de Visitas
Livro de Visitas está novamente operacional
06/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Novo Livro de visitas do site do Sport Clube Vilanovense.
O
novo espaço onde os visitantes do site oficial do Vilanovense podem
colocar as suas mensagens, já se encontra activo e a funcionar após algum tempo de interregno
por motivos de
problemas no servidor. As mensagens anteriormente escritas no livro
também se encontram disponíveis, mas por questões técnicas com
formato diferente para evitar a elevada quantidade de
mensagens publicitárias nele transcritas.
Espera-se que este espaço volte a ser o local on-line onde para além dos sempre bem recebidos comentários de vilanovenses radicados no estrangeiro, os simpatizantes do
Vilanovense poderão voltar a deixar as suas mensagens de incentivo ao clube.
A direcção reserva-se no direito de remover todas as mensagens não
identificadas e que porventura possam ser ofensivas, conterem
linguagem obscena, ou difamem o Clube ou os seus
representantes (jogadores, directores, treinadores, associados).
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Época 2008/2009 - Reforços e Pré-época
Nuno Hélder é o décimo reforço.
06/Agosto/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
O Sport Clube Vilanovense chegou a acordo com mais um atleta para fazer face á época que se avizinha. Trata-se de Nuno
Hélder que na temporada transacta representou as cores do S.C. Praiense.
A equipa começou a treinar desde o passado dia 1 de Agosto.
O experiente lateral esquerdo é a mais recente contratação da equipa da Vila Nova. " Além de ser jogador com formação açoriana e com algumas épocas de casa, é um atleta com muita experiência a
nível de série Açores. Estes foram factores decisivos para a contratação deste jogador, que
provavelmente será o ultimo", afirma o presidente do Vilanovense. Adelino Pinheiro também refere que "a contratação deste atleta não altera em nada o orçamento previsto para esta época, pois o atleta em questão, fazia parte de uma lista de
possíveis reforços que poderiam ingressar no clube.
Recorde-se que a turma alvi-negra iniciou os trabalhos com vista á época 2007/2008, no passado dia 1 de Agosto,
com treinos diários em que os vinte e dois jogadores ao dispor de
Álvaro Pereira tem mostrado uma entrega total para mostrarem ao
treinador o porquê de fazerem parte do plantel. A direcção
encontra-se bastante esperançada e confiante no grupo de trabalho
que, acreditando que este grupo dá garantias mais que suficientes
para a realização de uma temporada sem sobressaltos em que a
manutenção será o principal objectivo.
O primeiro jogo da equipa da Vila Nova será no
próximo dia 9 de Agosto no Torneio das Festas da Praia. O
adversário será o S.C. Angrense. Além das duas equipas referidas, S.C. Lusitania e S.C. Praiense são as restantes equipas presentes no torneio,
que jogam entre elas a disputa do outro lugar na final do torneio. A
final e jogo de 3º e 4º lugar está agendado para Domingo.
Quanto á apresentação do Vilanovense aos seus adeptos e associados
no seu terreno, está agendada para o dia 15 de Agosto, data em que
será festejado o aniversário do clube. Será realizado um torneio
triangular no campo de Jogos da Vila Nova com as equipas do
Praiense e Angrense como convidadas. Será um dia para celebrar a data, e dar a conhecer o plantel aos alvi-negros.
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Época 2008/2009 - Reforços
Vilanovense tem a máquina quase afinada.
13/Junho/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Está praticamente planeada a temporada 2008/2009 da equipa alvi-negra com vista á presença na III Divisão Nacional - Série Açores. O Vilanovense conseguiu o concurso de nove jogadores, todos com o aval do seu treinador, e o plantel já está praticamente fechado. Eventualmente poderá existir uma ou outra vaga para algum jogador que possa vir para fazer a diferença. Sobre a manutenção de Álvaro Pereira como timoneiro do plantel da Vila Nova, Adelino Pinheiro assume que
esta escolha “obviamente que tinha de ser feita, pois o Vilanovense dá-se ao
luxo de possuir senão o melhor, um dos melhores treinadores dos Açores”.
“A manutenção é o objectivo dos dirigentes”
A bola desde cedo começou a rolar na preparação do plantel do Vilanovense com vista á época 2008/2009. A direcção do V ilanovense que vai continuar a ser presidida por Adelino Pinheiro, já há muito que começou a encetar os primeiros contactos com vista á nova temporada. “O
núcleo principal dos atletas da época finda que conseguiu a almejada subida, já renovou o seu vinculo por mais uma época, e já conseguimos recrutar nove atletas que se enquadram na nossa politica de contratações, sendo que o clube não entrou em
loucuras financeiras que coloquem o futuro da Instituição em risco”. Para o campeonato que tem
inicio agendado para o inicio de Setembro, os dirigentes da equipa alvi-negra tem como “principal objectivo a manutenção, seja no grupo da manutenção directa, quer seja no grupo que não garante a permanência de forma directa”, afirma o seu
presidente. O inicio dos trabalhos ainda não tem a data agendada, apenas por uma questão de pormenores.
O elenco directivo do Sport Clube Vilanovense para a época 2008/2009 também já está quase elaborado e em principio terá a seguinte composição:
Assembleia-Geral: Presidente – Pires Luís, Vice-Presidente – Rui Nogueira, Secretário – Abel Nogueira. Conselho Fiscal: Pedro Vaz, Manuel Mendonça e Humberto Dinis.
Direcção: Presidente – Adelino Pinheiro, Vice-Presidente – Marco Aurélio Barbosa, Secretário – Rui Lima, Tesoureiro – Isidro Monteiro. Brevemente será apresentada aos associados e publico em geral a listagem final com os restantes directores do Sport Clube Vilanovense e cargos directivos a
desempenhar. José Vaz também continua a exercer as funções de Chefe do Departamento de Futebol. Também como já vem sendo hábito desde há quatro anos a quando do seu lançamento, Paulo Mendonça
mantêm-se como responsável pelo sitio do clube na Internet (www.vilanovense.com.sapo.pt).
“Plantel com nove caras novas”
Com nove elementos novos, o plantel do Vilanovense está praticamente encerrado com visa a
dignificar o clube e lutar pela manutenção na III Divisão Nacional – Série Açores.
Os guarda-redes Matias (ex-Angrense) e Ronaldo (ex-Lusitânia), os defesas Rui
Bettencourt (ex-Boavista) e César (ex-Angrense), os médios Miguel Prenda (ex-Boavista), Paulo
César (ex-Fontinhas) e Paulo Alves (ex-Lusitânia) e os avançados Fábio (ex-Lajense) e Cris (ex-Fayal Sport) são os novos rostos do plantel alvi-negro.
Do plantel da ultima temporada transitam doze atletas, o guarda-redes Telmo; os defesas Zezinho, Narciso, Cruz , Márcio e Tequila; os
médios Pedro
Luís, Marco Azevedo, Capucho e Jorge Brasil; e os avançados Jardel e Valério.
Estes são os 21 atletas que Álvaro Pereira possui à sua disposição para fazer face à época 2008/2009, podendo haver um ou outro reajustamento, mas em principio o plantel está praticamente encerrado.
Com uma média de idades a rondar os 23 anos de idade, no plantel do Vilanovense junta-se uma mistura de atletas com alguma
experiência nestas andanças, com um misto de juventude e irreverência de alguns jogadores que procuram a
oportunidade de se afirmarem no futebol Açoriano.
Adelino Pinheiro está muito satisfeito com o plantel conseguido, e enaltece a permanência do
núcleo de jogadores que foram decisivos na subida de divisão, e deseja que “os novos elementos que vão representar as cores do Vilanovense, o façam acima de tudo com muita vontade e dignidade”. Adelino Pinheiro deixa também uma palavra de apreço para três ex-jogadores da ultima época, Marco Meneses (Cebola), Semedo e
Vítor Lopes que não vão poder fazer parte do plantel devido a não
possuírem mais do que quatro anos de prática em escalões de formação nos Açores, logo não são considerados atletas da Região. O
líder directivo dos alvi-negros considera que “é ridículo, visto pelo menos dois deles apesar de terem iniciado tarde a pratica da modalidade a
nível Associativo, são naturais da Ilha Terceira e sempre foram residentes nos Açores”. Uma vez que o plantel do Vilanovense será composto apenas por jogadores formados na Região em virtude dos apoios finaceiros, estes três atletas não farão parte do plantel. O presidente do
Vilanovense deseja a estes ex-atletas “as maiores felicidades quer a
nível pessoal, quer desportivo”.
“A experiência de Álvaro Pereira é uma mais valia”
O Vilanovense vai encarar a nova temporada "com realismo e sem entrar em loucuras".
Os objectivos são claros e óbvios. Adelino Pinheiro sabe que a luta por um lugar no quinteto dos primeiros será muito
difícil, em virtude de o vencedor da Serie Açores ter acesso á subida directa, logo vai existir uma aposta forte por parte de algumas equipas. Sendo que no seu entender
Lusitânia, A ngrense, União
Micaelense e Madalena tem outro tipo de argumentos que o Vilanovense não possui, e provavelmente apenas resta uma vaga no grupo da manutenção directa. Adelino Pinheiro tem a noção que a manutenção na Série Açores “será uma tarefa muito
difícil e complicada, mas uma coisa também é certa, esta temporada mais do que três equipas não descem, inclusive descem só duas se o Praiense e o Operário não descerem da II Divisão Nacional”. Sabendo de antemão que irá ser ser uma tarefa árdua para os pupilos de Álvaro Pereira, o presidente da turma da Vila Nova acredita em Álvaro Pereira, pois é um técnico que “tem um passado como jogador invejável por muitos, e terá certamente a melhor formula para colmatar alguma inexperiência nestas andanças por parte da equipa, embora mais de 75% do plantel já tem alguma experiência de Série Açores. Álvaro
Pereira será uma mais valia para este grupo ”.
Adelino Pinheiro refere também que a aposta na continuidade de Álvaro Pereira “é uma aposta para continuar se
possível por muitos e bons anos”. “Não são todos os clubes que se podem dar ao
luxo de ter um um técnico tão conhecedor da matéria e acima de tudo um condutor de homens como o Álvaro Pereira á frente dos destinos da sua equipa”. Para Adelino Pinheiro “é o treinador certo para levar o barco a bom porto”. Álvaro Pereira que esta época terá como seu adjunto o antigo capitão da equipa na temporada transacta, Rui Vicente, que deverá por o fim em definitivo na carreira de futebolista. O departamento
clínico ficará novamente entregue a Álvaro Coelho que há mais de uma
década já é o responsável pela recuperação dos atletas do Vilanovense.
“Quem dá, dá o que pode, e quem pede espera sempre mais”
Para finalizar o presidente do clube do Ramo Grande advoga que sente “orgulho de ser dos poucos clubes que não deve nem um centimo a ninguém, nem mesmo para com nehum dos atletas que não quiseram permanecer no clube”. “Para que o clube continue a honrar os seus compromissos, esperamos continuar a contar com a ajuda de todos os directores, também com o dinamismo, alegria e juventude da organizada claque “Os Alvi-negros”, cada vez mais com a devoção dos
sócios e simpatizantes do clube, e também com apoio financeiro, e não só, de todos os patrocinadores e da
Câmara Municipal da Praia da Vitória e Junta de Freguesia da Vila Nova, para que todos consigamos chegar ao final da temporada, principalmente com a cabeça levantada”. Numa altura em que a crise está instalada no nosso pais, e o futebol não foge á regra, e “tendo a noção que quem dá, dá o que pode, e quem pede espera sempre mais”, o presidente diz que até ao momento está satisfeito com todos os
sponsors e associados, mas solicita que “não abandonem o clube se as coisas não correrem como desejadas”.
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Noticias referentes a
2007/2008: |
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.:RESULTADOS.:.CLASSIFICAÇÃO:. |
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CAMPEONATO DA AFAH - 6ª JORNADA | SP.
GUADALUPE, 4 - VILANOVENSE, 3
Campeão
termina época com derrota.
12/Maio/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Em jogo a contar
para a derradeira jornada do apuramento de campeão, jogo em que nada
estava em disputa, o
Vilanovense perdeu por 4-3 na Ilha da Graciosa
com o Sp. Guadalupe.
Uma derrota que em nada belisca a excelente temporada efectuada pelo
grande vencedor das provas da AFAH.
No
passado domingo decorreu na Ilha da Graciosa a ultima ronda do
apuramento de campeão da AFAH, uma j ornada
em que nada estava em disputa, pois o S C Vilanovense já havia se
sangrado campeão, que folgando na ronda anterior, beneficiou
da goleada por 7-1 imposta pelo Urzelinse ao opositor do Vilanovense
na ultima jornada, o Sporting de Guadalupe..
O Vilanovense
até entrou bem no encontro começando a vencer por 2-0, mas o
resultado final foi favorável para a equipa da Ilha Branca que
derrotou a turma da Vila Nova por 4-3.
Os pupilos de
Álvaro Pereira que nada tinham em disputa para este encontro,
encaram o jogo de uma forma mais tranquila do que o habitual, o que
acabou por valer uma derrota, mas que em nada belisca a excelente
carreira efectuada na temporada 2007/2008.
Finda a época
2007/2008, mais uma época de ouro para os alvi-negros, o Vilanovense
venceu o Torneio de Preparação da Terceira, o Campeonato da Ilha
Terceira e o Apuramento de Campeão da AFAH e respectivo acesso a
disputar a III Divisão Série Açores na próxima época.
Agora é tempo de
pensar e começar a preparar o futuro, pois o actual presidente do SC
Vilanovense Adelino
Pinheiro
ainda não confirma se será
candidato ou não ás próximas eleições para a liderança do clube. Qualquer
que seja a decisão de
Adelino Pinheiro, ninguém lhe tira o mérito de em conjunto com a sua
restante direcção, construir
um projecto capaz
de reerguer o S.C. Vilanovense durante estes últimos três anos acima de
tudo financeiramente, mas também desportivamente com a conquista
de títulos a nível dos seniores, mas também com as boas prestações
desportivas dos reactivados escalões de formação.
Recordemos
(publicado no Diário Insular e site do clube) o que disse Adelino
Pinheiro no dia 15 de Agosto de 2007, altura do 54º aniversário do clube
e quando da apresentação do plantel aos sócios no inicio da época:
"queremos conquistar todas as provas no âmbito da ilha Terceira, mas
também desejamos alcançar o acesso à Série Açores”. Alguns acharam
acharam exagero, outros disseram que seria um sonho, mas afinal foi um
objectivo realizado.
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CAMPEONATO DA AFAH - 5ª JORNADA | URZELINENSE,
7 - SP.
GUADALUPE, 1
Vilanovense é o campeão
2007/2008 da AFAH...
05/Maio/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Em jornada em que folgou, a equipa da Vila
Nova sagrou-se no novo campeão da AFAH, beneficiando da derrota da
equipa
da Graciosa, o Sp. de Gualdalupe, que ainda podia aspirar ao trono
se vencesse o Urzelinense.
No
passado domingo decorreu na Ilha de São Jorge a quinta jornada do
apuramento de campeão da AFAH em
escalão de Seniores,
e a turma da Graciosa foi goleada pela equipa da casa , o Urzelinense por
sete bolas a uma. Ao intervalo o Urzelinense já goleava por 4-1.
Numa ronda em
que a equipa Vilanovense folgou, a vitoria dos jorgenses ofereceu de
bandeja o ceptro de campeão ao Vilanovense que mesmo folgando
conseguiu vencer.
Domingo, dia 11
de Maio joga-se a ultima jornada, e o Vilanovense já campeão
vista o Sporting de Guadalupe, num jogo de consagração para os
vencedores.
O Sport Clube
Vilanovense está de parabéns pela brilhante carreira desportiva na
época 2007/2008.
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CAMPEONATO DA AFAH - 4ª JORNADA | VILANOVENSE,
4 - URZELINENSE, 1
Queijo saboroso...
28/Abril/2008
Texto por: Carlos
do Carmo | DI
De facto, esta equipa de S. Jorge foi um autêntico aperitivo para
os jogadores da Vila Nova que saciaram a sua fome de golos, num jogo
assistido por imenso público. O Vilanovense goleou o Urzelinense por
4-1.
O
Urzelinense nem por sombras foi equipa para assustar o Vilanovense
que mostrou um futebol acutilante, agressivo e bastante
agradável,
sobretudo na etapa complementar do jogo.
Com Capucho adaptado a central, e um meio-campo onde Azevedo foi rei
e senhor, o conjunto da casa desde cedo tomou as rédeas do encontro
e empurrou o opositor para a sua área. Contudo, e contra a corrente
do jogo, os forasteiros quase marcavam num lance de contra-ataque,
em que valeu aos locais a destemida saída de Telmo da baliza,
perante o isolado Vinícius.
Na resposta, o Vilanovense quase marcava, mas ninguém surgiu a
emendar, à boca da baliza, o remate rasteiro de Valério. Não foi
preciso esperar muito para ver o Vilanovense na frente, pois, na
sequência de um longo lançamento lateral, Jardel ganhou nas alturas
e com a nuca fez a bola sobrevoar o desamparado Soares; Joca só teve
de empurrar para o fundo da baliza ante a passividade dos jorgenses.
Com os anfitriões na frente do marcador, o jogo perdeu qualidade,
mas, mesmo sem jogar bem, o Vilanovense foi a equipa que melhor
explanou o seu futebol.
O Urzelinense tinha em Monteiro e Vinícius os elementos mai s
inconformados. No entanto, à excepção destes dois atletas e do
guarda-redes, este conjunto que veio de São Jorge, e equipa à FC
Porto, é de uma fragilidade atroz! Durante o jogo todo só criou dois
lances de perigo (o que já referimos e o golo), e nunca conseguiu
incomodar a turma da casa.
O Vilanovense foi para o intervalo a vencer pela diferença mínima,
mas na segunda parte acabou por alcançar naturalmente mais golos,
tal era a avalanche atacante dos terceirenses. O segundo golo nasce
de um livre de Moreira que rematou de longe, a bola bateu em Dias
traindo o seu guarda-redes. Vendo a sua equipa perder e a ser
dominada, o treinador visitante tira dois defesas e mete… dois
defesas! Antes dessas substituições já tinha metido Teixeira que foi
jogar no lado direito do ataque, mas pouco se viu.
O conjunto da casa dava um autêntico banho de bola ao adversário e
foi com naturalidade que Valério e novamente Moreira alvejaram as
redes de Soares. Já em período de compensação, Vinícius marcou o
tento de honra, na segunda jogada digna desse nome por parte dos
visitantes.
Já cheira a série Açores na Vila Nova e agora resta aguardar pelos
próximos desfechos, mas por aquilo que observámos nestes dois jogos
(Guadalupe e Urzelinense), sinceramente, não estamos a ver a equipa
de Álvaro Pereira baquear na Graciosa…
Tivemos
muitas dúvidas em dois off-sides assinalados ao Vilanovense (num
deles temos quase a certeza que Valério estava em jogo…) ainda na
primeira-parte. Porém, o trabalho da equipa de arbitragem pautou-se
pela regularidade.
Ficha técnica
Árbitro: Paulo Melo (AF Angra do Heroísmo).
Auxiliares: Luís Borges e João Soares.
Vilanovense: Telmo; Márcio, Narciso, Tequilha e Capucho; Joca
(Cruz, 70), Azevedo, Moreira e Filipe (Pedro, 70); Valério (Marco,
73) e Jardel.
Suplentes não utilizados: Victor, Branco e Vicente.
Treinador: Álvaro Pereira.
Urzelinense: Soares; Dias (Homem, 58), Azevedo, Arnaldo e Rui
Silva (Teixeira, 45); Claudielson (Vieira, 61), Monteiro, Gary e
Paulo Cabral; José Sofia e Vinícius.
Suplentes não utilizados: Cardoso e Cássio.
Treinador: Hélder Teixeira.
Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Joca (21), Moreira (52 e 72), Valério (69) e
Vinícius (90+1).
Disciplina: cartão amarelo para Jardel (5), Valério (40),
Gary (81), Monteiro (86), Paulo Cabral (88) e José Sofia (90+2).
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CAMPEONATO DA AFAH - 3ª JORNADA | VILANOVENSE,
2 - SP.
GUADALUPE, 0
Vilanovense,
olé!
21/Abril/2008
Texto por: Carlos
do Carmo | DI
Num jogo onde, de facto, a qualidade do futebol praticado não foi
nada boa, venceu a equipa que mais fez por isso.
Os visitantes povoaram imenso o meio-campo e deixaram o
irrequieto Flávio Silva sozinho na dianteira, na tentativa de
 surpreenderem
os locais com um rápido contra-ataque. Quando a equipa
forasteira subia em bloco, Flávio recebia apoio de José Silva e
Emanuel nas alas. Contudo, o futebol da equipa graciosense era
demasiado previsível, e quase todas as jogadas de perigo nasciam
mais da distracção dos jogadores locais do que por mérito da
turma visitante.
Com Valério e Jardel bem apoiados por Joca, os anfitriões
criaram oportunidades de sobra para chegarem ao intervalo com
vantagem no marcador. Porém, Valério não esteve nos seus dias, e
falhou lances que não costuma enjeitar. Cada vez que os locais
punham o pé no acelerador criavam perigo na área contrária. O
problema é que raramente aumentavam o ritmo de jogo, o que o
tornava monótono.
Apesar do ruidoso apoio vindo das bancadas, o Vilanovense
abusava dos lançamentos para a velocidade de Valério que esteve
muito vigiado por Picanço e Fernando Melo (este jogou mais nas
sobras do que na marcação individual). O Sporting Guadalupe
povoava imenso a zona defensiva, e raramente saía para o ataque,
e quando o fazia era sempre da mesma forma solicitando a rapidez
de Flávio.
Após o intervalo os visitantes pareciam querer mudar o rumo dos
acontecimentos com um futebol mais apoiado. Todavia, foi sol de
pouca dura, pois o ritmo pastoso da primeira-parte acabou por
imperar novamente. Valério voltou a desperdiçar uma boa ocasião
de golo quando preferiu o contacto com o defesa, em detrimento
do remate de primeira; e minutos depois os locais adiantaram-se
no marcador, na sequência de uma grande-penalidade cobrada por
Azevedo. 
O golo em vez de espevitar a turma da casa, teve o efeito
inverso, e mesmo a jogar com 10 homens (por expulsão de Pedro
Silva), o Guadalupe quase empatava, num remate muito perigoso de
Emanuel, após jogada bem urdida do mesmo.
O encontro, a partir do primeiro golo, decresceu imenso de
qualidade, com muitas bolas pelo ar, e muito apelo ao contacto
físico, o que provocou muitas interrupções. A entrada de Capucho
fez com que os visitados melhorassem ligeiramente a qualidade de
jogo até ao seu desfecho.
A cinco minutos do final, e também após excelente jogada
individual, Filipe carimbou o triunfo dos terceirenses.
Resultado justo, num prélio que esteve longe de ser emotivo.
A arbitragem teve uma segunda-parte para esquecer. Pedro Silva
viu o primeiro amarelo por uma falta normal sobre Valério e
acabou expulso ao ver a segunda cartolina da mesma cor. Se o
árbitro seguisse o mesmo critério, Valério teria visto também o
segundo amarelo por simulação de uma falta à entrada da área. O
penalty sobre Filipe é duvidoso, pese embora a floresta de
pernas à sua volta. O segundo golo, sem tirar mérito à bela
jogada, foi claramente antecedido de falta, pois Filipe ajeitou
o esférico com o braço esquerdo antes de arrancar para a baliza.
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Paulo Melo (São Jorge).
Assistentes: Luís Borges e João Soares.
VILANOVENSE
Telmo
Branco
(Capucho 76m)
Márcio
Semedo
(Filipe 20m)
Narciso
Joca
Azevedo
Moreira
Tequila
Valério
Jardel
Suplentes não utilizados: Victor, Vicente, Cruz, Brasil e
Pedro.
Treinador: Álvaro Pereira.
GUADALUPE
Artur
Melo
Picanço
Pedro Silva
Jorge
(Tércio 77m)
Cabrita
(Simas 60m)
Kevin
Hugo Espínola
Emanuel
José Silva
Flávio
Suplentes não utilizados: Rui Correia, C. Ramos,
Bettencourt e B. Correia.
Treinador: Fernando Bettencourt.
PRIMEIRA-PARTE: 0-0.
SEGUNDA-PARTE: 2-0.
1-0 por Azevedo (g.p.), aos 58m.
2-0 por Filipe, aos 86m.
RESULTADO FINAL: 2-0.
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CAMPEONATO DA AFAH - 2ª JORNADA | SP.
GUADALUPE, 1 - URZELINENSE, 0
Sp. Guadalupe iguala
Vilanovense na liderança...
15/Abril/2008
Texto por: Paulo Mendonça | SCV
Em jogo a contar para a segunda ronda do
apuramento de campeão da AFAH, o Sporting de Guadalupe da Ilha da
Graciosa recebeu e venceu
no seu recinto o Urzelinense por uma bola a zero.
No
passado domingo decorreu na Ilha Graciosa a segunda jornada do
apuramento de campeão da AFAH e m
escalão de Seniores,
e a turma da Graciosa venceu a equipa oriunda de São Jorge, o
Urzelinense por 1-0.
Numa ronda em
que a equipa Vilanovense folgou, a vitoria dos graciosenses
coloca-os em igualdade pontual na liderança do grupo, ambos com 3
pontos e um jogo disputado cada. O Urzelinense que com esta derrota
pode ter ficado sem hipoteses de almejar o ceptro, em dois jogos
disputados ainda não amealhou qualquer ponto.
Domingo, dia 20
de Abril o Vilanovense, campeão da Ilha terceira recebe no seu
complexo desportivo o Sporting de Guadalupe, num jogo que se antevê
muito decisivo para encontrar o futuro vencedor da prova.
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CAMPEONATO DA AFAH - 1ª JORNADA | URZELINENSE,
1 - VILANOVENSE, 2
Experiência dita leis...
07/Abril/2008
Texto por: Ricardo Gonçalves | DSP | Fotos por:
Ricardo Gonçalves | DSP
O Vilanovense, mais habituado a
estes palcos, foi a São Jorge derrotar o Urzelinense por 2-1,
colocando-se na frente do apuramento de campeão da Associação de
Futebol de Angra do Heroísmo.
Tarde de festa
na vila da Urzelina com a subida à série Açores em disputa. O jogo
teve início com sinal mais para a equipa da casa e logo aos sete
minutos cruzamento de Diogo e cabeçada de Gouveia ao lado da baliza.
Aos 12 minutos canto de Paulo Cabral e remate de Gary ao lado.
A
partir do quarto-de-hora a equipa da Vila Nova soltou-se e aos 18
minutos Filipe dá o primeiro sinal de perigo com um remate por cima.
Na jogada seguinte golo do Vilanovense: lançamento em profundidade
para as costas da defesa da Urzelina e Jardel à saída do
guarda-redes Roberto faz-lhe um chapéu e a bola entra na baliza.
O Urzelinenense lançou-se na procura do empate e aos 21 minutos, na
sequência de um livre de Vinícius a defesa da Vila Nova alivia e
Fábio Monteiro na recarga atira ao lado. O golo do empate surge à
passagem da meia-hora num livre directo apontado superiormente por
Fábio Monteiro, fazendo a bola entrar no ângulo superior esquerdo da
baliza de Telmo.
Até ao intervalo o jogo foi disputado no meio-campo com as duas
equipas bem encaixadas e sem ocasiões de perigo.
A segunda parte começa com maior domínio do Vilanovense e Jardel,
aos 51 minutos, atira por cima. Aos 58, grande perdida de Jardel que
após livre do lado esquerdo do seu ataque não foi capaz de desviar
para a baliza.
O treinador Hélder Teixeira mexe na equipa e faz entrar João Paulo
para o lugar de Elson. Responde Álvaro Pereira fazendo entrar
Capucho para o lugar de Branco.
O Urzelinense, aos 66 minutos, desperdiça a sua melhor oportunidade
de golo por intermédio de Fábio Monteiro que após canto de Paulo
Cabral atira à trave da baliza de Telmo. Seis minutos volvidos nova
oportunidade para a equipa da casa com Arnaldo a atirar por cima da
trave.
Aos 80 minutos, contra-ataque da equipa do Vilanovense com Valério a
arrancar desde o seu meio-campo pelo lado direito, a levar a bola
até à linha de fundo, flecte para o interior da área e remata
colocado a fazer o segundo do equipa terceirense. Era a festa no
banco do Vilanovense e dos seus adeptos que viajaram até São Jorge.
Até ao final do jogo a equipa da Terceira usou toda a sua
experiência e controlou o ritmo do jogo, tendo inclusive
desperdiçado mais uma oportunidade por Valério com remate ao poste.
Resultado final com vitória da equipa do Vilanovense por 2-1 que fez
da experiência o seu principal trunfo. Com esta vitória a equipa
terceirense dá um passo importante na luta pela subida à série
Açores.
Boa arbitragem do trio chefiado por Bruno Silva que viajou da
Graciosa.
Ficha técnica
Árbitro: Bruno Silva (AF Angra do Heroísmo).
Auxiliares: António Medina e Tiago Medina.
Urzelinense: Roberto; Paulo Cabral, Arnaldo, Hélder e Diogo
(Fernando Miguel, 76); Rui Sofia, Fábio Monteiro, Gary (Amaro, 75) e
Elson (João Paulo, 60); Gouveia e Vinícius.
Treinador: Helder Teixeira
Vilanovense: Telmo; Branco (Capucho, 63), Márcio, Narciso e
Semedo; Tiquila, Valério, Azevedo (Zezinho, 75) e Filipe (Joca, 75);
Moreira e Jardel.
Treinador: Álvaro Pereira
Ao intervalo: 1-1.
Marcadores: Jardel (19), Fábio Monteiro (30) e Valério (80).
Disciplina: cartão amarelo para Hélder (4), Paulo Cabral
(38), Semedo (53), Gary (78), Valério (90) e Fábio Monteiro (90).
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CAMPEONATO DA AFAH
Vilanovense
joga primeiro em São Jorge......
02/Abril/2008
Texto por: DI
S porting
de Guadalupe (Graciosa), FC Urzelinense (São Jorge) e SC Vilanovense
(Terceira) começam a disputar domingo o ceptro de campeão da
Associação de Futebol de Angra do Heroísmo (AFAH), cujo vencedor
garante a entrada no Campeonato Nacional da Terceira Divisão – Série
Açores, temporada 2008/2009.
A primeira ronda, marcada para a ilha de São Jorge, coloca
frente-a-frente Urzelinense e Vilanovense. Na segunda jornada,
agendada para 13 de Abril, o Sporting de Guadalupe abre as portas ao
Urzelinense. A primeira volta termina a 20 de Abril com o
Vilanovense a albergar o Sporting de Guadalupe.
A quarta rodada, primeira da segunda volta, está calendarizada para
27 de Abril, cabendo, então, ao Vilanovense dar a conhecer o Ramo
Grande ao Urzelinense. No dia 4 de Maio entra em cena a quinta
jornada com o Guadalupe a viajar até à Calheta. A prova termina a 11
de Maio, com a sexta ronda, rivalizando Sporting de Guadalupe e
Vilanovense. Salvo acordo entre os clubes intervenientes, os jogos
realizam-se sempre a partir das 16:00.
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 20ª JORNADA | BOAVISTA 2, - VILANOVENSE,
0
Triunfo
justificado...
02/Abril/2008
Texto por: José Garcia | DI | Fotos por: Tiago Gaspar |
SCV
O Boavista alcançou uma
vitória justa no esgrimir com o campeão da Terceira. No entanto, o
treinador do Vilanovense aproveitou para rodar atletas menos
utilizados.
Chegou ao fim
mais uma edição do campeonato da ilha Terceira. O virtual campeão,
Vilanovense, não foi capaz de contrariar, na qualidade de
forasteiro, os argumentos do seu principal adversário ao longo da
prova, o Boavista da
Ribeirinha,
baqueando por 2-0. Aliás, nos quatro jogos disputados entre ambos
para o campeonato, a vantagem pendeu claramente para os
“axadrezados” – três vitórias e uma derrota.
Pode-se dizer, portanto, que o Boavista perdeu a possibilidade de
garantir a conquista do almejado título no esgrimir com a restante
concorrência, sobretudo “Os Leões”, Belém e Fontinhas. Como qualquer
campeonato é, essencialmente, uma prova de regularidade…
Quanto ao embate do último domingo, a primeira metade foi muito
disputada na zona do miolo. As equipas optaram por povoar o
meio-campo, mas ainda assim criaram e desperdiçaram algumas
oportunidades para colorir o marcador, só que os guarda-redes
Cristiano Melo e Telmo revelaram-se intransponíveis.
No entanto, após o intervalo o Boavista surgiu empenhado em abrir a
contagem, o que aconteceu cedo, por intermédio de Rui Bettencourt. O
conjunto do Ramo Grande não demorou a responder e Jorge Brasil
acertou em cheio na trave da baliza anfitriã. Cristiano Melo, com
duas paradas notáveis, também contribuiu para que o ataque contrário
ficasse em branco.
Estavam as coisas neste pé quando Anthony Fernandes acabou com as
esperanças do Vilanovense em pelo menos chegar ao empate, ampliando
para 2-0, o que garantiu praticamente a conquista dos três pontos em
disputa.
Em termos gerais, levando em consideração aquil o
que se viu dentro das quatro linhas, o êxito do Boavista não oferece
contestação, pese a animosa réplica dos visitantes. Rui Bettencourt,
Cristiano Melo e Miguel Prenda deram nas vistas.
O treinador do Vilanovense, Álvaro Pereira, com o título garantido e
o apuramento do campeão da Associação de Futebol de Angra do
Heroísmo ao virar da esquina, aproveitou a oportunidade para rodar
alguns atletas menos utilizados. Jorge Brasil, Nuno Moreira e Bruno
Narciso sobressaíram.
Por fim, refira-se que o árbitro Eurico Garcia esteve em plano
deveras positivo, tanto do ponto de vista técnico como disciplinar,
contanto, para o efeito, com a preciosa disponibilidade dos
auxiliares, Luciano Rocha e Augusto Vieira. Quando assim é…
Ficha técnica
Árbitro: Eurico Garcia.
Auxiliares:
Luciano Rocha e Augusto Vieira.
Boavista: Cristiano Melo; Celso Silva, Hélder Rocha, Paulo
Ribeiro (Marco Fernandes, 74) e Fábio Garcia; Libânio Silva, Rui
Bettencourt (Silvino Moniz, 54), Miguel Prenda e Hélio Couto (Anthony
Fernandes, 80); Ruben Soares e Rui Zula.
Suplentes não utilizados: Luís Silva, Tiago Silva, Nelson Rocha
e João Paulo.
Treinador: João Paulo Silva.
Vilanovense: Telmo; Ruben Branco, Bruno Narciso, Rui Vicente
e Carlos Filipe (Bruno Cruz, 45); Pedro Luís, Nuno Moreira, Marco
Azevedo (Semedo, 60) e Jorge Brasil; Jardel (Filipe Machado, 45) e
Valério.
Suplentes não utilizados: Vítor Lopes, Zezinho e Bruno Pinheiro.
Treinador: Álvaro Pereira.
Ao intervalo: 0-0.
Marcadores: Rui Bettencourt (53) e Anthony Fernandes (84).
Disciplina: cartão amarelo para Paulo Ribeiro (21),
Carlos Filipe (38), Jorge Brasil (41) e Fábio Garcia (64).
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Festa de Campeão - Parte II
Fotos e Festa do Vilanovense
CAMPEÃO 2007/2008...
25/Março/2008
Texto por: Paulo Mendonça
| SCV | Fotos por: Tiago Gaspar |
SCV
A Festa de consagração de campeão da
Terceira 2007/2008 desta feita foi realizada na Vila Nova perante o
seu publico. Na penúltima jornada do campeonato os adeptos
alvi-negros organizaram uma grande festa para os atletas do seu
clube do coração, atletas que aderirem a 100% a mais este momento
festivo do clube do Ramo Grande.
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 19ª JORNADA | VILANOVENSE, 3
– OS LEÕES 1
Vilanovense festeja em casa...
25/Março/2008
por: DI
O
Vilanovense festejou a conquista do Campeonato da Terceira com uma
vitória de 3-1 sobre “Os Leões”. Destaque para o primeiro êxito da
equipa secundária do Lusitânia.
A 19ª e penúltima ronda do
Campeonato da Ilha Terceira serviu para consagrar o Vilanovense. Já
virtual campeão, o emblema do Ramo Grande superou, dentro de portas, o
SC “Os Leões” por 3-1.
Realce para o primeiro
êxito do Lusitânia que, na recepção ao Boavista, triunfou por 1-0.
Na Terra-Chã, vitória natural do Belém (2-1) no esgrimir com o GD
Fontinhas.
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Festa de Campeão
A dois jogos do final, o Vilanovense é o CAMPEÃO...
17/Março/2008
Texto por: Paulo Mendonça
| SCV | Fotos por: Tiago Gaspar |
SCV
A d uas
jornadas de terminar o Campeonato da Ilha Terceira, o Sport Club
Vilanovense alcançou o almejado ceptro de campeão, fruto da vitória por
três bolas a zero no sintético das Fontinhas e beneficiando da derrota
do Boavista por 3-2 no reduto de Os Leões.
O Vilanovense
alcançou assim o seu pentacampeonato (cinco títulos) da Ilha Terceira,
1º Época 1988/1989, 2º Época 1989/1990,
3º Época
1997/1998, 4º Época 2001/2002 e 5º Época
2007/2008.
Passados quase vinte anos sobre o seu primeiro titulo, e seis anos
depois da ultima vitória de campeão Sénior da Ilha Terceira, todos os
jogadores, treinadores que fizeram e fazem parte do plantel, sócios e
simpatizantes, claque Alvi-negra, Direcção e toda a população da Vila
Nova, está de parabéns e orgulhosa na conquista de mais um titulo,
a juntar ao seu já vasto currículo.
O Vilanovense que ainda vai tentar lutar pelo regresso á III Divisão -
Açores, algo que foge desde a época 2000/2001 (ultima participação), mas
tendo a noção que irá ser uma tarefa árdua e complicada em virtude da
qualidade dos prováveis opositores Sporting de Guadalupe (Graciosa) e
Urzelinense (São Jorge), este ultimo adversário que conta no seu plantel
com três brasileiros e alguns jogadores oriundos de Portugal
Continental.
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 18ª JORNADA | FONTINHAS, 0
– VILANOVENSE, 3
Três vivas ao
campeão...
17/Março/2008
por: José Eliseu | DI
Transições ofensivas rápidas e virtuosismo no ataque são os
principais predicados do Vilanovense campeão.
Saber que o jogo podia valer o título foi uma
almofada psicológica para os jogadores do Vilanovense que depressa
encostaram os adversários à sua área. A formação alvi-negra apresentou
uma frente de ataque
alargada,
com Valério, Filipe e Jardel e ainda Azevedo que aparecia amiudadas
vezes em zona de finalização.
A turma das Fontinhas foi rechaçando como podia e sentia muitas
dificuldades para sair com a bola dominada devido à pressão alta feita
pelos pupilos de Álvaro Pereira. Mesmo assim, a partir dos dez minutos,
os anfitriões espreguiçaram-se mais no campo devido a momentâneas
superioridades numéricas criadas no meio-campo. Isto porque o
Vilanovense, na ânsia de chegar depressa ao golo, partia-se
tacticamente. Entre Capucho, que fazia vigilância a Dúnio, e Azevedo
abriram-se algumas clareiras, aproveitadas, por exemplo, por Márcio
Borba e Paulo Areias para desdobramentos ofensivos. Quando as
basculações dos homens de Fernando Alves começaram a preocupar, Azevedo
recuou e o Vilanovense começou a atacar com mais método. Este
reajustamento esteve na base do golo inaugural.
Depois do intervalo, a equipa da casa reapareceu com outro ânimo. Os
laterais, Terra e Diego, subiram um pouco mais, à semelhança de Paulo
Areias, Dúnio encostou-se a Nuno Areias, obrigando Capucho a ser quase
terceiro central. Esta fase de empertigamento das Fontinhas pôs a nu uma
certa fragilidade da retaguarda da Vila Nova.
Mas a troca de Joca por Márcio veio por ordem no meio-campo do
Vilanovense e alavancar o contra-ataque. Começou então a exploração
sábia dos espaços defensivos, abertos pelo adiantamento das Fontinhas,
com oportunidades para os forasteiros ampliarem a vantagem. Os locais
eram novamente dominados mas só perto do fim, com o golo de Jardel, foi
alcatifada a passadeira para os novos campeões. O tento de Valério foi
já um enfeite para rejúbilo das hostes da Vila Nova.
A duas jornadas do final do campeonato e face à derrota do Boavista no
Porto Judeu, o Vilanovense é o virtual vencedor.
ARBITRAGEM
Francisco Lima e a sua equipa mostraram estofo para conduzir um jogo
deste cariz.
4 estrelas!
FICHA DE JOGO
Campo de Jogos das Fontinhas.
Árbitro: Francisco Lima
Auxiliares: Paulo Santo e Luciano Rocha.
FONTINHAS
Rogério
Terra (cap)
Cordeiro
Márcio Lima
Diego
Carlos Miguel
Paulo Areias
Márcio Borba
Nuno Areias
(Pires, 80 m)
Dúnio
(Cascão, 67 m)
André
(Castilho, 74 m)
Treinador: Fernando Alves.
Suplentes não utilizados: Bruno Silva, Leandro, Hélder e Bruno
Rocha.
Disciplina: amarelos para Diego (61m) e Terra (90+3 m).
VILANOVENSE
Telmo
Branco
Semedo
Narciso
(Marinho, 83 m)
Tiquilha
Valério (cap)
Azevedo
Filipe
(Moreira, 83 m)
Joca
(Márcio, 65 m)
Jardel
Capucho
Treinador: Álvaro Pereira.
Suplentes não utilizados: Vítor Lopes, Cruz, Vicente e Pedro
Luís.
Disciplina: amarelos para Joca (9 m), Azevedo (54 m), Capucho (58
m), Jardel (87 m) e Valério (90+5 m).
PRIMEIRA – PARTE: 0–1.
0-1 por Capucho, aos 39 minutos.
SEGUNDA-PARTE: 0 –2.
0-2 por Jardel, aos 86 minutos.
0-3 por Valério, aos 90+5 minutos
RESULTADO FINAL: 0–3.
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 17ª JORNADA | VILANOVENSE,
5 – BELÉM, 2
Uma mão cheia
de golos...
09/Março/2008
por: Paulo Mendonça | SCV
No segundo jogo da equipa da Vila
Nova orientado por Álvaro Pereira, o Vilanovense conseguiu mais uma
vitória, desta feita a vitima da goleada foi o Desp. Belém que
perdeu por cinco bola a duas no Sintético da Vila Nova.
Por volta dos 20 minutos do primeiro
tempo o V ilanovense
inaugurou o marcador por intermédio Jardel com uma cabeçada no
seguimento de um lançamento de linha lateral efectuado no lado
esquerdo ofensivo dos alvi-negros. Mas logo de seguida os jogadores
do Belém conseguiram o empate a 1-1, um golo algo consentido pela
defensiva Vilanovense e guarda redes inclusive.
O 2-1 foi novamente apontado por
Jardel após excelente jogada individual de Azevedo que endossa a
bola a Jardel que só tem de empurrar a bola para a baliza
adversária.
A um minuto do intervalo, nova
igualdade, desta feita a duas bolas, um golo novamente consentido
pelos defesas da Vila Nova.
Na segunda parte Álvaro Pereira efectua
duas substituições de uma assentada fazendo entrar Joka e Semedo
para os lugares de Moreira e Cruz, respectivamente.
Com as alterações o Vilanovense ganhou
uma maior acutilância ofensiva e Capucho marca o 3-2 através de uma
grande penalidade a castigar uma falta do defesa do Belém sobre
Valério. Ficou por mostrar pelo menos a cartolina amarela.
O 4-2 teve a autoria de
Valerio que em lance de puro contra ataque só tem de empurrar a bola
para baliza a passe vindo de um colega.
A golo que ditou o 5-2 final, foi
novamente marcado por Valério, que isolado na cara do guarda redes
do Belém, contorna-o na perfeição e empurra o esférico para dentro
das redes dos azuis da Terra Chã.
FICHA DO JOGO
VILANOVENSE
Telmo
Branco
Narciso
Cruz
(Semedo) Tiquila Capucho Nuno Moreira
(Joka) Marco Azevedo Filipe Machado Francisco Jardel
(Pedro Luís)
Valério
Suplentes não utilizados: Vítor Lopes, Vicente e Marco Brasil.
Treinador: Álvaro Pereira.
PRIMEIRA-PARTE: 2-2.
SEGUNDA-PARTE: 0-3.
RESULTADO FINAL: 5-2.
0-1( Jardel), 1-1, 2-1 (Jardel),2-2, 3-2 (Capucho), 4-
(Valério), 5-2 (Valério).
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 16ª JORNADA | LUSITÂNIA, 0 – VILANOVENSE,
5
Novamente
vantagem de 4 pontos...
06/Março/2008
por: Tiago Gaspar/Paulo Mendonça | SCV
O
resultado do encontro entre Lusitânia e Vilanovense, o primeiro
sobre as ordens de Álvaro Pereira, relativo à 16ª j ornada
do Campeonato
da Ilha Terceira, foi ditado com uma goleada da turma alvi-negra por
cinco bolas a zero. Valério
marcou três golos , novamente um hat-trick,os outros dois tentos
foram apontados por Moreira e Pedro.
Em relação ao restante rescaldo da
jornada, a derrota do Boavista da Ribeirinha no Terreno do
Belém por um a zero, os três pontos alcançado pelos pupilos de
Álvaro Pereira acabam por servir as
pretensões do clube da melhor maneira, pois
conseguiu aumentar a margem pontual para quatro pontos em relação ao
segundo classificado, Boavista da Ribeirinha. A rodada
ainda teve o seguinte resultado Fontinhas 0 - Os Leões 0.
VILANOVENSE Vítor Lopes
Ruben Branco
(Domingos
Semedo) Bruno Narciso
Bruno Cruz
Zezinho
(Marinho)
Tequila
Roberto Capucho
Nuno Moreira
Marco Azevedo
Francisco Jardel
(Pedro Luís)
Valério
Treinador: Álvaro Pereira.
RESULTADO FINAL: 0-5.(Valério 3, Moreira e Pedro)
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MENSAGEM DA DIRECÇÃO DO SCV
Agradecimento a Chalana...
20/Fevereiro/2008
por: Adelino Pinheiro | SCV
A direcção do Sport Clube Vilanovense vem por meio do seu site
oficial, através da pessoa do seu presidente, Adelino P  inheiro,
agradecer a Manuel da Costa (Chalana) e a Francisco Faria o seu
desempenho e dignidade enquanto treinadores principal e adjunto,
respectivamente.
Durante o período compreendido entre o dia 11 de Dezembro 2006
até ao dia 17 de Fevereiro 2008 a equipa técnica comandada por
Chalana dignificou a nossa Instituição da melhor forma possível.
Existiram momentos menos bons, mas o que importa recordar são os
bons, desde a conquista do Torneio de Preparação 2007/2008 passando
pela excelente recta final do campeonato da época transacta.
Neste momento a Direcção do SCV, relembro que não é só o seu
presidente, em comum acordo com Chalana, entendeu que não
estavam reunidas todas as condições para a sua continuidade e
era chegada a altura de fazermos algo.
Então procedeu-se a uma alteração da equipa técnica, nada mais.
Chalana é um belíssimo treinador, uma excelente pessoa e merece tudo
de bom quer para a sua vida pessoal, quer profissional.
É um homem a quem o Vilanovense está grato!
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Ultima Hora
Álvaro Pereira é o novo treinador...
20/Fevereiro/2008
por: Paulo
Mendonça |
SCV
Antigo treinador dos
seniores
do Angrense sucede a Chalana no comando da equipa sénior a lvi-negra.
A decisão tomada após
a saída de Chalana, recaiu num homem da casa, Álvaro Pereira, técnico
que teve no inicio desta temporada uma passagem fugaz na
orientação da equipa de seniores do Sport Club Angrense que milita na
III Divisão-Série Açores.
O facto de Álvaro Pereira ser um homem da casa (Natural da Vila Nova) e
estar identificado com o plantel que vai orientar, foram os
principais motivos que pesaram na escolha, para além do mesmo reunir o
consenso por parte dos restantes dirigentes e jogadores. Esta é a
primeira vez que Álvaro Pereira vai orientar a equipa onde obteve a sua
formação como jogador.
A confirmação oficial desta noticia já foi feita presidente do
Vilanovense, Adelino Pinheiro,
que realça que a saída de Chalana foi uma decisão
consensual e que visa defender o grupo.
Recorde-se
que Álvaro Pereira de 46 anos de idade foi um dos melhores guarda-redes
açorianos de todos os tempos, com passagens pelo Vilanovense, Lusitania
e Angrense. Também chegou a alinhar no escalão máximo de futebol no
Boavista, Estrela da Amadora, U. Leiria e Campomaiorense.
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Ultima Hora
Chalana abandona Vilanovense...
19/Fevereiro/2008
por: Tiago Gaspar |
SCV
 O
treinador do Sport Club Vilanovense, Manuel da Costa, vulgo
Chalana, demitiu-se ontem depois do jogo contra a ribeirinha. M uito
em breve contamos apresentar mais novidades sobre esta
noticia.
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CAMPEONATO DA TERCEIRA - 15ª JORNADA
| VILANOVENSE,
0 – BOAVISTA, 1
Vitória da inteligência...
19/Fevereiro/2008
por: JOSÉ GARCIA | DI
Com a presença de muito público, o sintético da Vila Nova
foi palco do encontro entre os primeiros colocados do
imprevisível Campeonato da Ilha Terceira, escalão de seniores.
Vilanovense e Boavista prometiam um espectáculo pleno de
interesse, tanto dentro como fora das quatro linhas.
Ao longo da etapa inicial, o equilíbrio foi a nota dominante com
o Vilanovense a não arriscar em demasia, até porque, pelo menos
 em
termos teóricos, o empate favorecia as suas pretensões, enquanto
primeiro classificado.
O Boavista, a necessitar dos três pontos para se relançar na
prova, atrevia-se um pouco mais no meio-campo adversário, dando,
inclusive, algum trabalho ao guardião Vítor Lopes, conquanto as
oportunidades de golo tenham sido escassas, tanto numa como na
outra baliza.
Porém, a etapa complementar revelou-se totalmente diferente. O
conjunto do Ramo Grande encolheu-se e, para cúmulo, com as
alterações efectuadas, perdeu esclarecimento. Aos poucos, a
equipa de Manuel da Costa foi “morrendo” para a partida.
Ao contrário, com as modificações operadas, o grémio axadrezado
tornou-se cada vez mais perigoso. O Boavista denotava melhores
soluções e ameaçava com frequência o extremo reduto contrário.
Na realidade, a equipa da Ribeirinha tudo fazia para reentrar na
discussão do ceptro da Terceira, o que, convenhamos, passava, em
larga escala, por um triunfo na Vila Nova.
Neste contexto, a entrada de Fábio Dias revelou-se decisiva para
a consumação da estratégia montada pelos boavisteiros. O
veterano atleta ganhou a Márcio Silveira e foi derrubado na área
de rigor com o árbitro Hélio Pereira, em cima do lance, a
indicar a marca de castigo máximo. Rui Zula, com classe, não deu
a mínima possibilidade de êxito ao guardião alvi-negro.
Quase em desespero de causa, o Vilanovense respondeu com a
entrada de Roberto Capucho, só que era demasiado tarde para
inverter o rumo dos acontecimentos.
Numa análise global, podemos dizer que o Vilanovense apenas se
pode queixar de si próprio, atendendo a  o
modo expectante como encarou o desafio, ao passo que o Boavista
revelou a subtileza necessária para contabilizar a almejada
vitória.
Realce para as prestações de Bruno Narciso, Zezinho e Francisco
Jardel nos locais, enquanto que Zezinho, Cristiano Melo e Rui
Zula sobressaíram nos forasteiros.
O árbitro Hélio Pereira, num prélio de grau de dificuldade
elevado, cumpriu a preceito, tanto no capítulo técnico como
disciplinar. Teve a preocupação de assimilar as incidências do
encontro e deixar jogar.
FICHA DO JOGO
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Hélio Pereira.
Assistentes: Augusto Vieira (B) e Eurico Garcia (P).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Zezinho
Vicente (cap.)
(Roberto Capucho, 82m)
Semedo
Márcio Silveira
Bruno Narciso
Nuno Moreira
Marco Azevedo
(Ruben Branco, 62m)
Filipe Machado
Francisco Jardel
Valério
(Pedro Luís, 70m)
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Carlos Filipe, Mário
Cimbrom e Marco Brasil.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Francisco Jardel (77m) e Vicente
(80m). Cartão vermelho para Márcio Silveira (80m).
BOAVISTA
Cristiano Melo
Celso Silva
Zezinho
Paulo Ribeiro
Fábio Garcia
Nelson Rocha
(Fábio Dias, 75m)
Bruno Pereira
Miguel Prenda
(Ruben Soares, 65m)
Rui Bettencourt
Libânio Silva
(Hélder Rocha, 83m)
Rui Zula
Suplentes não utilizados: Luís Silva, Silvino Moniz, Marco
Fernandes e Tony Fernandes.
Treinador: João Paulo.
Disciplina: cartão amarelo para Rui Zula (90m). Cartão vermelho
para Silvino Moniz (50m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-0.
SEGUNDA-PARTE: 0-1.
0-1 por Rui Zula (g.p.), aos 80m.
RESULTADO FINAL: 0-1.
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Campeonato da Ilha Terceira - 14ª JORNADA | “OS
LEÕES”, 0 – VILANOVENSE, 2
Mais três
pontos com tranquilidade...
11/Fevereiro/2008
por:
Tiago Gaspar/Paulo Mendonça | SCV
O Sport Club Vilanovense conquistou no Porto Judeu mais três
preciosos pontos na almejada luta pelo ceptro de campeão da Ilha
Terceira. Valério e Azevedo foram os autores dos tentos alvi-negros
na vitoria por duas bolas a zero.
 O desafio “Os Leões” – Vilanovense era
o embate mais interessante
da 14ª jornada do Campeonato da Ilha Terceira. Previa-se um jogo
interessante tendo em conta o nível dos planteis das duas equipas.
No bonito sintético João Martins no Porto Judeu, a equipa sob o comando de Paulo Pires
deu boa replica a turma oriunda da Vila Nova, mas o maior poderio
ofensivo dos pupilos de Manuel da Costa (Chalana) foram o suficiente
para levar de vencida a bem organizada defesa de os Leões.
Jardel e Azevedo de grande penalidade foram os marcadores dos golos
do Vilanovense. Vitória tranquila da equipa da Vila Nova por duas
bolas a zero.O jogo também ficou marcado pela expulsão de Bruno Cruz
na equipa do SCV, por acumulação de cartões amarelos.
No restante rescaldo da jornada o destaque vai inteirinho para a
goleada imposta pelo Boavista da Ribeirinha frente a jovem equipa
secundária do Lusitânia 10-0. Um resultado muito pesado que
demonstra as fragilidades da equipa B do Lusitânia. O jogo Fontinha
- Belém terminou com vitória da equipa proveniente da Terra
Chã por 2-0. 
Campo João Martins (Porto Judeu).
VILANOVENSE
Vítor lopes
Zézinho
Márcio Vicente (cap.) Cruz Narciso
(Branco)
Moreira Azevedo
(Marinho)
Valério
Jardel
(Semedo)
Filipe
Treinador: Chalana.
Resultado ao Intervalo: 0-1. Resultado final: 0-2.
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Campeonato da Ilha
Terceira - 13ª JORNADA | VILANOVENSE, 4 – FONTINHAS, 1
A lei do mais forte...
04/Fevereiro/2008
por:
Tiago Gaspar/SCV | DI
Não trouxe grandes novidades a 13ª jornada do Campeonato
da Ilha Terceira, escalão de seniores. Na Vila Nova, a turma
orientada
por Manuel da Costa (Chalana) bateu por 4-1 o GD Fontinhas,
agora dirigido por Fernando Alves que, recorde-se, sucede a
Carlos Alberto Sousa.
Cascão ainda deu vantagem aos forasteiros, mas Valério
restabeleceu a igualdade antes do intervalo. No período
complementar, Bruno Cruz, Nuno Moreira com o golo da tarde, um
grande golo apontado através de um fortíssimo pontapé, três a
quatro metros depois da linha do meio campo, e Marco
Azevedo confirmaram a superioridade do líder da prova.
O Boavista da Ribeirinha não sentiu dificuldades de maior para
superar o SC “Os Leões”. Todavia, somente na segunda-parte é que
a equipa anfitriã encontrou o caminho da baliza contrária. Ruben
Fernandes, Libânio Silva, Rui Zula e Ruben Soares colocaram o
marcador nos 4-0 finais.
No sintético do complexo desportivo do estádio João Paulo II, o
Desportivo de Belém ultrapassou o Lusitânia “B” pela diferença
mínima (2-3). Canário fez o único tento d  os
primeiros quarenta e cinco minutos, dando vantagem aos homens da
Terra-Chã.
Após o descanso, Goulart ampliou para 0-2, só que Iuri e Tiago
Miranda responderam a preceito, recolocando tudo na estaca zero
(2-2). Coube a Luís Medeiros garantir os três pontos em disputa
para os visitantes.
Campo de Jogos da Vila Nova.
Árbitro: Francisco Lima.
Auxiliares: Paulo Santo (b) e Luciano Rocha (p).
VILANOVENSE
Zézinho
Semedo
(Branco)
Vicente (cap.)
Cruz
Narciso
Moreira
(Capucho)
Azevedo
Valério
Jardel
Filipe
(Pedro)
Treinador: Chalana.
Resultado ao Intervalo: 1-1. Resultado final: 4-1.
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Campeonato da Ilha
Terceira - 12ª JORNADA | Belém, 0 –
Vilanovense,0 Empate
acaba por se ajustar...
28/Janeiro/2008
por:
Tiago Gaspar/Paulo Mendonça | SCV
No que concerne às provas sob a égide da
Associação de Futebol de Angra do Heroísmo (AFAH) decorreu este
domingo a 12ª ronda do Campeonato da Ilha Terceira, onde a turma da
Vila Nova não foi além de um empate a zero bolas na Terra Chã diante
o Desportivo de Belém.
Num jogo que começou algum tempo depois da hora
marcada (15:00 horas) devido ao
atraso
de 23 minutos por parte da PSP, pois segundo os regulamentos, o jogo
não se poderia ter inicio sem a presença de Forças Policiais. Há que
apurar as responsabilidades e tomar as devidas medidas para que a
situação não se volte a repetir, pois já não é um caso insólito no
futebol Terceirense.
O Vilanonse que apresentou algumas alterações no seu
onze inicial a nível da sua defesa em relação ás ultimas partidas,
pois o treinador colocou Branco a defesa direito no lugar que até
aqui tem sido de Zezinho, Tiquila em vez de Cruz no lado oposto e o
experiente e polivalente capitão Rui Vicente no centro da defesa ao
lado de Semedo, numa posição normalmente ocupada por Cebola.
Moreira também apareceu no onze titular no lugar de Capucho.
A igualdade com que terminou o embate, acaba de certa
forma por reflectir o que se passou em campo. As equipas foram muito
semelhantes no rendimento conseguido, sendo que a equipa de Manuel
da Costa (Chalana) assumiu uma atitude de maior expectativa na
primeira metade e mais empreendedora na segunda, obviamente em
virtude da vantagem pontual que possui no campeonato sobre o
adversário (9 pontos).
Quanto ao jogo, a semelhança entre as duas equipas notou-se,
inclusive, ao nível das estratégias, que se encaixaram desde cedo.
Neste contexto, o jogo decorreu sem grandes desequilíbrios
ofensivos,
tirando um ou outro lance individual de Valério, mantendo-se as
equipas na expectativa quanto a um momento de inspiração de algum
dos jogadores ou a um erro do adversário para chegar ao golo.
Ambos os técnicos procederam a alterações no segundo
tempo, alterações que transmitiram uma maior vocação ofensiva à
equipa Vilanovense enquanto a da Terra Chã apostava mais numa toada
de expectativa e contra-ataque, que poucas vezes conseguiu lançar. O
zero a zero acaba por se aceitar, mas a existir um encedor
teria de ser a turma da Vila Nova pois foi a que mais procurou o
golo.
Nas deslocações ingratas de alvi-negros e axadrezados, o empate do
Vilanovense e a derrota do Boavista da Ribeirinha no Terreno das
Fontinhas por um a zero, o ponto alcançado pelos pupilos de Manuel
da Costa (Chalana) diante o desportivo Belém acabou por servir as
pretensões do clube oriundo da Vila Nova ( 27 pontos), pois
conseguiu aumentar a margem pontual para quatro pontos em relação ao
segundo classificado, Boavista da Ribeirinha (23 pontos). A rodada
termina na segunda-feira, pelas 19:30, com o Lusitânia – "Os Leões".
Campo de Jogos da Terra Chã.
VILANOVENSE
Victor
Branco
Semedo
Rui Vicente (cap.)
Tiquila
Narciso
(Marinho)
Valério (cap.)
Azevedo
Filipe
Moreira
Jardel
Moreira
Treinador: Chalana.
Resultado final: 0-0.
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Campeonato da Ilha
Terceira - 11ª JORNADA | Vilanovense, 5 –
Lusitânia B, 3 E vão
seis vitórias consecutivas...
21/Janeiro/2008
por:
Tiago Gaspar/Paulo Mendonça | SCV
Mercê de um
triunfo claro e inequívoco sobre a formação do
Lusitânia
B, os alvi-negros reforçam o comando do campeonato.
Numa jornada em que o Boavista,
adversário directo, cedeu dois pontos perante o Desportivo Belém.
Assim o Vilanovense lidera com mais três pontos do que o segundo
classificado. Num jogo em
que se defrontavam os extremos, SCV primeiro classificado com 22
pontos e Lusitânia B ultimo classificado com apenas 1 ponto, a turma
da Vila Nova conseguiu a sua sexta vitória consecutiva por números
esmagadores. O sector defensivo da equipa alvi-negra cometeu algumas
infantilidades o que valeram três golos para os jovens provenientes
de Angra do Heroísmo. Mas os homens da frente de ataque do
Vilanovense não estiveram pelos ajustes e facturaram por cinco vezes
sob a batuta da bem organizada claque " Os alvi-negros". Os tentos
do Vilanovense foram da autoria de Valério que marcou um
hat-trick, Branco e Zezinho fecharam as contas do marcador. Os
restantes resultados da jornada foram Os leões 2 - Fontinhas 0 e
Boavista 0 - Belém 0.
Campo de Jogos da Vila Nova.
VILANOVENSE
Victor
Zézinho
Semedo
Cebola
Narciso
Cruz
Valério (cap.)
Azevedo
Filipe
Capucho
Jardel
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Marcadores: Valério 3, Branco e Zezinho.
Resultado final: 5-3.
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Campeonato da Ilha
Terceira
- ANTEVISÃO 11ª JORNADA
Candidatos dentro
de portas...
18/Janeiro/2008
por: Diário Insular
Realiza-se domingo, com
início às 15:00, a 11ª jornada do animado Campeonato da Ilha
Terceira, escalão de seniores. Jogos em
cartaz:
SC “Os Leões” – GD Fontinhas, Boavista da Ribeirinha – Desportivo de
Belém e Vilanovense – Lusitânia “B”.
A recepção do agora segundo classificado, Boavista, ao terceiro,
Belém, assume o estatuto de prato forte da ronda. Depois de perder a
liderança no último domingo, no esgrimir caseiro com o Vilanovense,
o emblema da Ribeirinha não pretende, com certeza, deixar fugir o
conjunto de Manuel da Costa (Chalana).
Neste quadro, a vitória é o único resultado que interessa aos
axadrezados. Estará a turma da Terra-Chã pelos ajustes? É que um
eventual êxito do Belém pode relançar a equipa na corrida pelo
título. Um desafio a seguir com a devida atenção.
Moralizado pela recuperação do comando da prova, o Vilanovense abre
as portas à equipa secundária do Lusitânia, naquele que é um embate
de extremos – primeiro contra último. No plano teórico, clara
vantagem para os visitados. Veremos como será na prática, pois
nestas coisas do futebol…
Após um arranque fulgurante, o SC “Os Leões” dá indícios de alguma
quebra de rendimento. Neste domingo, encontra, no Porto Judeu, o GD
Fontinhas, equipa em contraponto com os leoninos, ou seja, depois de
um início menos conseguido, a entrada do treinador Carlos Alberto
Sousa trouxe outro fulgor.
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Campeonato da Ilha
Terceira
- 10ª JORNADA | Boavista Ribeirinha, 1 – Vilanovense,
2
Assalto à
liderança na festa do futebol...
13/Janeiro/2008
por: Luís Almeida | DI
O Vilanovense foi ao
terreno do Boavista vencer por 1-2 no jogo grande da jornada dez do
campeonato da ilha Terceira, desfecho que coloca os homens da Vila
Nova no primeiro lugar.
Dizem os mais puristas que o esférico não é traiçoeiro. Apenas
obedece a quem o trata bem. Certamente que Celso nem pensou nestes
devaneios, mas a bola gostou do toque, sentiu-se acarinhada e
obedeceu, descrevendo trajectória certeira para os
 pés de Fábio.
Este, talvez pressentindo a excelência do cruzamento, virou flecha
entre os centrais. Iam decorridos apenas três minutos.
Mas quem sabe nunca esquece e Jardel já demonstrou que tem relação
próxima com a redondinha. É uma questão de fidelidade. Aqui a
obediência muda de figura. Ela pediu e o avançado cumpriu. Novo
balançar de redes, agora do outro lado. Estava consumado o empate
perto da vintena de minutos. Assim, é bonito.
Vilanovense mais necessitado da vitória e, por isso mesmo, mais
ofensivo. Boavista criava perigo no contra-ataque e Fábio, desta
feita, é atraiçoado pelo poste, o imóvel inimigo. A bola sente-se
à-vontade. Rola com leveza sobre o sintético, ora balanceada pelos
brindes dos mais habilidosos, ora dirigida pela batuta de orquestras
afinadas.
Na bancada faz-se a festa. Moldura humana assinalável e claques
incansáveis. O futebol também é ambiente e o de domingo, na
Ribeirinha, foi do melhor. Uns devoram as unhas, outros cantam e
todos se divertem. Chegou rápido o intervalo, mas a segunda-parte
voltou com a mesma pujança.
São os forasteiros quem mais procuram levar, de novo, os adeptos ao
delírio, enquanto que o treinador João Paulo é o primeiro a ter
participação activa na partida. Torna-se difícil tirar os olhos do
campo. Azevedo fartou-se de desenhar passes de ruptura: a régua e
esquadro, diga-se. A bola agradeceu os carinhos ao minuto 79,
descobrindo Valério para o tento da vitória. Mais festa. Mais
emoção. Os da casa só caíram por terra quando soou o apito final.
Voaram depressa os 90 minutos.
Boavista e Vilanovense deram um contributo impagável ao futebol
regional. Ninguém lhes exige grandes primores técnicos, muito menos
avançadas estratégias de teor táctico. Fizeram o suficiente para que
a multidão apreciasse o espectáculo. A bola, pelo menos, parece ter
tido uma tarde em grande. O conjunto da Vila Nova conquista a
liderança do campeonato e os adeptos, no final da partida, já se
sentiam campeões. Convenhamos que ainda é cedo...
Também Francisco Lima ajudou à festa. Mesmo com algumas decisões
discutíveis, embora em lances menores, realizou trabalho positivo. E
teve preciosa ajuda, sempre bem-vinda: a dos jogadores.
Campo de Jogos da Ribeirinha.
Árbitro: Francisco Lima.
Auxiliares: Paulo Santo (b) e Luciano Rocha (p).
BOAVISTA
Cristiano
Fábio Gacia
(81m., Rui)
Zézinho (cap.)
Ribeiro
(85m., Zula)
Marco Fernandes
Rocha
Celso
Ruben
Tony
(60m., Libânio)
Bruno Pereira
Fábio
Treinador: João Paulo.
Suplentes não utilizados: Luís, Miguel Prenda, Hélio e
Nelson.
Disciplina: amarelo para Hélio (46m.).
VILANOVENSE
Victor
Zézinho
Semedo
Cebola
Narciso
Cruz
Valério (cap.)
Azevedo
Filipe
Capucho
Jardel
(81m., Moreira)
Treinador: Chalana.
Suplentes não utilizados: Telmo, Tiquilha, Branco, Vicente,
Pedro e Marinho.
Disciplina: amarelos para Capucho (49m.), Zézinho (77m.),
Valério (6m.) e Cruz (86m.).
Ao intervalo: 1-1.
1 -0 por Fábio aos 3 minutos.
1-1 por Jardel aos 19 minutos.
No Segundo tempo: 0-1.
1-2 por Valério aos 79 minutos.
Resultado final: 1-2.
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REFORÇO DO PLANTEL
Semedo reforça Vilanovense...
12/Janeiro/2008
por: Paulo Mendonça
Domingos
Semedo, defesa central de 24 anos que esta temporada fazia parte do plantel da equipa
do Sport Clube Praiense que milita no campeonato da III Divisão-Série
Açores, é o
segundo reforço de Inverno, depois de Azevedo. Enquanto uns entram,
outros saem, e João Aguiar já não faz parte do clube da Vila Nova porque
foi integrar a Equipa Técnica dos Seniores do Sport Club Angrense.
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Campeonato da Ilha
Terceira
- 9ª JORNADA | Vilanovense, 7 – Os Leões, 0
Valério o caça
leões...
07/Janeiro/2008
por: CARLOS DO CARMO | DI
Com o trio Valério/Jardel/Filipe no ataque, o Vilanovense
desbaratou por completo a defensiva de Porto Judeu, que revelou uma
apatia a todos os níveis gritante, tanto pelo ar (Valério marcou
três golos de cabeça…) como pelo relvado.
Atrás desse trio, os locais tinham um sólido meio-campo onde imperou
o vigor de Capucho, obrigando os forasteiros a optarem por
lançamentos longos para as costas dos centrais da Vila N  ova.
O momento chave do jogo terá sido logo aos 22 minutos quando o
inconformado Dénio sofreu uma lesão que o obrigou a deixar o campo
numa ambulância, após choque acidental com o guarda-redes Vítor. O
irrequieto ponta de lança leonino estava a ser um dos melhores em
campo quando se lesionou.
Valério foi o homem do jogo, marcou quatro golos e só não marcou
mais porque Pires evitou, em cima da linha, aquele que seria o 6-0,
ainda antes do intervalo. Vagueando por toda a frente atacante, o nº
7 foi um autêntico quebra-cabeças para o extremo reduto do Porto
Judeu que apresentou muitas carências defensivas, e na frente, para
além de Dénio, só Chibante (bem marcado por Zezinho) mostrou algum
inconformismo.
Na segunda-parte os locais tiraram o pé do acelerador, e o SC “Os
Leões” podia (e bem merecia…) ter marcado pelo menos o tento de
honra, mas três estupendas intervenções de Vítor (que até defendeu
uma grande-penalidade…) mantiveram as redes dos anfitriões
invioláveis. Apesar da excelente prestação do guardião local, pesou
também a ingenuidade dos visitantes que falharam pelo menos dois
golos de forma inglória, como um desvio de Célio para fora, em plena
pequena área, após mais uma portentosa intervenção do guardião
local.
FILME DOS GOLOS
O primeiro golo nasceu de um canto, onde Valério elevou-se mais alto
que os centrais contrários desviando a bola de cabeça. O segundo
nasceu de um canto, e foi protagonizado por Caracol que ao primeiro
poste teve um desvio infeliz para a própria baliza. O 3º golo nasce
de grande jogada de Filipe pelo lado esquerdo que ofereceu o golo de
cabeça a Valério. O quarto tento surge de uma arrancada de Jardel
pelo lado direito que pôs Lúcio nas covas, o cruzamento rasteiro
lançou a confusão na área, e à segunda tentativa Valério fuzilou as
redes com êxito. O 5º golo surgiu após um remate de longe de Narciso
que tabelou nos centrais ludibriando Paulo Nunes.
Já na segunda-parte e com os “leões” a perderem oportunidades de
reduzir a desvantagem, foi novamente Valério de cabeça a marcar,
após livre do lado direito. O 7º golo viria a nascer de um penalty
indiscutível.
Discutível foi a grande-penalidade assinalada contra os visitados
(não vimos qualquer falta de Marinho), e mais discutível ainda foi o
primeiro amarelo mostrado a Márcio. No momento em que o central dos
visitados empurrou Dénio que ia embalado apenas com o guarda-redes
pela frente, Vítor ainda não tinha a bola nas mãos, por isso,
julgamos que a cor do cartão teria de ser outra, e provavelmente a
história do jogo teria sido outra também; mas isso são suposições, e
a verdade é que o Vilanovense venceu com toda a justiça e presenteou
a sua massa de adeptos com uma bela exibição.
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Paulo Martins.
Auxiliares: João Silva e Pedro Ferreira.
VILANOVENSE
Vítor
Zezinho
Narciso
Cebola
Márcio
Cruz
Moreira
Capucho
(Branco, 84m)
Valério
Filipe
(Marinho, 66m)
Jardel
(Pedro, 80m)
Suplentes não utilizados: Brasil, Tequilha e Vicente.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Márcio (19 e 63m), Narciso (41m),
Capucho (51m), Moreira (52m) e Marinho (83m). Cartão vermelho
(acumulação de amarelos) para Márcio (63m).
“OS LEÕES”
P. Nunes
Fábio Aguiar
P. Pires
José Lúcio
Caracol
Lúcio
Evangelho
(Medeiros, 84m)
L. Miguel
Chibante
Dénio
(Spencer, 22m)
Célio
Suplentes não utilizados: João, Mário, Machado, André e Desidério.
Treinador: Paulo Gomes.
Disciplina: cartão amarelo para L. Miguel (27m), Lúcio (64m) e J.
Lúcio (79m).
PRIMEIRA-PARTE: 5-0.
1-0 por Valério.
2-0 por Caracol (auto-golo).
3-0 por Valério.
4-0 por Valério.
5-0 por Narciso.
SEGUNDA-PARTE: 2-0.
6-0 por Valério.
7-0 por Capucho (g.p.)
RESULTADO FINAL: 7-0.
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Campeonato da Ilha
Terceira
- 8ª JORNADA
| Fontinhas, 0 – Vilanovense,
1
Mérito e sorte...
31/Dezembro/2007
por: José Eliseu | DIO Vilanovense na
primeira parte foi engenhoso e dominador. Na segunda foi dominado e
com um misto de suor e sorte manteve a vantagem.
O máximo que as Fontinhas conseguiram em termos ofensivos na
primeira parte fê-lo aos cinquenta e cinco segundos de jogo, altura
em Cebola mandou a bola à barra. Foi um precoce canto do cisne até
ao intervalo.
Sem exibir um futebol fúlgido, o Vilanovense rapidamente tomou conta
das operações através de boa versatilidade táctica. A formação de
Chalana tanto c olocava
três homens no ataque em situações de posse de bola no meio-campo
adversário, como debitava uma unidade à vanguarda para formar um
losango no miolo em momentos de transição defensiva e início de
construção de jogo. A transversalidade de Moreira e o sentido
posicional de Capucho eram fundamentais para o domínio das
operações.
A equipa das Fontinhas recorria a um futebol mais directo mas
inconsequente. A incapacidade de pressionar no meio relvado
contrário deu aos visitantes tempo para preparar e definir os
ataques. E foi uma falha de marcação junto à linha divisória que deu
possibilidade a Filipe para um excelente passe de ruptura a
desmarcar Valério nas costas de Hélder e o avançado a fazer o golo
dos três pontos.
A segunda metade do encontro foi diametralmente oposta à primeira
por três motivos essencialmente: o vento cresceu repentinamente de
intensidade a favorecer o futebol longitudinal das Fontinhas; Carlos
Alberto chegou Cascão para junto de Pires, prendendo os centrais
alvi-negros; Rúben encostou-se mais a Cebola e toda a equipa
tornou-se mais pressionante. O somatório destes vectores deu o
domínio da partida ao conjunto negro-rubro.
Embora sem grande discernimento táctico nem primores técnicos mas
com muita abnegação, a turma das Fontinhas encostou o Vilanovense às
cordas. Apesar disso, só desfrutou de uma oportunidade flagrante
para marcar, aos sessenta e três minutos, com Pires isolado a
proporcionar uma enorme defesa a Vítor.
Com o Fontinhas todo balanceado na ofensiva, o Vilanovense teve,
muito perto do apito final, uma soberana situação de golo
desperdiçada por Jardel e com Rogério em grande.
Arbitragem
Francisco Lima procurou deixar jogar mas fez vista grossa a algumas
situações puníveis tecnicamente.
3 estrelas!
Campo de Jogos das Fontinhas.
Árbitro: Francisco Lima
Auxiliares: Paulo Santo e Luciano Rocha.
FONTINHAS
Rogério
Terra (cap)
Bruno Rocha
Cordeiro
Hélder
Rúben
Paulo Areias
(Diego, 87 m)
Cebola
Marcos
Cascão
(Filipe, 81 m)
Pires
(Carlos Miguel, 72 m)
Suplentes não utilizados: Bruno Silva, Graxinha e Leandro.
Disciplina: amarelos para Pires (27 m), Marcos (48 m), Cebola (79 m)
e Bruno Rocha (90+3 m).
Treinador: Chalana.
VILANOVENSE
Vítor
Zezinho
Cebola
Márcio
Cruz
Narciso
Capucho
(Branco, 87 m)
Joka
(Filipe, 14 m)
Moreira
(Marinho, 66 m)
Valério
Jardel
Suplentes não utilizados: Telmo, Vicente, Pedro, Tiquilha e Brasil.
Disciplina: amarelos para Joka (13 m), Jardel (26 m), Valério (74 m)
e Capucho (79 m).
Treinador: Carlos Alberto Sousa.
PRIMEIRA – PARTE: 0 – 1.
0-1 por Valério, aos 37 minutos
SEGUNDA-PARTE: 0 –0.
RESULTADO FINAL: 0 – 1.
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TAÇA ILHA TERCEIRA
- 2ª ELIMINATÓRIA
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VILANOVENSE, 0 – PRAIENSE, 1
Meta alcançada...
24/Dezembro/2007
por: JOSÉ ELISEU | DI
Um golo de Meta
colocou o Praiense nas meias-finais da Taça Ilha Terceira, num jogo
em que qualquer um dos contendores podia ter chegado à vitória.
Paralelamente ao interesse do jogo em si havia a novidade da
estreia de Enísio, a mais recente contratação do Praiense. E diga- se
que, principalmente na segunda metade do encontro, o avançado não
defraudou as expectativas. Bem pelo contrário.
O Vilanovense surgiu em campo destemido a procurar jogar um futebol
ofensivo e com um bom naipe de atacantes. Jardel, Moreira e Valério
formavam um tridente de respeito. O problema dos alvi-negros foi a
pouca posse de bola para iniciar envolvimentos no meio-campo
adversário. Isto porque a equipa falhou na pressão ao primeiro
passe. Isto é, os jogadores da casa davam espaço para o Praiense
iniciar a construção do seu jogo e os citadinos aproveitaram para
fazer boa circulação de bola. Além disso, o lado esquerdo da
retaguarda do Praiense parecia frágil mas o Vilanovense insistiu em
nunca explorar esse flanco na primeira-parte.
O Praiense diversificou mais as jogadas e foi uma formação paciente
na escolha do melhor momento para penetrar na área contrária. O golo
de Meta deixou a equipa nas suas quintas, ou seja, a controlar as
operações.
O Vilanovense reagiu bem, conseguiu criar situações de golo mas
falhou na concretizaçã o.
O cúmulo do desperdício aconteceu já na segunda-parte, aos setenta
minutos, quando Jardel completamente só não fez golo.
Com a expulsão de Samuel, o Praiense atacou com menos gente mas
fê-lo com muita qualidade. Para tal contribuiu a boa exibição do
estreante Enísio. Bom controlo de bola, boa definição do tempo de
passe e boa cobertura do esférico. Ele sozinho prendeu a defesa do
Vilanovense. Nesta fase foi importante as acções de Laurindo e
Sabugueiro que foram pêndulos no meio-campo.
O Vilanovense com um futebol mais emocional deu vida ao jogo,
construiu boas oportunidades não correspondidas com a pontaria dos
artilheiros.
ARBITRAGEM
Hélio Pereira adoptou um critério bastante largo e com isso
beneficiou o espectáculo. Não evitou um ou outro erro de análise.
Mas teve um grande mérito: foi coerente.
4 estrelas.
Campo de Jogos da Vila Nova.
Árbitro: Hélio Pereira.
Assistentes: António Garcia e Rui Lopes.
VILANOVENSE
Vítor
Zezinho
Cebola
Márcio (cap.)
Cruz
Narciso
(João Aguiar, 63m)
Capucho
(Joka, 72m)
Azevedo
Moreira
Valério
Jardel
Suplentes não utilizados: Telmo, Branco, Marinho, Pedro, Tiquilha e
Brasil.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Márcio (62m). Cartão vermelho para
Azevedo (90+2m).
PRAIENSE
Ricardo
Lino
Meta
Tiba
Edmilson
Sabugueiro (cap.)
Laurindo
Paulo Miranda
(Rui Oliveira, 77m)
Brito
(Luís Filipe, 62m)
João Melo
(Samuel, 52m)
Enísio
Suplentes não utilizados: Miguel Sousa, Marco e Miranda II.
Treinador: Moisés Pacheco.
Disciplina: cartão amarelo para Tiba (71m). Cartão vermelho para
Samuel (79m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Meta, aos 18m.
SEGUNDA-PARTE: 0-0.
RESULTADO FINAL: 0-1.
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CAMPEONATO DA TERCEIRA
- 7ª JORNADA | VILANOVENSE, 4 – BELÉM, 1
Vitória sem
contestação...
12/Dezembro/2007
por: JOSÉ GARCIA | DIO Vilanovense
revelou-se mais esclarecido ao longo da partida, chegando
rapidamente à vantagem. Embora abnegado, o Desportivo de Belém não
conseguiu resistir.
O embate entre o Vilanovense e o Desportivo de Belém era,
indiscutivelmente, um dos pratos fortes da 7ª jornada do Campeonato
d a
Ilha Terceira, escalão de seniores. A actuar perante o seu público,
o grémio do Ramo Grande entrou decidido a resolver a contenda o mais
depressa possível, com o “cérebro” Azevedo a funcionar em pleno e a
“meter bolas” nas costas da defesa visitante, o que complicou
sobremaneira a vida ao Belém.
Fruto do domínio patenteado, o Vilanovense chegou à vantagem aos 17
minutos, quando Nuno Moreira, com um centro remate na execução de um
livre directo, surpreendeu o guardião forasteiro. Pouco depois,
livre apontado por Azevedo e o inevitável Valério, de cabeça, a
ampliar a marca, dando algum conforto à turma visitada.
Diga-se, porém, que o Desportivo de Belém procurava por todos os
meios lutar contra a corrente ofensiva dos pupilos de Manuel da
Costa (Chalana), sobressaindo, então, o labor de Luís Carrola e
Marco Espínola. Acontece que tamanho esforço não era suficiente para
travar a superioridade contrária. Perto do intervalo, Valério fugiu
a dois defesas e, com um remate certeiro, aumentou o placard.
Em cima do apito para o descanso, Márcio Silveira derrubou Carlos
Rui dentro da área de rigor. Castigo máximo assinalado pelo árbitro
Luciano Rocha e convertido por Luís Carrola, fixando o resultado ao
intervalo: 3-1.
REACÇÃO
O Vilanovense voltou a surgir em grande estilo depois do intervalo,
só que o Belém subiu claramente de rendimento, o que lhe permitiu
equilibrar as operações, não dando tantos espaços ao antagonista.
Ainda assim, Roberto Capucho, com um golo de excelente execução
técnica, arrumou em definitivo com a questão do vencedor.
Pese o “crescimento” dos subordinados de Ricardo Gonçalves, foi
sempre a equipa da casa aquela que esteve mais perto de dilatar os
números. O experiente Jardel teve tudo para facturar e, mais tarde,
Jorge Brasil, numa tentativa de chapéu, assustou Pedro Bettencourt,
só que o esférico ressaltou e passou sobre a barra da baliza.
Levando em linha de conta aquilo que se viu dentro das quatro
linhas, o êxito do Vilanovense não sofre a mínima contestação. Bruno
Narciso, Azevedo e Valério estiveram uns furos acima dos
companheiros. Quanto ao Desportivo de Belém, revelou-se,
essencialmente, abnegado. A melhoria patenteada no período
complementar foi insuficiente para ameaçar a supremacia dos
praienses. Marco Espínola, Carlos Rui e Luís Carrola ergueram a
bandeira do inconformismo.
ARBITRAGEM
Num prélio bem disputado e agradável de seguir, o juiz de campo
Luciano Rocha justifica nota positiva. Registe-se a preocupação
evidenciada em deixar jogar. Os assistentes Paulo Santo e Francisco
Lima não comprometeram. Antes pelo contrário. Quando assim é…
FICHA DO JOGO
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Luciano Rocha.
Assistentes: Paulo Santo (B) e Francisco Lima (P).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Zezinho
Márcio Silveira (cap.)
Marco Meneses
(Bruno Cruz, 33m)
João Aguiar
Bruno Narciso
Roberto Capucho
(Mário Cimbrom, 61m)
Nuno Moreira
(Jorge Brasil, 80m)
Azevedo
Valério
Jardel
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Ruben Branco, Carlos Filipe
e Pedro Luís.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Marco Meneses (15m), Márcio Silveira
(45m), Roberto Capucho (60m) e Zezinho (86m).
BELÉM
Pedro Bettencourt
Daniel Vieira
Carlos Reis
Luís Carrola
Paulo Melo
Marco Espínola
Hélder Ribeiro (cap.)
(Rui Lima, 66m)
Carlos Goulart
(Luís Filipe, 76m)
Nelson Matos
Carlos Rui
Carlos Rocha
(Miguel Macedo, 42m)
Suplentes não utilizados: Diogo Silva e Hélio Piedade.
Treinador: Ricardo Gonçalves.
Disciplina: cartão amarelo para Carlos Rui (65m).
PRIMEIRA-PARTE: 3-1.
1-0 por Nuno Moreira, aos 17m.
2-0 por Valério, aos 20m.
3-0 por Valério, aos 43m.
3-1 por Carrola (g.p.), aos 45m.
SEGUNDA-PARTE: 1-0.
4-1 por Capucho, aos 59m.
RESULTADO FINAL: 4-1.
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REFORÇO DO PLANTEL
Marco Azevedo
reforça alvi-negros...
5/Dezembro/2007
por: Paulo Mendonça
Marco
Azevedo que no inicio desta temporada fazia parte do plantel da equipa
principal do Lusitânia que milita no campeonato da II Divisão B, é o
novo reforço do clube alvi-negro para ajudar na luta pelo titulo.
A Direcção do clube chegou a acordo com Marco Azevedo,
sendo que não deixa de ser uma contratação sonante em virtude de
ainda recentemente ter defendido as cores do Lusitânia. Azevedo
que esta época foi convocado pelo treinador do Lusitânia em 5 encontros,
tendo participado em 2 jogos. Azevedo que é o 23º jogador inscrito pelo
Vilanovense nesta temporada, é um jogador de 29 anos tem um currículo
vasto, que comporta clubes como o Boavista, Barreiro, Leões,
Praiense e Lusitânia.
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 6ª JORNADA | LUSITÂNIA, 0 –
VILANOVENSE, 1
Penalidade
decide nome do vencedor...
4/Dezembro/2007
por: JOSÉ GARCIA | DI
O
resultado do encontro entre Lusitânia e Vilanovense, relativo à 6ª
jornada do Campeonato da Ilha Terceira, foi ditado no primeiro
tempo, na sequência de um lance, aparentemente sem perigo, em que o
assistente Rui Lopes indicou ao árbitro uma falta de Sérgio Gomes
sobre Valério merecedora de castigo máximo.
A situação daí resultante provocou a expulsão do guardião do
Lusitânia e também de José Fernando que, mesmo sentado no banco de
suplentes, acabou por receber ordem para abandonar o recinto de
jogo. Na conversão da respectiva grande-penalidade, Roberto Capucho
não perdoou diante de Tiago Miranda que, entretanto, ocupou o lugar
de guarda-redes no conjunto da rua da Sé.
Refira-se, contudo, que a equipa secundária do Lusitânia até começou
bem, criando e desperdiçando várias oportunidades de golo. Nesta
fase do prélio, Vítor Lopes tornou-se na maior barreira às legítimas
pretensões verde e brancas. Aos 37 minut os,
Filipe Machado recebeu cartão vermelho directo, por entrada perigosa
sobre um adversário, o que poderia ter complicado a vida aos homens
do Ramo Grande.
No reatamento, e com o Vilanovense a vencer pela diferença mínima,
nova troca de guarda-redes no Lusitânia. Cláudio Silva passou para a
baliza com Tiago Miranda a ocupar a sua posição inicial no esquema
táctico da equipa.
Com as duas formações recompostas em termos emocionais, o Lusitânia
ofereceu, então, tenaz resistência ao credenciado opositor, com
Tiago Miranda, verdadeiramente inconformado com o resultado, a
provocar embaraços no extremo reduto contrário.
Todavia, o Vilanovense fez valer a sua reconhecida experiência para
se impor no meio-campo lusitanista, desperdiçando inúmeras situações
para ampliar a vantagem, só que encontrou pela frente um rival que
se revelou muito certinho a defender, sobressaindo o improvisado
guarda-redes Cláudio Silva, que teve o mérito de travar as
investidas alvi-negras.
Em termos gerais, podemos dizer que o Lusitânia procurou surpreender
o Vilanovense logo nos primeiros minutos e, pese a enorme juventude
da equipa, lutou sempre pelo melhor resultado possível, atitude que
se regista com inteiro agrado. Realce individual para Ruben Borges,
Tiago Miranda e Miguel Vaz.
No que concerne ao Vilanovense – que com este triunfo continua na
perseguição ao líder Boavista da Ribeirinha –, nota mais para as
prestações de João Aguiar, Mário Cimbrom e Marco Meneses.
O árbitro Eurico Garcia actuou segundo o regulamento, punindo tudo e
todos conforme os casos e com evidente coerência. No lance que
decide a questão do vencedor, limitou-se a cumprir a indicação do
assistente Rui Lopes, o qual, diga-se em abono da verdade, tem uma
visão periférica da jogada, justificando, como tal, no mínimo, o
benefício da dúvida.
Acresce referir que na edição de amanhã, quarta-feira,
apresentaremos a crónica do desafio Desportivo de Belém – Boavista
da Ribeirinha, o qual terminou com a vitória do grémio axadrezado
por três bolas a uma.
FICHA TÉCNICA
Sintético do João Paulo II.
Árbitro: Eurico Garcia.
Assistentes: Hélio Pereira (B) e Rui Lopes (P).
LUSITÂNIA
Sérgio Gomes
Ruben Borges
Henrique Silva
José Cardoso
(João Mamede, 70m)
Cláudio Silva
André Moules
Dúlio Santos
Miguel Vaz (cap.)
Fábio Pereira
(Jorge Meneses, 31m)
César Augusto
(José Martins, 65m)
Tiago Miranda
Suplentes não utilizados: Roberto Zixaxa, Sérgio Ferreira e José
Fernando.
Treinador: Rui Vaz.
Disciplina: cartão amarelo para Miguel Vaz (26m), André Moules (38m)
e Henrique Silva (42m). Cartão vermelho para Sérgio Gomes (42m) e
José Fernando (42m).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Zezinho
Bruno Narciso
Marco Meneses
João Aguiar
Filipe Machado
Mário Cimbrom
Nuno Moreira
Roberto Capucho
Francisco Jardel
(Jorge Brasil, 74m)
Valério (cap.)
Pedro Luís (90m)
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Carlos Filipe, Vicente Lima
e Marco Brasil.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Mário Cimbrom (20m) e Valério (44m).
Cartão vermelho para Filipe Machado (37m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Capucho (g.p.), aos 42m.
SEGUNDA-PARTE: 0-0.
RESULTADO FINAL: 0-1.
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CAMPEONATO DA TERCEIRA - 5ª JORNADA
| VILANOVENSE,
0 – BOAVISTA, 1
Axadrezados mais
objectivos...
27/Novembro/2007
por: JOSÉ GARCIA | DI
O Vilanovense desperdiçou muitas oportunidades para marcar,
frente a um rival que se revelou sobremaneira esclarecido o
objectivo na procura dos pontos.
O prato forte da 5ª jornada do Campeonato da Terceira passava pela
deslocação do Boavista da Ribeirinha ao reduto do Vilanovense. Num
espectáculo em que o espírito de luta esteve sempre presente, os
locais procuraram desde logo assumir as despesas do encontro,
criando e desperdiçando várias situações para adquirir vantagem no
marcador.
Com a lição devidamente estudada, o Boavista da Ribeirinha tinha
como propósito primeiro defender a preceito e depois, então,
 através
de um futebol organizado, ameaçar a baliza anfitriã, postura que
causou evidentes embaraços aos rapazes de Manuel da Costa (Chalana).
Porém, nos instantes iniciais o Vilanovense esteve a centímetros do
golo, com um remate devolvido pela barra e na sequência de um
pontapé de canto, em que Carlos Filipe obrigou Cristiano Melo a
trabalho aturado. O grémio da Ribeirinha respondeu aos 25 minutos,
quando Rui César rematou para Vítor Luís desviar para a linha de
fundo.
Em suma, assistimos a quarenta e cinco minutos de luta constante,
com um futebol razoável à mistura, o que deixava tudo em aberto para
a etapa complementar, até porque o placard continuava sem funcionar.
No regresso dos balneários, o Vilanovense surgiu mais balanceado nas
acções ofensivas, conquanto o Boavista se revelasse mais equipa. O
emblema da Ribeirinha apresentava um futebol suave e com menos
toques na bola, o que lhe permitia sair com rapidez para o
contra-ataque, complicando, sobremaneira, a vida ao extremo reduto
visitado.
Estavam as coisas neste pé quando, aos 56 minutos, num lance
desnecessário, Carlos Filipe jogou o esférico com a mão na área de
rigor, afastando-o do alcance de Rui César. O próprio Rui César
converteu sem dificuldades de maior a correspondente
grande-penalidade, dando vantagem aos subordinados de João Paulo.
Para cúmulo, passados alguns minutos, o Vilanovense ficaria reduzido
a dez elementos, por expulsão de Bruno Cruz (acumulação de
amarelos), que contestou uma decisão do árbitro Hugo Teixeira. Claro
que esta situação criou dificuldades acrescidas à equipa do Ramo
Grande que procurava por todos os meios restabelecer a igualdade.
Ainda assim, a pressão do Vilanovense tornou-se evidente. Zezinho,
na cobrança de um livre, meteu a bola na área com muito perigo, só
que ninguém conseguiu empurrar a redondinha para o fundo das malhas.
Filipe Machado e Bruno Narciso também ameaçaram o empate, mas sem
resultados práticos.
Todavia, o Boavista exibia-se com convicção e, melhor organizado,
saía da pressão e ameaçava a retaguarda da Vila Nova. A dez minutos
do apito final, Fábio Garcia viu a segunda cartolina amarela,
ficando, neste aspecto, as equipas em igualdade de circunstâncias.
Numa análise global do encontro, podemos dizer que o Vilanovense fez
tudo para sair com outro resultado que não a derrota, mas só se pode
queixar de si próprio, sobretudo pelas ocasiões desperdiçadas.
Destaque para Bruno Narciso, Filipe Machado e Francisco Jardel.
O Boavista teve o mérito de saber controlar o jogo, estendendo-se em
todo o campo, graças a um futebol de processos simples.
Evidenciaram-se Rui Bettencourt, Ruben Soares, Rui César e Libânio
Silva.
Hugo Teixeira e seus assistentes realizaram trabalho merecedor de
nota positiva.
FICHA TÉNICA
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Hugo Teixeira.
Assistentes: Dioclésio Ávila (B) e Artur Teixeira (P).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Zezinho
Bruno Cruz
Bruno Narciso
Carlos Filipe
(Marco Meneses, 65m)
Jorge Brasil
(Valério, 60m)
Nuno Moreira
Roberto Capucho
(Nuno Cordeiro, 68m)
João Aguiar (cap.)
Filipe Machado
Francisco Jardel
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Ruben Branco, Pedro Luís e
Mário Cimbrom.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Bruno Cruz (23 e 61m), Carlos Filipe
(56m), João Aguiar (75m), Nuno Moreira (79m) e Nuno Cordeiro (82m).
Cartão vermelho (acumulação de amarelos) para Bruno Cruz (61m).
BOAVISTA
Cristiano Melo
Celso Silva
José Evangelho
Rui Bettencourt
Fábio Garcia
Paulo Ribeiro
Anthony Fernandes
(Nelson Furtado, 75m)
Bruno Pereira
Ruben Soares
Rui César
(Wilson Ribeiro, 90m)
Libânio Silva
(Fábio Dias, 82m)
Suplentes não utilizados: Luís Filipe, Marco Fernandes, Tiago Sousa
e João Pinheiro.
Treinador: João Paulo.
Disciplina: cartão amarelo para José Evangelho (72m), Bruno Pereira
(77m), Fábio Garcia (78 e 80m) e Ruben Soares (83m). Cartão vermelho
(acumulação de amarelos) para Fábio Garcia (80m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-0.
SEGUNDA-PARTE: 0-1.
0-1 por Rui César (g.p.), aos 56m.
RESULTADO FINAL: 0-1.
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CAMPEONATO DA
TERCEIRA - 4ª JORNADA
| “OS
LEÕES”, 1 – VILANOVENSE, 1
Divisão natural de
pontos...
13/Novembro/2007
por: JOSÉ GARCIA | DI
As duas equipas procuraram a vitória do primeiro ao último
minuto, criando e desperdiçando excelentes oportunidades. Os
guarda-redes estiveram em evidência.
O desafio “Os Leões” – Vilanovense era, de facto, o prato forte
desta jornada do Campeonato da Ilha Terceira. Previa-se um jogo a  gradável,
atendendo a que se encontravam os dois primeiros da classificação, o
que levou muita gente ao campo João Martins, pese as condições
climatéricas inconstantes – ora o sol brilhava, ora surgiam os
sempre incómodos aguaceiros.
A turma da casa – grande revelação da prova – entrou com uma postura
muito certinha a defender, sob o comando de Paulo Pires, enquanto
que Miguel Melo e Lúcio Coelho ditavam leis na intermediária. Nas
laterais surgiam Marco Medeiros e Marco Vieira a fechar as subidas
de João Aguiar e Nuno Moreira que procuravam servir os avançados
Valério e Jardel.
Neste contexto, coube ao Vilanovense abrir o activo, através de Nuno
Moreira, dando continuidade ao futebol mais ofensivo dos
forasteiros. Ainda assim, o conjunto do Porto Judeu reagiu de pronto
à desvantagem e passou a ameaçar com mais insistência o extremo
reduto contrário, conseguindo, no entanto, o guardião Vítor Lopes
colocar “água na fervura” nas aspirações leoninas.
O SC “Os Leões” regressou dos balneários com determinação redobrada,
causando sérios embaraços à defesa da Vila Nova. Deste modo, aos 56
minutos, na cobrança de um livre, Lúcio Coelho restabeleceu a
igualdade, num lance confuso para Vítor Lopes.
Ambas as equipas procuraram, então, chegar aos três pontos, criando
diversas ocasiões para facturar, mas tanto João Castro como Vítor
Lopes estiveram simplesmente insuperáveis.
Em face daquilo que se passou dentro das quatro linhas, a igualdade
afigura-se como um desfecho lógico. Miguel Melo, Lúcio Coelho e
Célio Soares foram os melhores nos locais, ao passo que Mário
Cimbrom, Roberto Capucho e Jardel deram nas vistas nos forasteiros.
O árbitro Francisco Lima teve a preocupação de percorrer o campo
todo, o que resultou numa boa actuação, tanto no capítulo técnico
como disciplinar. Os auxiliares Paulo Santo e Luciano Rocha também
estiveram em plano positivo.
FICHA TÉCNICA
Campo João Martins, no Porto Judeu.
Árbitro: Francisco Lima.
Assistentes: Paulo Santo (P) e Luciano Rocha (B).
“OS LEÕES”
João Castro
José Lúcio
(André Chibante, 83m)
Fábio Aguiar
Paulo Pires
Paulo Henrique
Marco Medeiros
(Fábio Oliveira, 54m)
Miguel Melo
Lúcio Coelho
Marco Vieira
Célio Soares
Marco Spencer
(Dénio Toste, 75m)
Suplentes não utilizados: Paulo Nunes, Sandro Silva, Fábio Evangelho
e Geraldo Melo.
Treinador: Paulo Gomes.
Disciplina: cartão amarelo para Miguel Melo (60m).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Zezinho
(Ruben Branco, 50m)
Márcio Silveira
(Rui Vicente, 68m)
Bruno Narciso
Carlos Filipe
Mário Cimbrom
Nuno Moreira
Roberto Capucho
João Aguiar (cap.)
Valério
(Jorge Brasil, 78m)
Jardel
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Nuno Cordeiro, Marco
Meneses e Pedro Luís.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Zezinho (20m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Nuno Moreira, aos 22m.
SEGUNDA-PARTE: 1-0.
1-1 por Lúcio Coelho, aos 56m.
RESULTADO FINAL. 1-1.
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TAÇA ILHA TERCEIRA
- 1ª ELIMINATÓRIA
| FONTINHAS, 1 – VILANOVENSE,3
Taça sem
surpresas...
01/Novembro/2007
por: Paulo Mendonça/DSP
Primeira eliminatória
da Taça Ilha Terceira envolveu as equipas que jogam nos nacionais e não
se registaram surpresas de maior. Os alvi-negros foram mais forte e
confirmou a qualificação nas Fontinhas.
O Sport Club Vilanovense foi ao terreno do Fontinhas confirmar o seu
teórico favoritismo com uma vitória por 1-3, vingando de certa forma o
empate para o campeonato no ultimo jogo entre ambas as equipas.
Vilanovense, Boavista, Praiense, Os Leões, Lajense e Angrense estão na
segunda eliminatória da Taça Ilha Terceira, com a particularidade do
Boavista ter sido apurado na condição de melhor derrotado e o Angrense ter sido
o clube isento nesta primeira ronda.
Na Ilha Terceira, os clubes que disputam as provas de âmbito nacional
também competem na taça de ilha, mas o Lusitânia optou por apresentar a
equipa B, aquela que está a realizar as provas de âmbito local. Talvez
por isso tenha perdido com os Leões por 2-0 duas semanas depois de ter
perdido por 1-3 para o campeonato.
, enquanto que o Praiense também ganhou fora, mas pela diferença mínima
(0-1) diante do Boavista. O desfecho mais folgado foi alcançado pelo
Lajense que, em casa, goleou o Belém por 4-1.
As seis equipas apuradas vão disputar a segunda eliminatória, sendo que
para as meias-finais passarão os três vencedores e o melhor derrotado,
ou seja, o conjunto que perder pela diferença mais curta de golos.
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CAMPEONATO DA TERCEIRA
- 3ª JORNADA | VILANOVENSE, 1 – FONTINHAS, 1
Vilanovense cede
terreno...
28/Outubro/2007
por: Paulo Mendonça
Ficou aquém das
expectativas o desempenho do Vilanovense no jogo diante da turma das
Fontinhas, decorrido no sintético da Vila Nova.
D epois
de nas primeiras duas jornadas ter somado duas vitórias que pareciam
indiciar a realização de um campeonato tranquilo, dando seguimento
ao que aconteceu no Torneio de Preparação, num desafio que era para
ganhar, mais não fosse por se tratar de um confronto com um dos últimos
classificados, o Vilanovense consentiu uma igualdade a uma bola.
Tudo parecia bem encaminhado para os comandados de Chalana continuarem
na senda dos triunfos, tirando o empate para a primeira jornada do T.
Preparação no dia 16 de Setembro, 2-2 no terreno de Os Leões, o
Vilanovense apenas conhecia o sabor da vitória (seis vitórias
consecutivas). Mas o descalabro sucedeu, e o Vilanovense cedeu dois
preciosos pontos no seu terreno diante da turma vinda das
Fontinhas.
Os
restantes resultados da jornada foram os seguintes Boavista 1 - Os Leões
1 e Lusitânia B 2 - Belém 2.
O
Vilanovense mantêm a liderança da prova em conjunto com Os Leões, ambos
com sete pontos.
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CAMPEONATO DA TERCEIRA
- 2ª JORNADA |BELÉM, 0 – VILANOVENSE, 1
Vitória pela margem
mínima...
21/Outubro/2007
por: Paulo Mendonça
Lutou-se muito numa
partida minimamente interessante, pelo que Vilanovense e Belém
entregaram-se à luta e deixaram o resultado à mercê da sorte que haveria
de bafejar uma das equipas.
For am
90 minutos de luta, aqui e acolá salpicada por pequenos pormenores que
poderiam ter invertido o rumo dos acontecimentos, pois já se sabia que
quem marcasse primeiro dificilmente não sairia derrotado da partida.
O
Vilanovense, com melhores interpretes, foi a equipa que mais fez para
vencer. Nenhuma táctica resistiu ao pontapé para a frente, solução única
para fazer circular a redondinha, pois de pé para pé era missão
impossível, devido á boa ocupação de espaço no terreno, dos atletas
de parte a parte.
No meio de tanta biqueirada surgiram algumas ocasiões de golo, as mais
flagrantes para o Vilanovense que em dois momentos quase festejaram. No
meio de tanta confusão, lá apareceu o golo alvi-negro que ditou os três
pontos para os pupilos de Manuel da Costa (Chalana).
Numa
jornada em que não houve surpresas, os restantes resultados foram os
seguintes Fontinhas 1 - Boavista 2 e Lusitânia B 1 - Os Leões 3.
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CAMPEONATO DA TERCEIRA -
1ª JORNADA | VILANOVENSE, 4 – LUSITÂNIA, 0
Vitória indiscutível
em jogo animado...
17/Outubro/2007
por: JOSÉ GARCIA | DI
A experiência do emblema anfitrião veio ao de cima nos
momentos cruciais de uma partida com lances de fino recorte técnico
e golos para todos os gostos e feitios.
O Vilanovense,
recente vencedor do Torneio de Preparação da AFAH, superou a jovem
equipa do Lusitânia, segunda classificada na referida prova, por
concludentes 4-0, isto num prélio quase sempre bem disputado, em que
ambos os meios-campos tiveram papel preponderante na explanação do
futebol ofensivo dos respectivos contendores.
No conjunto local, o trio Mário Cymbron/Nuno Cordeiro/Moreira não
se
cansou de servir a preceito os homens da frente – Valério, João
Aguiar e Jardel –, enquanto que, no Lusitânia, José Pedro, Fábio
Pereira e João Mamede tentavam emperrar a máquina contrária e depois
assistir na perfeição Tiago Miranda e César Picanço.
Porém, cedo os anfitriões abriram o activo, por intermédio de João
Aguiar, vantagem que seria ampliada perto do intervalo pelo
inevitável Jardel – antigo ponta de lança do Angrense. Ainda assim,
os atacantes leoninos jamais deram tréguas ao extremo reduto
contrário, valendo, na circunstância, as paradas do guardião Vítor
Lopes.
No reatamento, o Vilanovense surgiu demolidor e Jardel, na sequência
de um passe açucarado de Carlos Filipe, sentenciou praticamente o
desafio com o 3-0. Diga-se, contudo, que o Lusitânia nunca atirou a
toalha ao chão, só que a expulsão (acumulação de amarelos) de João
Mamede complicou, sobremaneira, a tarefa aos angrenses.
Ao cair do pano, o recém-entrado Bruno Cruz, em mais um momento de
rara inspiração, fechou a contagem, batendo sem apelo nem agravo o
guarda-redes Sérgio Gomes.
Olhando ao que se passou dentro das quatro linhas ao longo dos 90
minutos, o triunfo dos rapazes de Manuel da Costa (Chalana) não
oferece a mínima contestação, essencialmente pela postura
evidenciada. Sobressaíram Vítor Lopes, Nuno Cordeiro e Jardel. Nota
negativa para a agressão de Bruno Narciso a José Pedro, aos 78
minutos, aquando da marcação de um pontapé de canto.
Em relação aos pupilos de Rui Vaz, que se bateram com enorme denodo,
nota mais para Ruben Maciel, José Pedro e César Picanço.
O trabalho do trio de arbitragem chefiado por Hugo Teixeira esteve
em plano positivo no capítulo técnico. Quanto ao lance que referimos
anteriormente entre Bruno Narciso e José Pedro, é muito natural que
não se tenha apercebido do comportamento incorrecto do atleta da
Vila Nova.
FICHA DO JOGO
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Hugo Teixeira.
Auxiliares: Vítor Ribeiro (B) e Dioclésio Ávila (P).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Zezinho
(Vicente, 89m)
Márcio Silveira
Bruno Narciso
Carlos Filipe
(Bruno Cruz, 82m)
Mário Cimbron
Nuno Cordeiro
Moreira
João Aguiar (cap.)
(Pedro Luís, 61m)
Valério
Jardel
Suplentes não utilizados: Telmo, Marco Meneses e Jorge Brasil.
Disciplina: cartão amarelo para Zezinho (41m) e Carlos Filipe (43m).
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
LUSITÂNIA
Sérgio Gomes
Ruben Maciel
José Cardoso
Jorge Meneses
(Duílio Santos, 46m)
Cláudio Silva
(André Moules, 61m)
Geliano Santos
José Pedro (cap.)
João Mamede
Fábio Pereira
Tiago Miranda
(Rodrigo Silva, 52m)
César Picanço
Suplentes não utilizados: Hermínio Rodrigues e José Luís.
Disciplina: cartão amarelo para João Mamede (26 e 56m), Ruben Maciel
(66m), César Picanço (68m) e Geliano Santos (80m). Cartão vermelho
(acumulação de amarelos) para João Mamede (56m).
Treinador: Rui Vaz.
PRIMEIRA-PARTE: 2-0.
1-0 por João Aguiar, aos 13m.
2-0 por Jardel, aos 38m.
SEGUNDA-PARTE: 2-0.
3-0 por Jardel, aos 51m.
4-0 por Bruno Cruz, aos 88m.
RESULTADO FINAL: 4-0.
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TORNEIO DE PREPARAÇÃO
- 5ª
JORNADA | LUSITÂNIA, 0
– VILANOVENSE, 2
Logicamente...
8/Outubro/2007
por: DANIEL COSTA | DI
A formação da Vila
Nova fez prevalecer a sua maior experiência e maturidade para vencer
a primeira prova da época.
Quis o capricho
do sorteio que na última jornada do Torneio de Preparação da AFAH se
defrontassem os dois primeiros, com ambos a poderem chegar ao
triunfo.
O
Lusitânia foi nesta primeira prova a equipa sensação, mas tal
estatuto não se revelou suficiente para ludibriar e surpreender a
forte e experiente equipa do Vilanovense, que não se deixou levar e
acabou por vencer com justiça o jogo e, consequentemente, o Torneio
de Preparação.
Pode-se dizer que o encontro valeu sobretudo pela primeira-parte,
período em que as duas equipas tiveram hipóteses de marcar, mas
pecaram na finalização, acabando os visitantes por serem mais
felizes ao aproveitarem um brinde da defesa verde para inaugurar o
marcador em cima do intervalo.
No reatamento, nova displicência da defesa lusitanista e Valério,
outro atleta experiente, a aproveitar para elevar o marcador e,
deste modo, manter os verdes distantes de qualquer veleidade.
Vitória natural da experiência, que soube esperar e tirar partido
dos erros do adversário, sobre a irreverência juvenil, que jogou com
alma e que, a continuar assim, promete fazer estragos.
Campo nº2 do Estádio João Paulo II.
Árbitro: Hélio Pereira.
Assistentes: Augusto Vieira e Rui Lopes.
LUSITÂNIA
Sérgio Gomes
Ruben Borges
Hermínio Rodrigues
(Duílio Santos, 55m)
José Costa (cap.)
João Mamede
(Luís Leal, 85m)
Fábio Pereira
Jorge Meneses
(André Moules, 32m)
Tiago Miranda
José Cardoso
Cláudio Silva
(Rodrigo Silva, 59m)
César Picanço
(Geliano Santos, 45m)
Treinador: Rui Vaz.
Suplentes não utilizados: Libânio Melo e José Martins.
Disciplina: cartão amarelo para José Cardoso, André Moules, Geliano
Santos e Ruben Borges, aos 23, 52, 89 e 90 minutos, respectivamente.
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Ruben Branco
Márcio
Valério (cap.)
(Zézinho, 83m)
Nuno Cordeiro
(Pedro Luís, 75m)
Nuno Moreira
João Aguiar
(Vicente, 90+1m)
Carlos Silva
Francisco
Capucho
(Bruno Cruz, 45m)
Mário Cimbron
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Bruno Lopes e Rui Lima.
Disciplina: cartão amarelo para Márcio, Carlos Silva e Bruno Cruz,
aos 45, 77 e 86 minutos, respectivamente.
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Francisco, aos 43m.
SEGUNDA-PARTE: 0-1.
0-2 por Valério, aos 50m.
RESULTADO FINAL: 0-2.
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ÉPOCA
2007/2008 (Texto:
Paulo Mendonça / Foto: Paulo Mendonça) |
(25/08/2007)
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Com
10 caras novas, o Vilanovense deu início à preparação da nova temporada.
A equipa alvi-negra tem como principal objectivo fazer melhor do que na
época transacta, isto é, terminar o campeonato no primeiro lugar da
tabela classificativa, mas desta feita sem ser em igualdade pontual.
Jardel e João Aguiar (ambos ex-Angrense), Moreira (ex-Lusitánia),
Narciso, Jorge Brasil e Branco (ambos ex-Praiense), Capucho (ex-Lajense),
Marco Brasil e Cordeiro (ex-Fontinhas) e Marinho (ex-futsal) são os
novos rostos do plantel da equipa do Ramo Grande.
Do plantel da temporada transacta mantiveram-se 12 atletas – os
guarda-redes Vítor e Telmo; os defesas Cruz, Márcio, Tequila, Cebola e
Bruno Pinheiro; os médios Rui Vicente, Pedro e Zezinho; e os avançados
Filipe Machado e Valério.
São 22 os atletas que neste momento Chalana possui à sua disposição para
fazer face à época 2007/2008 que se inicia em Setembro.
Adelino Pinheiro, presidente da direcção do clube, está muito satisfeito
com o plantel, realçando que encara a nova temporada "com realismo e sem
entrar em loucuras".
Quanto aos objectivos, Adelino Pinheiro é exigente e garante que
"queremos conquistar todas as provas no âmbito da ilha Terceira, mas
também desejamos alcançar o acesso à Série Açores”. Sabendo de antemão
que irá ser uma tarefa árdua para os pupilos de Chalana, o presidente da
turma da Vila Nova, que coloca a fasquia alta, afirma que “sem querer
criar qualquer tipo de pressão nos atletas, tenho grande confiança em
todos os 22 atletas que compõem o plantel do Vilanovense para a obtenção
de muitos títulos na temporada 2007/2008”.
Quanto à aposta na manutenção da equipa técnica liderada por Chalana, e
que será coadjuvado por Faria que esta temporada arruma as chuteiras em
definitivo, Pinheiro não tem dúvidas em afirmar que “é o treinador certo
para levar o barco a bom porto, em virtude da mais-valia que trouxe ao
clube na segunda metade da época transacta”.
Manuel da Costa (Chalana) mostrou-se satisfeito com o plantel que a
direcção do Vilanovense colocou à sua disposição, mas foi mais moderado
do que o presidente do clube, prometendo apenas “trabalho, bom trabalho
para que o clube possa tirar partido da mais-valia de possuir um dos
melhores plantéis dos últimos tempos”.
Francisco Fagundes, vulgo Jardel, atleta de 27 anos que na época passada
foi um dos artilheiros do Angrense na Série Açores, afirmou que este
regresso às origens não foi um passo atrás na sua carreira desportiva,
mas sim “um acreditar no projecto da direcção do clube do coração”.
Já Valério que na temporada passada pela primeira vez vestiu a camisola
do clube alvi-negro, onde foi autor de 36 golos durante toda a época, e
apesar da cobiça de alguns clubes de maior renome, realça que “o apoio e
a seriedade directiva, a massa associativa, as instalações, e o espírito
vivido no balneário da Vila Nova foram fundamentais para a minha
continuidade neste projecto”.
Ver Fotos do
PLANTEL»»» |
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Vilanovense comemora 54 anos
(Texto:
Paulo Mendonça / Foto: Paulo Mendonça) |
(25/08/2007)
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As
comemorações do 54º aniversário do Sport Clube Vilanovense decorreram no
passado dia 15 de Agosto, na Vila Nova.
Os festejos iniciaram-se pelas 15 horas, com uma partida de futebol
entre as equipas de seniores e veteranos do Vilanovense. Apesar da
equipa de Manuel da Costa (Chalana) ter jogado a um ritmo baixo devido
ao adversário, deu para perceber que alguns dos novos reforços serão
mais-valias para o plantel.
Na equipa de veteranos, apesar de algumas ausências, pontificaram nomes
como os de José Carlos, Pimentel, Manuel Dias, Paulo Henrique, Paulo
Jorge, Pinheiro, Faria, Emanuel Vaz, Jorge Nogueira, entre outros nomes
sonantes das décadas de 80/90 do futebol alvi-negro. Deram uma excelente
réplica e demonstraram que, apesar da idade, quem sabe nunca esquece. De
salutar que a equipa de veteranos do Vilanovense foi orientada por
Álvaro Mendonça, técnico cujo currículo dispensa quaisquer tipo de
apresentações. O resultado foi o menos importante nesta data festiva.
Seguiu-se uma missa na sede do Vilanovense por alma dos antigos atletas,
sócios e simpatizantes já falecidos, missa que foi brilhantemente
presidida pelo Padre Emanuel Vaz que, inclusive, também chegou a
representar as cores da equipa sénior do Vilanovense no início da década
de 90, tendo sido ele um dos esteios do centro da defesa vilanovense da
época.
No jantar que serviu para galardoar os 54 anos de vida do clube, a
direcção apresentou o plantel que irá defender as cores do clube. |
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Órgãos Sociais para 2007/2008
(Texto:
Paulo Mendonça / Foto: Paulo Mendonça) |
(25/08/2007)
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O
elenco directivo do Sport Clube Vilanovense para a época 2007/2008 será
constituído da seguinte forma:
Assembleia-Geral: Presidente – Pires Luís, Vice-Presidente – Rui
Nogueira, Secretário – Abel Nogueira. Conselho Fiscal: Pedro Vaz,
Jeremias Lameiro e Humberto Dinis.
Direcção: Presidente – Adelino Pinheiro, Vice-Presidente – Fernando Brás
Pinheiro, Secretário – Rui Lima, Tesoureiro – Lúcido Ávila, Vogais –
Francisco Pinheiro, Luís Dias, Francisco Fagundes, Isidro Monteiro, José
Pimentel, Pedro Jorge, Marco Aurélio, Jorge Laureano, Fernando Marques e
Rogério Gaspar. José Vaz exerce as funções de Chefe do Departamento de
Futebol, coadjuvado por Emanuel Coelho, Márcio Rocha e Rui Meneses.
Ver Fotos dos ÓRGÃOS
SOCIAIS »»» |
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| Vilanovense
comemora 54 anos a 15 de Agosto (Texto:
Paulo Mendonça / Foto: DSP) |
(30/07/2007)
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|
O
Sport Clube Vilanovense comemora o seu 54º aniversário no dia 15 de
Agosto de 2007. Para a data festiva já está agendada uma grande
festa que contará com uma missa, vários jogos de futebol, desde os
escalões de formação, passando pelos Seniores, até aos Veteranos do Vilanovense, e que terminará com a realização de um jantar na sua sede.
A apresentação do plantel Sénior para a época 2007/2008 também está
agendada para esta data, estando previsto o inicio aos treinos para o
dia 13 Agosto. O dia 15 de Agosto promete ser um dia em grande na
freguesia da Vila Nova. Não falte a esta grande festa para todos os
sócios e simpatizantes do clube alvi-negro. |
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| Capucho
regressa ao Vilanovense (Texto:
Paulo Mendonça / Foto: DSP) |
(30/07/2007)
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Após
três épocas consecutivas como patrão do meio campo do Juventude Lajense,
Roberto Capucho, regressa ao Vilanovense, clube no qual se iniciou para
a prática da modalidade. Capucho com 29 anos de idade torna-se no sexto
reforço já assegurado pelo Vilanovense para a época 2007/2008.
Por sua
vez o Jogador Lino Toste (ex-Boavista da Ribeirinha) que anteriormente
se tinha sido dado como certo no Vilanovense, afinal não vai
representar as cores alvi-egras, mas sim o Praiense. |
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| Reforços
para 2007/2008 (Texto: Diário
Insular / Foto: Site do Angrense ) |
(28/06/2007) |
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Regressar à série Açores é o objectivo
definido pelos alvi-negros para a próxima temporada. A base do plantel
transita da ultima época.
O
Vilanovense tem praticamente definido o grupo de trabalho para a
campanha 2007/2008. O objectivo primordial passa pela conquista do
título de campeão da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo (AFAH) e
o consequente retorno à série Açores.
Para o efeito, o grémio alvi-negro mantém Manuel da Costa (Chalana) como
responsável técnico, enquanto que Francisco (Jardel), proveniente do
Angrense, é o reforço mais sonante.
Assim,
Vítor Luís, Telmo, Márcio Silveira, Bruno Cruz, Tequila, Cebola,
Vicente, Valério, Filipe Machado, Zezinho, Pedro Luís, Bruno Pinheiro,
Carlos Reis e Berto Mendonça renovaram o vínculo contratual com o clube.
Francisco (Jardel), João Aguiar (os dois oriundos do Angrense), Lino
Toste (ex-Boavista), Nuno Moreira (ex-Lusitânia), Jorge Brasil e Bruno
Narciso (ambos provenientes do Praiense) são, para já, os reforços
confirmados.
Manuel da Costa (Chalana) terá como adjunto Francisco Faria. O “eterno”
Álvaro Coelho é o massagista. José Vaz assume o estatuto de chefe do
departamento de futebol, ao passo que Adelino Pinheiro continua a
desempenhar as funções de presidente da Direcção.
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Noticias referentes a
2006/2007: |
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| Deu para
acreditar... (Texto:
Diário Insular / Foto: Diário Insular ) |
(29/03/2007) |
O
golo de Cristiano logo no início do encontro e a notícia de que o
Lajense estava a perder na Terra-Chã deram ânimo redobrado à claque do
Vilanovense que se deslocou ao Porto Judeu. A equipa de Manuel da Costa
desde cedo que procurou fazer a sua obrigação – somar os três pontos –
e, depois, ficar à espera do que acontecia na deslocação do líder ao
reduto do Desportivo de Belém.
Convenhamos que o Vilanovense entrou, de facto, muito forte na partida,
criando e desperdiçando várias ocasiões para ampliar a contagem, o que
só sucedeu à passagem do 25.º minuto, através de Filipe. O sonho
alvi-rubro ganhava asas, até porque o Juventude Lajense continuava em
desvantagem na Terra-Chã quando as equipas desceram aos balneários.
Atendendo a que a sua parte da tarefa estava praticamente concluída, o
grémio visitante surgiu menos afoito no período complementar, embora sem
perder o controlo das operações. Aliás, o golo de Carlos serviu para
reforçar a tranquilidade dos homens do Ramo Grande. Só que, entretanto,
o Juventude Lajense dava a volta ao texto e, consequentemente, o sonho
do título ficava mais longe.
Mantendo o espírito abnegado a que nos habituou ao longo dos anos, o
Barreiro não entregava os pontos de mão beijada e, sempre que podia,
aproximava-se da grande área adversária, p ese
a evidente diferença de qualidade entre ambas as equipas.
No entanto, as saídas forçadas de Márcio e Victor criaram alguma
instabilidade no extremo reduto do Vilanovense, algo que os rapazes de
Hildeberto Vieira aproveitaram para reduzir para 2-3, graças à pontaria
de Canário e Marinho. Os forasteiros tremeram, mas a réple conta aquilo
que se passou dentro das quatro linhas, o êxito do Vilanovense é
inteiramente merecido, conquanto a forma digna como o Barreiro se bateu
mereça uma palavra de reconhecimento.
Quanto ao trio de arbitragem, liderado pelo experiente Francisco Lima,
não encontrou dificuldades de maior para levar o barco a porto seguro.
Ficha técnica
Árbitro: Francisco Lima.
Auxiliares: Luciano Rocha e Paulo Santo.
Barreiro: Délcio; Marco, Meneses, Sandro e Paulo Maciel (Daniel, 72);
Miguel (Nelson, 64), Carlinhos, Canário e Cascão; Edgar e Macedo
(Marinho, 55).
Treinador: Hildeberto Vieira.
Vilanovense: Victor (Telmo, 77); Fábio, Cruz, Márcio (Faria, 67) e
Tequilha; Vicente, Cristiano, Carlos e Filipe (Pedro, 72); Valério e
Laranjeira.
Treinador: Manuel da Costa.
Ao intervalo: 0-2.
Marcadores: Cristiano (14), Filipe (25), Carlos (55), Canário (80) e
Marinho (85).
Disciplina: cartão amarelo para Tequilha (64), Cruz (75), Valério (90) e
Nelson (90).
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| Vilanovense
até ao “lavar dos cestos”
(Texto:
Diário Insular / Foto: Diário Insular ) |
(12/03/2007) |
 O
primeiro destaque vai para o público que encheu o campo e para a
civilidade que imperou durante todo o encontro.
Este bem podia ser o jogo do título se o Lajense vencesse. Mas não
foi.
Lajense melhor
E a razão principal está na fidelidade do Vilanovense a uma
estratégia e na eficácia que a equipa apresentou.
Até foi o Lajense a entrar melhor na partida e a conseguir dominar
até ao intervalo. A formação das Lajes foi, neste período, compacta,
mais dona da bola e mais perigosa. A chamada pressão alta foi bem
efectuada, principalmente por Capucho e Daniel, levando a que o
conjunto de Nuno Janeiro ganhasse a maioria das segundas bolas e
cortasse quase sempre o primeiro passe do Vilanovense.
A turma da casa era mais expectante e tentava aproveitar os espaços
para transições rápidas. Carlos Reis e Vicente foram submetidos a
trabalho intenso a cabia a Cristiano ligar o sector intermediário ao
avançado.
O Lajense começou a dominar pelas faixas, onde as subidas tanto de
Maciel como de Pucthy ajudavam a criar superioridade numérica e a
levar as decisões das jogadas para o meio campo contrário.
E só a boa exibição de Victor e a inadaptação que Fábio Almeida
mostrou para o lugar de ponta-de-lança, impediram que o Lajense
fosse para as cabinas a vencer.
Valério decide
Os pupilos de Chalana reentraram muito mais pressionantes e mais
adiantados. Notou-se desde cedo a intenção do Vilanovense esticar o
jogo com passes diagonais para as costas dos laterais adversários.
Num desses movimentos, Sampoio serviu Valério que com calma e classe
fez o tento dos três pontos.
O Lajense reagiu mas padecia da falta de virtuosismo na frente
atacante depois da saída do lesionado David. Não havia muita
dificuldade em chegar à área contrária mas sim em encontrar espaços
para o último remate.
O Vilanovense recuou bastante, é certo, mas manteve sempre enorme
coesão e explorou bem os seus recursos físicos.
Arbitragem
Hélio Pereira apresentou boa postura, conduziu o jogo com segurança
e teve-o sempre controlado. Usou um critério largo em benefício do
espectáculo.
Anotámos somente dois erros: na primeira parte, não viu uma mão na
bola de Fábio Almeida, na grande-área do Vilanovense e na segunda
considerou pé em riste de Zezinho em lance normal.
4 estrelas!
Campo de jogos da Vila Nova
Árbitro: Hélio Pereira
Assistentes: Augusto Vieira e João Gil.
VILANOVENSE
Victor
Sampaio
Cruz
(Faria, 90+5 m)
Márcio
Tequila
Vicente (cap)
Cristiano
(Laranjeira, 78 m)
Carlos Reis
Filipe
(Pedro Luís, 88 m)
Valério
Zezinho
Suplentes não utilizados
Telmo
João Vítor
Fábio
Filipe Pinheiro
Disciplina: amarelos para Tequila (12 m), Vicente (12 m), Cruz (57
m), Sampaio (82 m), Victor (84 m), Faria (90+1 m), Márcio (90+5 m) e
Valério (90+8 m).
Treinador: Chalana
LAJENSE
Ricardo
Maciel
Nuno Silva
Ponta Garça
Putchy
Sérgio
(Leandro, 62 m)
Capucho
Paulo Henrique
David
(Nuno Aguiar, 38 m)
Daniel (cap)
Fábio Almeida
(Marcos, 75 m)
Suplentes não utilizados
Rogério
Gil
Márcio
André
Disciplina: amarelos para Sérgio (34 m), Nuno Silva (57 m), Putchy
(57 m), Daniel (66 m), Capucho (83 m) e Leandro (90+8 m).
Treinador: Nuno Janeiro
Resultado ao intervalo: 0-0
Na 2ª Parte: 1-0:
1-0 por Valério, aos 51 minutos
Resultado Final: 1-0
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| Decisão do
título no Ramo Grande
(Texto:
Diário Insular / Fotos: Diário Insular ) |
(10/03/2007) |
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Vilanovense
e Lajense podem decidir amanhã a questão do ceptro de campeão da Ilha
Terceira.A antepenúltima jornada do Campeonato da Ilha Terceira,
agendada para amanhã à tarde (15:00), tem o epicentro no campo da Vila
Nova. O Lajense, em caso de vitória, garante desde logo almejado tri,
enquanto que um êxito do Vilanovense mantém tudo em aberto até ao fim.
Na eventualidade de se registar um empate, a vantagem continuará a ser
do Lajense, pois ganhou os dois encontros anteriores ao rival (2-1 e
5-1) e ainda fica com duas partidas em falta (Barreiro em casa e Belém
fora), enquanto que o Vilanovense descansa na ronda seguinte, ou seja,
apenas lhe restará um jogo (Barreiro fora).
Relembre-se que as equipas estão igualadas no topo da classificação, com
35 pontos, embora os pupilos de Manuel da Costa (Chalana) tenham um
prélio a mais (16 contra 15). Em suma, emoções à solta no Ramo Grande.
Os desafios Barreiro – Fontinhas e Belém – Boavista completam o
ramalhete.
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| FONTINHAS,
1 – VILANOVENSE, 2 Emotivo ...
(Texto: Diário Insular / Fotos: Victor
Mendonça ) |
(04/03/2007) |
Muito público deslocou-se às Fontinhas para presenciar o jogo grande
da 18ª jornada do Campeonato da Terceira, entre o GD Fontinhas e o
Vilanovense. A equipa da casa vinha de uma série de bons resultados,
enquanto que a turma da Vila Nova, segunda classificada, pretendia
aproveitar a folga do Lajense para igualar os amarelos no comando da
tabela.
 Desde
início que os intervenientes se entregaram à luta de corpo de alma,
o que possibilitou um espectáculo deveras agradável, tanto em termos
técnicos como tácticos. O GD Fontinhas defendia bem e partia rápido
para o contra-ataque, sobretudo recorrendo a Libânio Silva, enquanto
que o Vilanovense se revelava muito certo na defesa e apostava num
ataque alargado, com Filipe e Valério apoiados por Zezinho.
Quando o encontro se encaminhava para o intervalo, aos 44 minutos,
Cristiano inaugurou o marcador para os visitantes, após insistência
de Valério, naquele que foi o único erro da retaguarda anfitriã.
A reentrada não podia ter sido melhor para o Vilanovense e pior para
os locais, quando Valério foi derrubado por Patrick. O árbitro Nuno
Fonseca não hesitou em apontar a marca de grande-penalidade, só que
Valério possibilitou excelente parada ao guardião visitado. Afinal,
tudo continuava na mesma no que concerne ao marcador.
Tal como tinha sucedido ao longo da primeira-parte, a luta continuou
a ser uma constante no período complementar, com o conjunto da casa
a procurar por todos os meios dar a volta ao resultado e o
vice-líder do campeonato a desperdiçar algumas óptimas situações
para concretizar.
Neste contexto, o Vilanovense chegou mesmo ao 0-2, por intermédio do
inevitável Valério, que superou Oldemiro e Marco Brasil antes de
bater o guardião Patrick.
Ainda assim, os pupilos de Fernando Ferreira não esmoreceram e
continuaram em busca do golo. Depois de André Marcelino ter obrigado
Vítor Lopes a excelente defesa, a equipa da casa ficou reduzida a
dez elementos, por expulsão de Ruben Vaz.
Nada, porém, que abalasse a determinação do GD Fontinhas que,
aproveitando um desentendimento no sector recuado do Vilanovense,
reduziu para a diferença mínima, graças à eficiência do capitão
Carlos Silva.
Moralizada pelo golo, a formação das Fontinhas poderia ter chegado
ao empate, aos 84 minutos, num livre apontado por Paulo Areias que
permitiu mais uma intervenção oportuna a Vítor Lopes.
Diga-se, em abono da verdade, que o GD Fontinhas fez tudo para não
sair derrotado deste embate, embora a vitória acabe por premiar o
futebol mais evoluído dos rapazes de Manuel da Costa (Chalana).
Paulo Areias, André Marcelino e Nuno Cordeiro sobressaíram nos
vencidos, ao passo que Faria, Valério e Filipe Machado deram nas
vistas nos alvi-negros.
O árbitro Nuno Fonseca acompanhou os lances de perto e esteve bem na
marcação da grande-penalidade que Valério desperdiçou. No capítulo
disciplinar também não comprometeu. Destaque ainda para a prestação
bastante positiva dos auxiliares, Artur Teixeira e António Garcia.
FICHA DO JOGO
Sintético das Fontinhas.
Árbitro: Nuno Fonseca.
Auxiliares: Artur Teixeira (B) e António Garcia (P).
FONTINHAS
Patrick Mendes
Hélder Ferreira
Oldemiro Monteiro
Rui Tomé
Marco Brasil
Carlos Silva (cap.)
(Leandro Almeida, 81m)
Paulo Areias
Ruben Vaz
Nuno Cordeiro
André Marcelino
Libânio Silva
(Dúnio, 87m)
Suplentes não utilizados: Bruno Silva, Artur Miguel, Libório, Paulo
Silva e Filipe Luís.
Treinador: Fernando Ferreira.
Disciplina: cartão amarelo para Hélder Ferreira (22m), Ruben Vaz (40
e 76m), Patrick Mendes (46m) e Nuno Cordeiro (67m). Cartão vermelho
(acumulação de amarelos) para Ruben Vaz (76m).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
João Sampaio
Faria
Márcio Silveira
Carlos Filipe
(Bruno Cruz, 65m)
Vicente (cap.)
Cristiano
(João Vítor, 90m)
Carlos Reis
Filipe Machado
Valério
Zezinho
(Pedro Luís, 89m)
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Pedro Luís, Fábio Aguiar,
Filipe Pinheiro e Bruno Pinheiro.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Márcio Silveira (14m), Zezinho
(38m), Carlos Filipe (40m) e Faria (61m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-1.
0-1 por Cristiano, aos 44m.
SEGUNDA-PARTE: 1-1.
0-2 por Valério, aos 73m.
1-2 por Carlos Silva, aos 77m.
RESULTADO FINAL: 1-2.
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Site do Vilanovense comemora três anos no
dia 26 Fevereiro 2007
(Texto: Paulo Mendonça ) |
(26/02/2007) |
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Hoje, dia 26 de Fevereiro de 2007, o Site da
Internet do Sport Club Vilanovense comemora 3 anos de vida.
O site do Vilanovense é um projecto a custo zero
para o clube. Ou seja, desde a concepção (Paulo Mendonça), alojamento
(Servidores da SAPO), actualização (Paulo Mendonça) e Colaboração com
textos e fotos (Victor Mendonça, José Carlos Cabral, Bruno do Ó, Filipe
Machado), tudo é conseguido graças há boa vontade de todos, porque
ninguém aufere um único cêntimo. Pois devido a este facto, solicitamos a
compreensão dos nossos visitantes para algumas demoras de actualização,
ou outros aspectos que possam estar mal.
O Vilanovense tem um site na Internet há três anos, "quase" sempre
actualizado com noticias recentes. Esta versão on-line é concebida por
Paulo Mendonça, um ex-atleta das camadas jovens do Vilanovense, que
apesar de estar radicado no Continente há seis anos, não deixa de ajudar
o clube onde cresceu. Este site surgiu de um projecto escolar, em que
posteriormente apresentado há direcção na altura, liderada por Paulo
Sabino, teve pernas para andar.
Nos dias de hoje e volvidos três anos, e apesar da distância entre o
mentor do projecto e a localização do clube, mas contando com a
colaboração de informações cedidas pelos colaboradores do site, pela
direcção do clube liderada por Adelino Pinheiro, e informações de vários
sites desportivos açorianos, inclusive o do Diário Insular, a
página do clube terceirense permite a consulta de muita informação
relacionada com a equipa, historial, campeonato, camadas jovens e muitos
outros aspectos.
Trata-se de um site com webdesign atractivo, com a informação
disponibilizada de uma forma simples e que permite que o nome do
Vilanovense ultrapasse fronteiras através das novas tecnologias. Para
toda a equipa do site do Vilanovense é muito gratificante ver no nosso
livro de visitas, mensagens de pessoas que nasceram na Vila Nova, e hoje
estão radicados nos USA e Canadá.
Para além do emblema da Vila Nova, apenas o Lusitânia e o Angrense
também possuem sites, isto no que se refere às equipas de futebol sénior
da ilha Terceira.
Para o
futuro deseja-se que apareçam novos colaboradores para o site, pois sem
a ajuda de todos os que gostam do Vilanovense, é mais difícil continuar
a gerir este bonito projecto. Quem quiser participar neste projecto pode
faze-lo através do e-mail :
scvilanovense@mail.pt
, remetendo fotos
antigas/actuais, informações ou tudo aquilo que achar interessante. |
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| Vilanovense
afasta o Boavista da luta pelo titulo.
(Texto: Paulo Mendonça / Montagem: Paulo Mendonça) |
(25/02/2007) |
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Quem
de três tira um ...Com o desaire
na Vila Nova (1-2), o Boavista ficou afastado da discussão do ceptro de
campeão da Terceira. Lajense ( venceu 1-0 às Fontinhas) e Vilanovense
são, agora, os únicos candidatos. Ambas as equipas estão afastadas na
classificação por apenas três pontos, mas ainda faltam jogar entre si. O
Lajense encontra-se em vantagem, mas ainda tem de jogar na vila Nova,
mas também possui um calendário mais difícil. O
Vilanovense tem um calendário menos
complicado, mas está atrás do Lajense na tabela classificativa, mas até
ao lavar dos cestos é vindima.
Calendário do Vilanovense: Fontinhas
(fora), Lajense (casa), folga, e Barreiro (fora).
Calendário do Lajense: Folga,
Vilanovense (fora), Barreiro (casa), Belém (fora) |
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| Vilanovense
2 - Boavista 1.
(Texto: Diário Insular / Fotos: Diário Insular ) |
(25/02/2007) |
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O cariz da partida reflectiu a necessidade mútua de vencer. Qualquer
um dos contendores sabia que em caso de derrota era praticamente a
hipoteca das hipóteses de chegar ao título.
Bola cá, bola lá
O Boavista entrou forte com três avançados permanentes que prendiam
toda a linha recuada do Vilanovense. Nos primeiros minutos, foi a
barra da baliza de Vítor a impedir que os boavisteiros se
adiantassem no marcador. A formação de Joe Fernandes apostava
sobretudo em transições rápidas para o ataque, aproveitando a
velocidade dos dianteiros.
Chalana, por seu turno, apresentou uma equipa versátil. Na posse de
bola Pedro juntava-se a Valério e Filipe, dando largura ao jogo,
enquanto em situação defensiva formavam-se dois blocos ligados por
Vicente.
Ambas as formações evidenciavam debilidades. O Vilanovense nas
laterais, o que obrigava os médios a reforçarem com frequência as
faixas, e o Boavista ao nível da ligação entre sectores derivado dos
jogadores actuarem muito longe uns dos outros.
Zezinho foi o trunfo.
Apesar do Vilanovense ter terminado melhor a primeira parte, foi o
Boavista quem reentrou mais perigoso. Com melhor troca de bola e com
basculações mais equilibradas, os axadrezados encostaram o
adversário junto da sua área. Zule e Tony eram autênticos
quebra-cabeças para os laterais da Vila Nova. Foram, aliás, estes
dois jogadores que construíram o tento do Boavista. Tony bateu um
livre e Zule respondeu com um belo golpe de cabeça.
As dificuldades que Sampaio sentia com Zule, levaram a que o técnico
da casa trocasse-o por Zezinho. Tony trocou de flanco e ficou
incumbido de vigiar o recém-entrado. Como Zezinho tem mais vocação
atacante, arrastou o extremo contrário para terrenos mais recuados,
desafogando o último reduto vilanovense. E foi numa das suas muitas
descidas que Zezinho apanhou o esférico a jeito e apontou um golo
extraordinário, de força e colocação.
A partir daqui a defesa do Boavista tremeu, distraiu-se nas
marcações e Cristiano aproveitou para fazer o golo da vitória.
Arbitragem
Num encontro difícil de arbitrar, Luciano Rocha esteve na
generalidade bem.
Pareceu-nos somente que os amarelos a Valério e Rui foram
exagerados.
4 estrelas!
Campo de jogos da Vila Nova
Árbitro: Luciano Rocha
Assistentes: Paulo Costa e Francisco Lima.
Vilanovense:
Vítor
Sampaio (Zezinho, 61 m)
Faria
Márcio
Tequila
Vicente (cap)
Cristiano
Carlos Reis
Filipe
Valério (Cruz, 90 m)
Pedro (João Vítor, 90+4 m)
Suplentes não utilizados:
Telmo
Fábio
Cebola
Laranjeira
Disciplina: amarelos para Valério (62 m), Cristiano (83 m), Carlos
Reis (85 m), Faria (87 m) e Vicente (90+1 m).
Treinador: Chalana
Boavista:
Luís
Lino (cap)
Manduca
Zezinho
Paulo Ribeiro
Rui
Tony
Pereira (Bacalhau, 79 m)
Fábio
Ruben (Pedro Brites, 73 m)
Zule
Suplentes não utilizados:
Paulo Alves
Lúcio
Desidério
Ruben
Disciplina: amarelos para Manduca (61 m), Paulo Ribeiro (65 m),
Ruben (74 m), Fábio (87 m) e Rui (90+6 m).
Treinador: Joe Fernandes.
Resultado ao intervalo:m 0-0
Na 2ª parte: 2-1:
0-1 por Zule, aos 55 minutos
1-1 por Zezinho, aos 75 minutos
2-1 por Cristiano, aos 83 minutos
Resultado final: 2-1.
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| Vilanovense
sobe para o 2º lugar
(Texto: Paulo Mendonça / Fotos: DSP) |
(18/02/2007) |
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Vilanovense
e Leões encontraram-se domingo, no Porto Judeu, em desafio
correspondente à 16ª jornada do Campeonato da Ilha Terceira, escalão de
seniores. O Vilanovense com a goleada por 4-0, e em virtude da derrota
do Boavista da Ribeirinha perante o seu público, diante o líder Juv.
Lajense, por 0-1, os alvi-negros subiram ao segundo posto da
classificação. Com
esta vitória folgada a equipa de Chalana ficou numa posição mais
privilegiada do que Boavista da Ribeirinha para discutir o titulo
perante o Juvente Lajense. No próximo domingo a turma da Vila Nova
recebe a equipa oriunda da Ribeirinha, naquela que será primeira das
quatro finais que o Vilanovense ainda tem de disputar até ao terminar da
época. O líder Juv. Lajense recebe a equipa das Fontinhas que após
a mudança de treinador (Venâncio cedeu o lugar a Ferreira), tem vindo
numa boa senda de resultados positivos e quem sabe se não será capaz de
fazer um brilharete na Vila das Lajes. |
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| Vilanovense
fica a três pontos do lider.
(Texto: Paulo Mendonça / Fotos: Victor Mendonça) |
(12/02/2007) |
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Vilanovense
e Belém encontraram-se domingo, na Vila Nova, em desafio correspondente
à 15ª jornada do Campeonato da Ilha Terceira, escalão de seniores. O
Vilanovense com a vitória por 3-2, em virtude da derrota do Boavista da
Ribeirinha nas Fontinhas, os alvi-negros ficaram a 3 pontos do novo
líder, o Juventude Lajense. |
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| Vilanovense
vence Barreiro. (Texto: Diário Insular / Fotos:
Paulo
Mendonça) |
(07/02/2007) |

Vilanovense e Barreiro encontraram-se domingo, na Vila Nova, em
desafio correspondente à 14ª jornada do Campeonato da Ilha Terceira,
escalão de seniores.
No primeiro tempo, o futebol praticado pelo Vilanovense a toda a
largura do terreno deu origem a várias opções tácticas e obrigou o
Barreiro, com uma equipa muito jovem, a percorrer as diversas zonas
do campo e a partir para o contra-ataque, incomodando, aqui e ali, a
defesa local.
O emblema anfitrião, sempre a assumir o controlo das operações,
tinha em Valério e Filipe Machado os homens mais adiantados no
terreno, os quais baralhavam a defesa visitante, que contava com o
apoio dos médios, criando, assim, uma zona bastante povoada.
Perto da meia-hora, numa jogada individual, Valério fugiu a vários
adversários e rematou sem hipóteses de defe  sa
para Délcio Azevedo, abrindo deste modo o activo. Após o golo, o
Vilanovense continuou a desperdiçar ocasiões para ampliar a
contagem. Valério, aos 37 minutos, e Cristiano, pouco depois, quase
voltavam a colocar em festa as bancadas do sintético da Vila Nova.
Todavia, pese a evidente mais-valia dos visitados, o Barreiro lutava
com todas as suas forças, dando trabalho ao meio campo contrário, o
que dignificava o espectáculo.
EMOTIVO
Após o intervalo, a turma do Porto Judeu alterou o xadrez com a
entrada de José Lúcio, enquanto que o conjunto do Ramo Grande
mantinha o mesmo onze, numa prova de clara confiança do treinador
Manuel da Costa.
Logo aos 47 minutos, Edgar Meneses, na cobrança de um livre,
assustou o guardião Vítor Lopes, deixando perceber que o Barreiro
continuava na discussão do resultado. Na resposta, também na
execução de um livre, Carlos Silva levou o esférico a passar sobre a
barra da baliza de Délcio Azevedo.
Porém, no minuto seguinte, Filipe Machado aumentava a vantagem para
o Vilanovense, na sequência de um lance individual, a exemplo do que
tinha acontecido na abertura do marcador, decidindo praticamente a
questão do vencedor.
Nem a saída forçada, por lesão, de Cristiano, o que levou à entrada
de Bruno Neves, alterou sobremaneira a fisionomia do encontro. Ainda
assim, insatisfeito com o desenrolar da partida, o Barreiro
lançou-se mais para o ataque, ameaçando com alguma frequência a
grande área visitada. No entanto, o central Márcio Silveira e os
seus companheiros deram sempre a devida conta do recado.
Em termos globais, o Vilanovense mereceu, de facto, a vitória, em
virtude da forma empenhada como trabalhou ao longo dos noventa
minutos. Realce para as prestações de Valério, Filipe e Márcio
Silveira. Quanto ao Barreiro, orientado por Hildeberto Vieira,
sublinhado especial para as exibições de Edgar Meneses, Miguel
Macedo e Nelson Matos.
ARBITRAGEM
O experiente árbitro Artur Teixeira realizou um bom trabalho, tanto
do ponto de vista técnico como disciplinar, contando para o efeito
com a óptima colaboração dos respectivos assistentes, António Garcia
e Nuno Fonseca.
FICHA DO JOGO
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Artur Teixeira.
Auxiliares: António Garcia (B) e Nuno Fonseca (P).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
João Sampaio
Bruno Cruz
Márcio Silveira
Carlos Silva
Vicente (cap.)
Pedro Luís
(Lisuarte, 74m)
Laranjeira
(Fábio Aguiar, 87m)
Filipe Machado
Valério
Cristiano
(Bruno Neves, 55m)
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, Bruno Pinheiro, Filipe
Pinheiro e Marco Meneses.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Bruno Cruz (31m), Bruno Neves (55m)
e Filipe Machado (79m).
BARREIRO
Délcio Azevedo
Marco Paulo
(José Lúcio, 46m)
Sandro Silva
Tiago Freitas
Paulo Maciel (cap.)
Mário Palma
Nelson Matos
Carlos Rocha
António Barrié
Edgar Meneses
Miguel Macedo
Suplentes não utilizados: Emanuel Correia e André.
Treinador: Hildeberto Vieira.
Disciplina: cartão amarelo para Miguel Macedo (3m), José Lúcio (55m)
e Nelson Matos (89m).
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Valério, aos 29m.
SEGUNDA-PARTE: 1-0.
2-0 por Filipe Machado, aos 49m.
RESULTADO FINAL: 2-0.
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| Lajense
empata no Porto Judeu. |
(28/01/2007) |
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Numa
jornada em que a turma da Vila Nova folgou, os dois pontos que o Lajense
desperdiçou no Porto Judeu, acabam por não deixar fugir um adversário
directo do clube da Vila Nova. O Boavista, o líder da classificação
venceu o seu jogo diante de Os Leões por 2-0. |
|
| Vilanovense
perde nas Lajes (1-2)
(Texto: DSP/ Foto: DSP) |
(14/01/2007) |
O embate mais aguardado do passado fim-de-semana do Campeonato da
Terceira tinha lugar nas Lajes, atendendo, sobretudo, à
classificação dos intervenientes. No primeiro tempo, o Vilanovense
exerceu algum domínio territorial, daí que lhe coubesse as melhores
oportunidades para facturar.
 Logo
nos primeiros minutos, Filipe Machado passou por Maciel e obrigou o
guardião local, Ricardo, a defesa apertada. Aliás, ao longo dos
quarenta e cinco minutos iniciais o número um do campeão da Terceira
foi obrigado a trabalho aturado para manter as balizas invioláveis.
Até perto da meia-hora, continuou a ser o emblema visitante a
dominar os acontecimentos, o que levou o Lajense a defender muito
perto da sua grande área. Vicente (20m) e Valério (27) fizeram
brilhar Ricardo.
No entanto, a partir do último quarto de hora da etapa inicial, o
Juventude Lajense sacudiu a pressão contrária. Sérgio, primeiro, e
Daniel, logo a seguir, criaram embaraços no extremo reduto
alvi-negro.
Porém, num contra-ataque rápido, Valério rasgou a defesa anfitriã e
permitiu parada incompleta a Ricardo. Na recarga, Filipe Machado e
novamente Valério não foram capazes de superar o inspirado guardião
visitado.
Contra a chamada corrente do jogo, o esférico é metido na grande
área do Vilanovense, onde aparece Paulo Henrique a colorir o
marcador.
O Vilanovense reagiu de pronto e viu um golo anulado, por indicação
do auxiliar Hugo Teixeira, na sequência de um livre de Faria que
Laranjeira empurrou para o fundo das malhas.
No reatamento, o técnico do Vilanovense, Chalana, trocou Carlos Reis
por Márcio, que se havia lesionado aquando do primeiro golo do
encontro. Entre os locais, Nuno Janeiro lançou Ponta Garça em
detrimento de Leandro, o qual tinha vista o cartão amarelo muito
cedo e persistiu no acumular de faltas, algumas delas merecedoras da
segunda cartolina, casos, por exemplo, dos derrubes a Filipe Machado
(25m) e Valério (34m).
Porém, as coisas complicaram-se para os forasteiros logo no segundo
minuto, com Faria a ser expulso por indicação de Hugo Teixeira ao
seu chefe de trio. Ainda assim, o Vilanovense manteve a aposta no
ataque com o objectivo de, pelo menos, chegar à igualdade. Só a
superior exibição do jovem guardião do Lajense impedia a festa do
golo aos rapazes de Manuel da Costa.
Contudo, a persistência do Vilanovense foi premiada aos 59m, quando
Ponta Garça derrubou Filipe Machado dentro da área de rigor.
Valério, finalmente, conseguiu superar o guarda-redes Ricardo,
convertendo com segurança o respectivo castigo máximo.
Restabelecido o empate, o Lajense, com mais uma unidade em campo,
mudou de postura. A qualidade futebolística da equipa cresceu e o
perigo passou a rondar com frequência as imediações da baliza de
Vítor Lopes, embora com este a dar sempre conta do recado.
Aos 83 minutos, livre cobrado por Paulo Henrique, aparecendo David a
cabecear por cima da barra. Estava dado o aviso, pois, no minuto
seguinte, Capucho meteu a bola na área, o guarda-redes Vítor Lopes e
os defesas não se entenderam, encaminhando-se a “redondinha” para o
fundo das malhas. Estava, assim, consumado o triunfo do Lajense.
Num prélio emotivo e agradável de seguir, o Juventude Lajense chega
aos três pontos por aquilo que produziu na última meia hora, ao
passo que o Vilanovense se revelou perdulário, sobretudo na etapa
inicial.
O árbitro José Silveira teve a preocupação de acompanhar os lances
de perto. Como tal, melhor do que ninguém para ajuizar o castigo
máximo que deu o golo ao Vilanovense. No golo anulado aos visitantes
e na expulsão de Faria, limitou-se a seguir as indicações do
assistente Hugo Teixeira.
FICHA DO JOGO
Campo de Jogos das Lajes.
Árbitro: José Silveira.
Auxiliares: Dioclésio Ávila (B) e Hugo Teixeira (P).
LAJENSE
Ricardo
Maciel
(Marcos, 81m)
Leandro
(Ponta Garça, 46m)
Nuno Silva
Putchi
Paulo Henrique
Roberto
Sérgio
Nuno Aguiar
(Capucho, 62m)
Daniel (cap.)
David
Suplentes não utilizados: Rogério, Gil, André e Márcio.
Treinador: Nuno Janeiro.
Disciplina: amarelo para Leandro (12m), Putchi (70m), Sérgio (81m) e
Capucho (87m).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Sampaio
Faria
Márcio
(Carlos Reis, 46m)
Tequila
Vicente (cap.)
Zezinho
(Marco Meneses, 76m)
Cristiano
Laranjeira
(Pedro Luís, 85m)
Filipe Machado
Valério
Suplentes não utilizados: Telmo, Fábio Aguiar, Bruno Neves e
Lisuarte.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: amarelo para Zezinho (71m), Tequila (79m) e Marco
Meneses (82m). Vermelho directo a Faria (47m).
PRIMEIRA-PARTE: 1-0.
1-0 por Paulo Henrique, aos 40m.
SEGUNDA-PARTE: 1-1.
1-1 por Valério (g.p.), aos 59m.
2-1 por Capucho, aos 85m.
RESULTADO FINAL: 2-1.
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| Vilanovense
goleia Fontinhas
(Texto: Diário Insular / Fotos: Victor
Mendonça) |
(14/01/2007) |
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No
primeiro tempo, o Vilanovense praticou um futebol prático, a toda a
largura do campo, com o GD Fontinhas a cortar bem as linhas de passe e a
explorar o contra-ataque. Destaque para a acção de Miguel e Libânio que
complicaram a vida ao último reduto local.
Embora as oportunidades de golo não tenham abundado, a luta a meio campo
foi árdua para os dois conjuntos que se entregaram de corpo e alma à
partida. Perto do final da etapa inicial, Filipe Machado podia ter
aberto o activo, quando surgiu isolado, valendo, na circunstância, a
defesa a dois tempos de Bruno Silva.
Após o reatamento, os visitantes ficaram reduzidos a dez elementos. Tomé
travou Zezinho de modo irregular, quando este se isolava para a área, e
recebeu a respectiva ordem de expulsão. A partir daqui as coisas
complicaram-se para os visitantes que acabariam por sofrer o primeiro
golo pouco depois. Pedro Luís marcou um canto com conta, peso e medida,
aparecendo Valério a cabecear com êxito.
Os alvi-negros aumentaram a vantagem aos 63 minutos, com Pedro Luís a
solicitar Zezinho para a concretização. Passados dois minutos, o Vilanovense ficou também reduzido a dez atletas, em face de expulsão de
Bruno Cruz.
O GD Fontinhas procurou reagir ao desenrolar dos acontecimentos e a
entrada de Marco Brasil provocou estragos no extremo reduto anfitrião.
Num dos lances em que participou, ultrapassou vários adversários e
rematou colocado, obrigando Vítor Lopes a defesa de qualidade.
Refira-se, em abono da verdade, que as mexidas operadas pelos
treinadores Chalana (Vilanovense) e Venâncio Couto (Fontinhas) trouxeram
outra dinâmica ao espectáculo, tendo, no entanto, o emblema da casa sido
mais feliz na conclusão dos lances. Basta dizer que aos 70 minutos, na
sequência de um livre apontado por Nuno Cordeiro, Libânio cabeceou à
barra da baliza de Vítor Lopes.
Mas como um azar nunca vem só, os forasteiros viram mais um jogador
expulso, no caso concreto, Nuno Cordeiro. Com apenas nove elementos no
rectângulo, o GD Fontinhas descontrolou por completo em termos
disciplinares, acabando mais alguns jogadores por serem advertidos por
contestar as decisões do árbitro Roberto Aguiar que, todavia, optou pela
cartolina de cor mais moderada.
No meio de tudo isto, aos 72 minutos, Filipe Machado aumenta a vantagem
para os visitados. Aliás, Filipe Machado revelou-se s empre inconformado
na busca do golo e, mais tarde, poderia mesmo ter voltado a facturar, só
que a barra da baliza de Bruno Silva tornou-se um obstáculo
intransponível.
Aos 84 minutos, o Vilanovense ficou temporariamente reduzido a nove
atletas, com Valério a receber assistência. Quando o árbitro deu sinal
para o mesmo reentrar, o esférico foi metido no lado esquerdo, onde
surgiu Valério isolado. Porém, o atacante foi derrubado por Ruben Vaz na
área de rigor, dando origem a um castigo máximo que Valério não
desperdiçou. Perto do fim, seria Zezinho a solicitar novamente Valério
que rematou para boa defesa de Bruno Silva.
Em suma, o Vilanovense controlou o encontro na primeira metade, mas só
na segunda embalou para a vitória. Realce para as prestações de Pedro
Luís, Faria, Filipe Machado e Valério que bisou. O GD Fontinhas realizou
uma excelente etapa inicial, só que complicou em termos disciplinares no
período complementar. Deste modo, tornou-se impossível repetir o sucesso
verificado para a Taça de Ilha perante o mesmo rival.
O árbitro não teve tarefa fácil, mas realizou trabalho razoável, tanto
no plano técnico como disciplinar. Boa decisão na expulsão de Tomé, já
que Zezinho caminhava isolado para a baliza.
FICHA DO JOGO
Campo da Vila Nova.
Árbitro: Roberto Aguiar.
Auxiliares: Manuel Amaro (B) e José Silveira (P).
VILANOVENSE
Vítor Lopes
Fábio Aguiar
(João Sampaio, aos 74m)
Faria
Márcio
Bruno Cruz
Rui Vicente (cap.)
Pedro Luís
(Lisuarte, aos 80m)
Laranjeira
Zezinho
Valério
(Filipe Pinheiro, aos 89m)
Filipe Machado
Suplentes não utilizados: Telmo Miranda, João Vítor, Cebola e
Cristiano.
Treinador: Manuel da Costa (Chalana).
Disciplina: cartão amarelo para Bruno Cruz (37 e 65m), Valério (75m),
Rui Vicente (81m) e Laranjeira (87m). Cartão vermelho, acumulação de
amarelos, para Bruno Cruz (65m).
FONTINHAS
Bruno Silva
Tomé
Oldemiro (cap.)
Filipe Luís
Arsénio
Carlos Silva
Paulo César
(Marco Brasil, aos 66m)
Ruben Vaz
Libânio
Miguel
(André Marcelino, aos 61m)
Nuno Cordeiro
Suplentes não utilizados: Fábio Valadão, Luciano, Paulo Silva, Nuno
Picas e Dúnio Toledo.
Treinador: Venâncio Couto.
Disciplina: cartão amarelo para Nuno Cordeiro (20 e 71m), Miguel (40m),
Paulo César (56m), Oldemiro (71m) e Marco Brasil (86m). Carto vermelho
directo para Tomé (50m) e Nuno Cordeiro, acumulação de amarelos (71m).
PRIMEIRA-PARTE: 0-0.
SEGUNDA-PARTE: 4-0.
1-0 por Valério, aos 60m.
2-0 por Zezinho, aos 63m.
3-0 por Filipe Machado, aos 72m.
4-0 por Valério, aos 85m.
RESULTADO FINAL: 4-0. |
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| Lizuarte
reforço de Inverno. |
(14/01/2007) |
O
jogador Lizuarte que já havia representado o Vilanovense há duas
épocas, é o único reforço de Inverno da formação alvi-negra. O atleta
que na época passada jogou no Juv. Lajense, e no inicio desta época
esteve para ingressou no SC Praiense, mas nunca se adaptou, estava a
representar a equipa de Inatel da CP da Vila Nova, foi contratado pelo
clube alvi-negro para ajudar na luta pelo campeonato. |
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| Nova
carrinha do Vilanovense. |
(14/01/2007) |
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O
clube da Vila Nova possui mais um meio de transporte para a sua
colectividade. Trata-se de mais uma carrinha para juntar ás outras duas
já existentes, passando o clube a dispor de uma frota automóvel de 3
viaturas. Relembre-se que a nova carrinha tem o apoio de um dos
patrocinadores do clube: Auto-Aristides. |
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| Vilanovense
empata na Ribeirinha. |
(07/01/2007) |
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O
Vilanovense conseguiu um precioso empate a zero bolas na Ribeirinha. A
contar para a 10ª jornada do campeonato da Ilha Terceira, e contra a
equipa do Boavista, num jogo muito táctico, em que nenhuma das equipas
mostrou ambição suficiente para tentar lutar pela vitória, o ponto
conquistado pelo Vilanovense no terreno de um dos seus opositores
directos para a luta do titulo pode vir a ser muito importante no
futuro. |
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| Roberto
dispensado do Vilanovense. |
(07/01/2007) |
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O
jogador Roberto foi dispensado do clube alvi-negro por não cumprir com o
regulamento interno do clube. O jogador ao qual são reconhecidos méritos
desportivos, não satisfez as necessidades internas do clube, ás quais a
direcção do Vilanovense exige por parte dos atletas um comportamento
exemplar, por tal motivo a equipa da Vila Nova resolevu rescindir o
contrato com o atleta. Segundo apuramos o Jogador irá representar a
equipa do Lajense até ao final da época. |
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| A academia de futebol "Alvi-Negra"
do Sport clube Vilanovense já está a ganhar forma. |
(29/12/2006) |
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O Vilanovense em parceria
com uma empresa de Gestão Desportiva, está a elaborar um projecto com a duração
mínima de 3 anos, para retomar todos os escalões de formação do clube . Os
gestores do projecto, que são responsáveis por inúmeros campos de férias
desportivas na Terceira, e que no passado fizeram parte do lançamento da escola
de futebol Paulo Duarte (antigo jogador da união de Leiria), estão a ultimar os
últimos pormenores para colocar em acção, a revitalização da formação do clube.
Até ao final da corrente época a empresa fica já responsável pelos escalões de
formação existentes, com o intuito de já na próxima época, o projecto funcionar
a 100%. Para além de treinadores com licenciatura em Educação Física e Desporto,
os atletas terão aulas de educação alimentar, dieta e forma física. Também o
acompanhamento por parte de uma psicóloga, será parte activa do projecto. Com o
apoio de várias Instituições, este é um projecto a custo zero para o Vilanovense,
que irá ser proposto em Assembleia Geral em Janeiro de 2007. |
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